A Cilada

17/08/2017 23:29

As pessoas preparam ciladas acreditando que você é inocente. Na verdade, você confia tanto em pessoas que não enxerga as armadilhas preparadas.

Fui vítima inocente, cúmplice e, novamente vítima das armadilhas das pessoas que respeito e até amo.

Casamos com 21 anos e estamos casados há pouco mais de um ano. Foi difícil para mim chegar até aqui e me sentir tão feliz. Criados em famílias religiosas e convivendo com as regras morais e éticas da igreja tivemos que superar muitos obstáculos preconceituosos, religiosos e falta de informação.

Meu casamento foi salvo por um respeitável palestrante religioso que rompeu o véu das dúvidas e disse claramente que casais religiosos não precisam aceitar os prazeres sexuais, devem busca-los com afinco para manter seus casamentos.

Hoje eu sei que meu marido abusou desta liberdade.

Meu marido foi demitido no fim do ano passado e até agora não conseguiu um novo emprego. Está difícil só com a minha renda manter todos os compromissos. Diversão é luxo demais e nossa único prazer é o sexual.

Com tanto tempo livre quando chego cansada do trabalho encontro um marido ansioso que, ao que parece, passou o dia imaginando tudo que é tipo de besteira e quer me levar imediatamente para a cama. Consigo contornar. Tomo meu banho, janto, vejo um pouco de TV até que Mauro, impaciente, me leva de colo para a cama.

Já liberada pela palestra aceito e correspondo ao sexo oral o que acrescentou delícias maravilhosas ao nosso casamento. Só não consigo engolir aquela nojeira.

Ele reclama que não aceito sexo anal – ali é caminho só de saída – e que sou muito passiva. Mauro agora inventou de fantasiar durante o sexo e fica falando fantasias ao meu ouvido durante o sexo.

A fantasia do momento é “um negão”. Sinceramente, não tenho qualquer preconceito de cor, e gosto e convivo com qualquer raça e religião. Trabalho na empresa de Sérgio, um amigo nosso que produz exatamente produtos especiais para a pele, cabelo e particularidade da raça negra, ele é belo e seria considerado um negão e não faço nenhuma restrição a ele. Entretanto, essa fantasia não me pertence.

O que é pior é que Mauro, para ilustrar suas descrições desenha o “meu negão” como possuidor de uma ferramenta grande e grossa e diz que isso faz arder e queimar por dentro levando as mulheres à loucura. Isso, para mim, é menosprezar sexualmente a ele mesmo, um “branco azedo”.

Calma, ele é quem diz que eu estou trocando um marido “branco azedo” e traindo ele com um “negão formoso e enorme em tudo” e desmaiando de prazer.

Tudo bem, confesso, o trabalho de fantasiar nossa relação incrementa um “Q” a mais de prazer quando me deixo envolver. Só que ele me traz de volta à Terra quando encosta a ponta de seus dedos no meu... no meu... pensei em falar “fuim” mas aqui vai pegar mal. Vamos perder as estribeiras: ele gosta de colocar as pontas dos dedos acariciando meu cuzinho. Não que seja ruim, mas ele vai querer enfiar e eu vou detestar.

A empresa permitiu a presença de familiares nas comemorações de seu sexto ano e Mauro estava alegre demais. Não tínhamos diversão normalmente e passar o fim de semana em uma fazenda (acho que era hotel-fazenda) foi muito bom para nós.

Só que na noite de sábado meu amante imaginário, criado por Mauro, ganhou nome e personalidade: Sérgio – meu patrão!

Loucura! Tenho que admitir que aquilo funcionou melhor do que um ser amorfo e totalmente imaginário, acho que nós, mulheres, ficamos mais suscetíveis ao concreto. Foi demais! Aquela noite saiu da normalidade diária da nossa relação conjugal – tá, sexual. Calma, ainda estou me soltando.

Os efeitos foram mais permanentes do que eu poderia supor naquela noite. Na manhã seguinte, com um sol escaldante, olho pela janela – acordei mais tarde – e vejo a maioria das pessoas curtindo ao redor e dentro da piscina. Mauro me abraça por trás e já vai tirando minha roupa. Tomamos um banho delicioso e de roupas de banho comportadas fomos para a piscina como a maioria das famílias dos meus colegas.

