A Palmada Sedutora

20/05/2012 00:00

 

Nunca gostei de fazer lazer com outros casais. Já são raros os momentos para ficar junto ao nosso marido e, quando eles surgem, outras famílias só atrapalham e acaba-se mantendo uma distancia ainda maior do que a cotidiana.
O convite de Miguel e Ângela e Rafael e Lurdes, por não sermos parceiros habituais, pegou a mim e a Marcelo desprevenidos.
Eles tinham alugado uma linda casa numa praia de litoral no interior do Rio de Janeiro e com mais um casal bancando o pacote o preço ficava realmente muito atrativo. Além disso era uma boa oportunidade para fugir do carnaval e passarmos muitos dias de diversão. Marcelo olhou-me num quase convite. Foi impossível dizer não.
Apesar de não viajarmos juntos os casais eram nossos amigos de condomínio e estávamos sempre juntos nas mais diversas ocasiões: praia, festas etc.
- Ana, que bom que você topou. Vai ser legal estarmos mais perto e nos conhecermos melhor. - Lurdes estava abraçada em mim e sinceramente demonstrava satisfação com a nossa companhia.
Esta e outras demonstrações de alegria e afeto no grupo mostraram-me que eu estava enganada. Afinal não ia ser assim tão mal.
Realmente não foi. Nos entrosamos muito bem. Havia uma certa cumplicidade e um casal acabava por não atrapalhar o outro nos momentos de intimidade. Fora isso, pelo menos entre as meninas, foi muito legal.
Nos ajudávamos mutuamente, partilhávamos louça, almoço e outros afazeres. Nos ajudávamos nas maquiagens, com as roupas que trocávamos entre nós - em fim, uma proximidade de irmãs.
De tudo só um incidente merece registro pelo tanto que me impactou. Acordara cedo, todos dormiam depois de uma noitada e eu fui para piscina da casa curtir um pouco suas águas.
Fiquei surpresa com o som de um mergulho, era meu marido que sentira minha falta e ao me encontrar na piscina mergulhou para curti-la comigo.
Logo estávamos trocando carícias aproveitando o momento de solidão e ele, por conhecer meu corpo como um maestro, conseguiu, só com suas carícias, me levar à beira de um esplendoroso orgasmo. Mas ele não aconteceu. Lurdes chegou com uma bandeja com parte do café da manhã interrompendo aquele momento mágico e maravilhoso.
Só não fiquei chateada porque foi um episódio natural e saí da piscina para recebê-la já que Marcelo estava em tal estado de ereção que teve que ficar um pouco mais na água fria.
Enquanto ele se acalmava fui até a cozinha com Lurdes pegar o restante do café da manhã. Chegando lá, mesmo estado toda molhada, fui abraçada por Lurdes que se desculpava por ter empatado meu romance.
Juro que tentei disfarçar com os mais diversos argumentos e aí tudo virou brincadeira. Lurdes me deu uma palmada enquanto confessava que quando notou que eu estava gozando teve até vontade de se jogar na piscina para ajudar ao Marcelo na tentativa de não interromper aquilo tudo!
A palmada ardendo em minha bunda e a voz dela - abraçada em mim - sussurrada em meu ouvido, revolucionaram todo meu corpo e senti contrações vaginais anunciando a prontidão para novo orgasmo.
Assustada com minhas reações, mas sem dar bandeira, me afastei do abraço e fui pegando a louça enquanto ela se aproximou beijou meu rosto e prendeu um dos bicos de meus seios entre seu dedos enquanto comentava:
- Você tá carente bichinha. Ficou enrubescida, arretada e de faróis acessos.
Aquele toque no meu seio e aquele beijo provocou outra enorme contração vaginal e eu, perdida em sensações, nada respondi e aceitei a carícia tentando fugir dali, mas querendo ficar e descobrir o que era aquilo.
Nada mais aconteceu digno de registro e felizes voltamos para nossas rotinas, agora um pouco mais próximos e mais íntimos.
Duas semanas após o carnaval Marcelo, sem nada me avisar, marcou de voltarmos à casa que ele mesmo providenciara a locação. Combinara de sair na quinta-feira a noite nós, Rafael e Lurdes e Marcelo chegaria com Ângela no fim da sexta-feira pois só poderia sair na hora do almoço.
Marcelo chegou mais cedo, preparamos a bagagem, nesse meio tempo Rafael e Lurdes chegaram, fomos lanchar e o telefone tocou.
Marcelo não poderia ir conosco. Um problema no trabalho o obrigaria a estar na firma pela manhã. Recombinamos tudo. Eu iria - com nossas bagagens - no carro do Rafael. Marcelo chegaria o mais cedo possível no dia seguinte, antes mesmo do Miguel. E assim fizemos.
Tudo correu as mil maravilhas e depois de já acomodados na casa passamos a ver o filme da Globo. Era tarde e o filme era romântico e sensual. Rafael, sem se preocupar com a minha presença, acariciava educadamente sua esposa, mas ele não fazia ideia de como aquilo estava mexendo comigo.
Eles estavam em uma poltrona e eu na outra, mas dali pude perceber o prazer de Lurdes se anunciando e umedecendo sua calcinha.
Quando a coisa começou a esquentar Lurdes se deu conta do meu constrangimento - ou seria excitação - e saiu de perto de seu marido vindo sentar-se comigo. Ou melhor, deitou-se no meu colo.