O que me assustou é que quando encontrei com Sérgio – sem que eu conseguisse evitar – meus olhos procuraram na bermuda de lycra justa e se espantaram com as dimensões de sua... de seu... Merda! Sua pica. Isso mesmo, me peguei olhando atenta para aquele volume muito maior do que o do meu marido. E fiquei vermelha, sem graça e sem ação quando encontrei Sérgio sorrindo por ter percebido minha curiosidade. Mas ele não foi nem um pouco cavalheiro:

- Perdeu alguma coisa? Achou o que queria?

É claro que entendi ao que ele se referia, por sorte Mauro que tinha sido retido por um colega meu se aproxima com seu habitual entusiasmos.

- Sérgio, vamos comemorar aniversários mais vezes? Mês que vem é o aniversário de Isabel. Pena que estou desempregado, senão te convidaria para voltar aqui.

Minha surpresa explodiu numa vermelhidão intensa ao ouvir Sérgio me presenteando:

- Está feito. Isabel, meu presente de aniversário vai ser esse. Você vai comemorar aqui com seu marido.

Meu marido abraçou com entusiasmo ao Sérgio e o largou me entregando meu patrão para que eu agradecesse. Eu estendi a mão, mas Sérgio se antecipou e me puxando pela ponta dos dedos me abraçou forte, me beijou forte e percebeu as inesperadas e incontroláveis reações de meu corpo.

Eu estava sentindo encostando entre minha pélvis e meu umbigo uma coisa enorme que endurecia, eu percebia. Os braços dele colavam meus seios ao seu peito esmagando-os. Minhas pernas bambearam, meu corpo arrepiou-se a começar pela testa onde ele mantinha seus lábios em um demorado beijo. Meu sexo lubrificou-se intensamente e eu tinha medo da umidade alcançar o tecido do biquíni e me denunciar.

Foi neste estado que ele me abandonou devolvendo-me ao meu marido e se afastou sem olhar para trás seguindo para dentro. Ele estava em plena ereção, devia querer ocultá-la;

Meu marido me abraça comemorando o presente a assinala:

- Você está com frio? Os seios estão arrebitados demais!

- Percebeu como ele é grande? Ele teve uma ereção só em te abraçar!

- Vamos para o quarto, estou com muito tesão. Vou te arrebentar.

Não resisti. Segui calada como se fosse um robô ao meu louco marido. Sim, eu também precisava de sexo, queria sexo, imaginava Sérgio me conduzindo, e isso era insuportável tortura que me extasiava e excitava mais do que qualquer coisa que eu já experimentara.

Meu marido foi de uma eficiência surpreendente. Em segundos ele me jogara na cama, me desnudar e brindava minha umidade mostrando seu excesso na ponta da língua. No instante seguinte eu não conseguia conter – por mais vergonha ficasse –os gemidos de um gozo instantâneo que lubrificava a mim e a língua de Mauro. Eu estava, sem conseguir evitar, sendo chupada por Sergio e até a voz dele eu ouvia quando meu marido me elogiava empolgado.

Quando ele pulou sobre mim para fazermos nosso sexo habitual eu fechei os olhos para continuar com o Sérgio sobre mim e, pela primeira vez, quis ficar por cima. Rolei o corpo, sentei sobre Mauro e senti ele ejaculando precocemente e, ainda mais estimulado, sem para também pela primeira vez em sua vida, arrancar de mim uns três orgasmos seguidos antes de explodir novamente. Ainda fiquei de olhos fechados por mais alguns minutos atribuindo ao Sérgio os deliciosos e agradecidos beijos de Mauro.

Mauro saiu e eu despenquei. A culpa me dominava. Pecado, pecado, pecadora, pecadora. Minha mente me condenava e pedia ajuda de meus pais, de meus líderes religiosos e todos em uma sequência cada vez mais veloz me condenavam, me xingavam: puta, meretriz, safada, cafajeste, hipócrita, vadia, piranha, prostituta, vagabunda… Como minha mente é criativa, como eu conhecia xingamentos, como me sentia culpada.

Para minha tortura ser maior eu pensava tudo isso e apesar de extremamente saciada sentia alguma coisa me incomodando e intimando a imagem de Sérgio para aquele ambiente. Eu, na cama, em posição fetal e percebia – com minha mente me surrando com acusações – a presença de Sérgio e tentava vislumbrar aquele membro que meu marido tanto fantasiara em minha mente e que eu imaginava como ser “arrombada” por tudo aquilo. Eu estava louca. Totalmente louca. Totalmente depravada ao ponto de sentir minha umidade se manifestar depois de um sexo intenso com meu marido.

O celular tocou. Meu marido reclamava minha presença. Não tinha como fugir. Tomei um banho revigorante, coloquei um vestidinho solto, larguinho, de alças e por força de meu inconsciente, mas propositalmente, sem mais nada por baixo.

O almoço, regado a churrasco girava em volta de um grande quadrado onde as pessoas dançavam. Como pouco, minha cabeça estava em outro lugar e eu tentava nem olhar para Sérgio, o que me parecia impossível. Meu Deus, como vou trabalhar com esse homem agora? Não sou sua secretária, mas sou gerente de produção e fico ao lado dele mais tempo que suas secretárias.

O diretor administrativo, com a esposa, senta em nossa mesa. A conversa é impactante:

- Sérgio já falou com você das demissões?

- Demissões? Que demissões?

- Perdemos nosso maior cliente e vamos ter que cortar mais de 30% dos funcionários. Já fizemos mais de quinhentas projeções e nenhuma alteração significativa nos números.

- Não estou sabendo de nada.

- Como não, decidimos isso na quinta-feira à noite. Por que será que o Sérgio não te comunicou? Ele só não cancelou essa festa porque já estava totalmente paga.

- Ele já falou com todos?

- Em cargos de comando sim. A não ser…

Aquele silêncio do diretor foi um grito no meu ouvido. “Você está demitida! ”

Não, tenho que ser sincera. Eu realmente pensei que estava fodida de qualquer forma. Ou vou me foder sendo demitida, ou vou foder para não ser demitida. Eu estava mesmo me depravando e assustada percebi que já concebia foder em troca de algo, isso é a pior parte, é prostituição mesmo!

Como estou me contradizendo, mas é assim que me sinto e devo assim me expressar. É uma luta entre a esposa casta, que casou virgem, muito religiosa em luta com uma puta fêmea que eu desconhecia até então. Isso porque eu não estava achando que era pior estar me prostituindo. Na realidade eu estava achando ótimo ter a desculpa da demissão para trepar com Sérgio. Até um novo vocabulário estou aos poucos assumindo e me sentindo a cada instante mais fêmea, mais sedutora, mais mulher.

Porém o dia estava reservado para muitas surpresas. O casal, acanhado, pediu licença sem completar a frase e deixou nossa mesa. O diretor administrativo se afastava e o diretor presidente do alto da varanda olhava em nossa direção.

Ouço meu marido, como se estivesse pensando alto, olhando para o Sérgio e quase sussurrando:

- Cacete! Dois desempregados? Seria melhor que ele quisesse…

Não resisti e interrompi:

- Melhor que ele quisesse o quê? Me comer, seu canalha?

- Isso mesmo, era nisso que eu estava pensando. Trepar com ele poderia valer até uma promoção. Quem sabe ele se apaixona e coloca você também na direção. Ele deve ter quase quarenta anos. Você, pelo que eu vi hoje é capaz de dar uma surra de sexo nele. É só treinar.

Os olhos de Mauro estavam injetados. As veias dilatadas. Ele falou me puxou inesperadamente para um beijo. Sua mão penetrou entre minhas pernas e começou a bolinar meu... meu grelo.

Aquilo estava uma loucura. Ele me atiçava falando do Sérgio dentro de mim. Pegou minha mão e levou até sua pica enorme e aos pulos.