Rafael riu muito da atitude da esposa e no intervalo comercial se jogou em cima dela e brincando com nós duas deu uma surra de cosquinhas nela.
Na fuga do castigo as mãos de Lurdes corriam pelo meu corpo e logo com a cabeça enfiada entre minha pernas entre gargalhadas que tentava abafar ela passou a esquentar com seu hálito quente minha vagina que estava literalmente alagada.
Eu só não esperava que a brincadeira lastrasse e me vi surpresa e quicando com as cócegas de Rafael em mim, ambas, eu e Lurdes já caídas no chão. Tentei resistir mas logo eu também estava na brincadeira e aquilo virou uma luta com nós duas tentando dominar aquele homem forte e musculoso que usava apenas uma sunga de banho.
Estávamos sobre ele, matando-o de cócegas quando percebi sua ereção sendo atritada entre as pernas de Lurdes que, como eu, sentara sobre ele para imobilizá-lo. Em seguida senti os dedos rápido de Rafael afastarem minha calcinha e sua língua se envolver entre meus lábios vaginais.
Os risos cessaram imediatamente. Mas para meu azar e estava fraca demais para tentar ter controle racional sobre meu corpo e me vi rebolando e gemendo acanhada ao me render àquelas carícias. Lurdes percebeu de imediato o que se passava e arrancando a parte de cima de meu biquíni me disse que ia realizar seu sonho de carnaval.
Eu me vi atacada por duas bocas e muitas mãos. Me vi arrebatada a um orgasmo nunca experimentado. E em meio ao devaneio percebi que Lurdes libertava um lindo e grosso pênis me forçando a me abaixar para beijá-lo.
Tentei esboçar resistência mas minha calcinha já fugira de meu corpo e pela primeira vez experimentava uma língua passeando em meu cuzinho e me arrepiando inteira.
Passei de resistente à participativa e suguei com imensa gula aquele pênis tão diferente do pênis de meu marido - o único que eu realmente conhecia de perto. Eu precisava retribuir o prazer que recebia, essa urgência era maior e mais forte que eu e ao fazê-lo senti meu corpo estremecer anunciando um novo orgasmo quase em seguida ao anterior.
Lurdes veio me ajudar em minha tarefa de dar prazer ao seu marido sugando-lhe e acariciando aquele ereto pênis e quando dei por mim estávamos abraçadas e nos beijando.
Logo percebi Rafael se afastando e sentando na poltrona enquanto observava nós duas rolando pelo chão. Eu totalmente inexperiente nessa relação com outra mulher tentava retribuir as sensações que experimentava repetindo carícias e tentando até inovar. Foi assim que vi meu polegar se infiltrando no cuzinho de Lurdes que me agradecia lambendo o meu e friccionando meu grelinho que parecia que ia estourar de tão inchado e vermelho que estava.
Quando mais uma vez um orgasmo me enlouqueceu - eu estava gozando direto, como nunca ocorrera - senti Rafael se aproximar, posicionar a pica pelas minhas costas na entrada da minha vagina.
Pensei comigo mesma. Isso eu não quero. Curtir uma mulher é uma coisa, mas fazer sexo com outro homem seria abominável. Eu não trairia o marido que tanto amava com homem nenhum.
Pensava isso tudo enquanto meu corpo rebolava e sua vagina se contraia tentando sugar mais e mais aquele pênis tão diferente, tão delicioso, para dentro de mim. Mente e corpo em descompasso. Um tentando ativar minha razão e o outro me arrastando ao prazer inconsequente. Inconsequente mas deliciosamente irresistível. Mas quando ele começou a bombear dentro de mim alucinadamente e aplicando-me palmadas nunca sentidas, enlouqueci de vez num gozo impar fazendo minha companheira, de tão entusiasmada com minhas reações, gozar com minha língua, na minha boca e chegando a esguichar um pouco de lubrificação numa pseudo ejaculação, mínima, mas uma ejaculação, sem dúvida.
Agora não tem mais jeito, pensei consigo mesma, Marcelo já é corno e eu vou é aproveitar essa pica diferente e deliciosa, isso não tem mais retorno. Como vai ser amanhã? E me respondia – trepando desse jeito será delicioso, tomara que Marcelo demore bastante a chegar! Era eu mesma? A razão tentava ressurgir mas agora eu não queria mais ser racional, estava gozando, sim, gozando mais uma vez – já perdera a conta!
Estávamos entretidos, gozando como nunca e nem percebemos a chegada de Marcelo em plena madrugada.
- Finalmente! Você conseguiram! Bem que a Lurdes me garantiu que conseguiria seduzi-la e entregá-la a você ainda hoje Rafael.
Para meu espanto era Marcelo vibrando por me ver espetada e gozado com outro homem e não ficou só nisso:
- Querida, posso participar também ou você quer ficar exclusivamente com o Rafael na sua primeira vez?
Ele perguntou me oferecendo seu pênis e eu, estarrecida, decepcionada, chupei para esquecer esses dramas e me concentrar em mais um gozo que logo logo me levaria às alturas.
A orgia continuou mas ficou boa mesma com a chegada de Miguel e Ângela. Mas isso eu ainda não sei se posso contar!

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Toca de Lobo

Tópico: A Palmada Sedutora

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