Minha mente assustada aumentou ainda mais o meu tesão. Ele está excitado com a ideia de eu trair ele com outro homem? Como pode? Casamos ainda ontem. Será que ele quer me vender como escrava sexual? Pensar nisso me levou ao início de um orgasmo bruscamente interrompido.

- Posso dançar com sua esposa?

- Claro que pode Sérgio, ela está prontinha para você.

Sérgio esticou a mão em minha direção olhando de forma estupefata para Mauro. A mesma história daquela manhã se repetiu. Ele me abraça colando todo meu corpo ao dele e me beija a testa perguntando em seguida:

- Você quer mesmo dançar comigo?

E, aumentando a voz para provocar: - Você está mesmo pronta para dançar comigo?

A presença de espírito de Mauro falou mais alto:

- Ela acabou de me chamar para dançar e eu recusei porque estou com uma unha encravada que está me matando.

Ele sorriu francamente e dando as costas para meu marido seguiu me rebocando para a pista se mantendo na direção de nossa mesa. Assim que começamos a dançar ele comentou:

- Incrível seu marido. Tem sempre resposta para tudo, mas inventar uma unha encravada não funcionou. É impressão minha ou ele está jogando você para cima de mim?

- Por que ele faria isso?

- Existem muitos fetiches em matéria de sexo. O maior e mais conhecido é ver a esposa sendo desfrutada por um negão, ainda mais quando a esposa é tão branca e ruiva como você.

- Sérgio – falei indignada realmente – você está louco?

- Sim, e você está notando o quanto. Só que se ele aceitar ou gostar de ver você com outro homem isso facilitaria tudo para nós dois.

- Desde quando existe nós dois?

Devo esclarecer. Eu estava trêmula. Ele falava colado ao meu ouvido. Suas mãos literalmente abraçavam meu corpo enquanto acariciavam minhas costas. Eu estava nua por baixo daquele vestido fino e sentia um membro enorme, duro e pulsando passando pela minha vigília. Ele certamente tinha colocado tudo aquilo colado na perna direita que agora entrava entre minhas pernas e meu grelo estava sendo literalmente massageado. Ele já estava acesso, eu já estava quase gozando com meu marido e ele, sensível, me expunha para aquele homem.

Ele volta a me interpelar para provar sua tese:

- Estamos de lado para sua mesa. Seu rosto está praticamente voltado para ele. Me conte que reações você está percebendo.

Meu marido estava com os olhos cravado em nossos corpos colados. Um sorriso safado desenhava o canto de sua boca. Só que eu não estava realmente preparada para aquele teste. Sérgio desce as duas mãos, aperta minhas nádegas me colando ainda mais a ele. Com isso me ergue levemente e se abaixa e ao se levantar roça escandalosamente aquela pica enorme em minha vagina sedenta. Ao mesmo tempo mordisca meu pescoço e orelha. Eu me arrepio, meu corpo estremece visivelmente e a expressão de meu marido revela toda sua volúpia diante da cena.

Um último resquício de racionalidade e de religiosidade toma conta de mim e, sem escândalos nem corridas, largo Sergio no salão e elegantemente me dirijo ao meu quarto sem olhar para trás.

Fecho a porta. Meu corpo está incendiado. Cada passo até o quarto fui sentindo minha umidade me questionar e exigir minha volta para junto dos homens que me desfrutavam lá em baixo. Decido tomar um banho, arranco o vestido, pego a toalha enorme, felpuda e branca, jogo nas costas e me deixando levar pelo tesão sigo dançando para o banheiro.

Quando estou bem diante da porta de entrada em direção ao meu banho dois homens entram juntos no quarto e deixam a porta escancarada ficando os dois suspensos pela surpresa que também me afeta.

Um barulho no corredor faz meu marido retomar seu tino e ele bate a porta bruscamente quebrando todo o encanto do momento.

Sérgio, sem se importar com Mauro, me abraça implorando por perdão enquanto beija todo meu rosto sem evitar nenhum local.

Na verdade, aos poucos ele se concentra em meus lábios com selinhos seguidos de deliciosos roçar e mordiscar. Meu marido se joga na poltrona e acompanha atento cada pequena cena.

- Para com isso Sérgio, eu amo meu marido. Não quero estar com mais ninguém.

Sou uma mulher nua, úmida, excitada e minha voz me trai. Ele, então, se afasta e sem qualquer intervalo lança a calça para longe de si. Meus olhos nem viram onde a calça foi parar. Eles estavam hipnoticamente presos àquela ferramenta inédita aos meus olhos. Era realmente fabuloso.

Um pau negro como o dono, com sacos colados a raiz da piroca de cabeça rosada. Ele era imenso, para mim que só conhecia o pequenino do meu marido. Ele era grosso, para mim que só conhecia o fininho do meu marido. Ele era imponente e impressionante e tão carismático e atraente que de boca aberta de espanto fui sentando na beira da cama.

Sérgio se aproximou lentamente e não interrompeu sua aproximação até que aquela cabeça linda, lisa e rosada tocou entre meus lábios entreabertos e foi forçando e minha boca abobalhada se arreganhando e eu sem perceber já brincava com aquilo tudo tentando engolir o que mal cabia na boca escancarada.

Entre as brincadeiras me ouvi falando para Sérgio:

- Só vai acontecer entre nós o que eu desejar se meu marido permitir, está claro?

Ele não respondeu, mas meu marido aplaudiu e se livrou de suas roupas meu assustando com sua esplêndida ereção. Naquele dia eu estava aprendendo muito. Soube que umas ereções podem ser mais significativas que outras, por exemplo.

Diante do silêncio dos dois machos de meu quarto eu continuei prometendo sem saber se conseguiria cumprir:

- Estou fazendo isso apenas para o prazer do meu marido e aviso desde já que não vou gozar com você. Eu não te amo. Só gozo com o meu marido. Não é querido?

Mauro rindo me desafiou:

- Eu duvido. Com esse pirocão você vai se esbaldar de tanto gozo, você sabe que dentro de você tem uma fera bem puta, bem safada e gulosa. Quero ver você não gozar.

Aquilo virou ponto de honra para mim. Só que eu não estava preparada para o estilo de Sérgio.

Ele ao ouvir tais assertivas me levantou do chão com facilidade, me jogou na cama, enfiou um travesseiro sob a minha barriga e, de costas pela primeira vez, me senti arrombada pela segunda vez. Foi maravilhoso recordar a perca de minha virgindade. Eu estava sendo literalmente arrombada desta vez e essa era uma grande diferença.

A voz máscula e penetrante de Sergio. Seu peso sob meu corpo, me submetendo, e o contraste entre nossas peles eram apenas afrodisíacos de uma loucura que me invadia o ser na medida em que eu recebia com dificuldade apenas parte daquele macho imponente que não cabia em mim.

O gozo explodia dentro de mim e eu me mantinha racional para conseguir contê-lo. Sérgio entrava vagarosamente dentro de mim me alargando em demasia e parava apenas ao final de minha vagina. Se retirava inteiro e voltava a me fustigar me levando a delírios esmagados pelo “não poder gozar” que eu me impunha.

Aquela brincadeira foi ganhando velocidade aos pouco e profundidade a cada nova estocada e eu alucinada insistia em não me permitir gozar. As contrações aconteciam a minha revelia, mas eu me mantinha incólume. Os arrepios passeavam pelo meu corpo desde o couro cabeludo e explodiam no meu cuzinho que eu sentia piscar descontrolado.

A velocidade estava alucinante. Eu já sabia que não ia dar para resistir. Mas ele se aprofundou, desta vez lentamente. Enquanto isso ele me falava que estava totalmente dentro de mim eu senti seus pelos em minha bundinha. E, sem qualquer aviso, enfiou o polegar enorme pelo meu cuzinho a dentro e com ele lá parado voltou a me estocar como um louco eu gritei perdendo a noção de tudo. Sinceramente eu não sei o que aconteceu comigo. O prazer era inconcebível, inenarrável. Eu estava explodindo. Tudo eram sons, gemidos, urros e gritinhos até que Sérgio pede ao Mauro pra gozar dentro de mim e Mauro deixa. Fico apavorada, sem nem saber porque. Mas sinto minha vagina invadida por aquele líquido muito quente. Ela se alarga um pouquinho mais e se lubrifica tanta que as estacadas entre novos jatos me levam a uma nova explosão, essa sem retorno. Tudo vira um borrão de luz. Não ouço, não vejo, não respiro, eu só sou energia e prazer. Estou maior que mim mesma.

Sérgio goza, mas não para. Começa a me jogar para um lado e para outro como um molambo. Em cada nova posição me penetra de forma inusitada para mim. Ora me cavalga, ora me faz cavalgar e só muda de posição depois de um novo orgasmo e eles se multiplicam fácil, rápidos, intensos, desnorteantes.

Eu sabia que não aguentaria mais nada. Estava fraca, mole, fodida literalmente quando ele, deitado na cama, encosta aquela pica duríssima no olhinho do meu cuzinho e chama Mauro para participar lubrificando a sua penetração. Tentei negar, tentei fugir, mas eram quatro mãos, pernas para o alto e arreganhadas e dor cada vez que eu tencionava a entrada. Mas quando pelo espelho vi nitidamente Mauro labuzar aquela enorme e deliciosa pica negra para facilitar a penetração, juro, tive um estremecido orgasmo. Meu homem, meu marido, meu amor, estava chupando uma pica enorme para ela caber inteira no meu cuzinho virgem, um cuzinho que ele, apaixonado, jamais experimentara.

A coisa entrou finalmente, só a cabecinha, dentro de mim. Ele parou tudo. Passou a me beijar, me acariciar e Mauro brincava na minha bucetinha com espuma da porra de outro homem sem nojo nenhum, com um prazer escancarado no rosto, no olhar encantado que destinava a mim. Ele estava mais apaixonado do que nunca!

Sérgio voltou a se concentrar na minha sodomia. Mauro voltou a lubrificar com sua saliva toda operação. Sérgio, percebendo que eu observava tudo pelo espelho segredou num sussurro:

- Vou te dar mais um presente.

Agora, falando alto, ordena – ordena mesmo:

- Mauro, deixa a pica com a cabecinha bem molhada.

Ele sai de mim e pelo espelho vejo meu maridinho chupando e babando aquela piroca para facilitar minha entrega total a outro macho.

Sérgio sorriu quando encontrou meu cuzinho piscando e facilitando a vida dele. Logo, com o total apoio de Mauro, Sérgio estava todo dentro de mim. Mauro estimulava meu grelinho e sugava minha vagina como se a porra de Sergio fosse o melhor mel do mundo. Eu não resisti e comecei a perder o controle de meu corpo entrando em frenesi. Nesta hora Mauro se atreveu a tentar me comer e levou uma tapa na cara e foi obrigado a voltar a chupar minha vulva e a entrada de meu cuzinho enquanto ouvia e sinalizava que sim.

- Você esqueceu o combinado? Essa mulher agora me pertence. Ela só vai ser sua quando eu deixar. Antes de fazer sexo com ela você tem que me ligar pedindo permissão. Eu, sem pensar em deixar, vou consulta-la. Se ela me quiser eu vou para sua casa e você assiste. Se ela não estiver afim de fazer sexo eu deixo ela brincar com você. Afinal jogo é jogo, treino é treino.

Mole, jogada na beira da cama, escuto os dois discutindo por causa do tapa. Só então descobri que meu marido tinha me “vendido” como escrava sexual para o Sérgio em troca do cargo de diretor administrativo da empresa. Pensei em questionar, mas... foi tudo tão delicioso, eu queria tanto aprender ainda mais, gozar ainda mais, ter mais prazer, senti um homem de verdade, completo e tomando conta de mim. Adorei cair nessa cilada.

Bem. Mauro chegou. Vou ter que parar por aqui. Ele agora é o machão da empresa. Virou diretor administrativo e manda em mim o dia inteiro, mas a noite é meu corninho manso. Obedece a todas as minhas ordens.

Fui....


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