A primeira vez de minha priminha 2 – Confissões

24/12/2012 00:00

 

Naquele domingo ninguém acordou cedo. Na sala, pé com cabeça, eu e minha prima dormimos até quase às 14 horas. A cirurgia de meu primo fora um sucesso e minha tia estava com ele no hospital Se o quadro continuasse evoluindo ele teria alta na terça-feira.
No fim da tarde meus pais voltaram ao hospital. Meu pai quando saísse de lá levaria minha tia para casa para descansar e minha mãe ficaria a noite com meu primo.
Assim que meus pais saíram para o hospital cobrei de minha prima algumas explicações afinal, para uma virgem, ela estava com muita prática em sexo oral e anal.
Depois de muitas briguinhas e brincadeiras estávamos nus na grande cama de meus pais. O sexo tem essa capacidade de tornar as pessoas mais íntimas, menos acanhadas e com menos segredos umas com as outras e minha priminha resolveu falar tudo:
- Eu era, até ontem, uma das últimas virgens do colégio. Já namorava o Marcio há 6 meses quando começamos a descobrir nossos corpos e seus prazeres sem frescuras. Antes, pela inexperiência e acanhamentos mútuos brincávamos rapidamente nos excitando e quando a coisa crescia mesmo parávamos, nem sei porquê.
- Acabei sendo levada por Marcio a conhecer o sexo oral e a-do-rei! Tudo era novidade e gozávamos rápida e deliciosamente. A coisa foi num crescente e eu já estava praticamente pronta para entregar a ele minha virgindade. Ele é o homem que eu amo e por isso seria com ele. Apesar de decidido faltava algo mais do que apenas a coragem e eu adiava o inevitável.
- Os adiamentos fizeram com que ele ficasse magoado e, certo dia, na casa dele, resolvemos tentar o sexo anal. Eu queria ser uma mulher completa para o sexo e o prazer, meu e do meu homem. Descobri, naquele dia, que não seria assim tão simples. O sexo anal doeu demais, não foi legal.
- Marcio, no auge de sua inexperiência tentou, sem sucesso, a penetração seca e a frio (sem preliminares, fiz ela me explicar) e não aconteceu. Juntos descobrimos que seria melhor usar algo para facilitar. Usamos um hidratante no pênis dele que em poucos minutos estava todo irritado. Hidratante errado e sexo anal adiado.
- Na segunda tentativa Marcio fizera o trabalho de casa e brincamos muito. Quando cedi às suas investidas contra meu “botãozinho” que de tantas lambidas e carícias se achava receptivo ele usou um tal de KY.
- A ansiedade fora boa conosco e ele estava numa ereção maravilhosa. Parecia estar maior, mais duro, mais grosso. Mas mesmo com o KY a coisa estava difícil e ele resolveu fazer mais força. Assim que ele venceu a resistência do botão que de tão assustado estava lacrado por mim, não conseguiu frear e meu grito provavelmente foi ouvido por todo quarteirão.
- Descobri assim que detestava sexo anal e que teria que me contentar em ser uma mulher incompleta. Dar o cuzinho, nunca mais!
- Passei a me preparar para a fase seguinte, por sorte não cedi de imediato. Pouco mais de uma semana depois tive que fazer um trabalho em dupla e o professor nos separou. Ele pegou um outro carinha e eu caí com seu melhor amigo, Tito.
-Você conhece o Tito. Ele é aquele índio alto e malhado, com aquele peito avermelhado, enorme, sem pelos e corpo bem definido, cabelos negros e liso, olhos negros e tão expressivos que falam por ele. O cara sempre me atraiu mas era fruto proibido – melhor amigo do homem que amo.
- Fui recebida, para elaborar nosso trabalho, pelo próprio Tito só usando um short azul largo que realçava a cor de sua pele. Olhei encantada para aquele corpo e ele deve ter percebido. Assim que entrei, ele fechou a porta atrás de mim e percebi que trancou a porta. A casa estava no maior silêncio. Liguei meu alerta – ele estava sozinho – mas os fatos ligaram também minha libido.
- Ele foi rápido. Baixei minhas coisas na mesa de centro da sala e quando erguia meu corpo ele me virou de frente para ele e me beijou carinhosamente. Apenas lábios nos lábios, mucosa sobre mucosa e quando dei por mim estávamos no segundo ou terceiro beijo apaixonado.
- Empurrei Tito para longe de mim apenas até a distância do meu braço e minha vagina se contraiu assim que meus olhos se fixaram na enorme barraca que se montara sob seu short largo. Eu havia excitado com meus beijos aquele homem lindo e delicioso, mas proibido.
- Quando me dei conta que estava tão impressionada que olhava para o short por tempo demais levantei meu rosto e encontrei um rosto sorridente, um olhar profundo que com as mãos arrebatou-me de volta para me aninhar em seu peito.
- Ele pedia desculpas e beijava meus olhos, meu rosto, meu pescoço, mordiscou minhas orelhas, me arrepiou e ganhou novamente meus lábios.
- Desta vez não consegui afastá-lo, meu corpo se deliciava colado ao dele e recebendo suas carícias. E, mais dizendo um sim enquanto tentava dizer não pedi que ele parasse com aquilo, que não estava certo.
- Veio então o golpe fatal que me deixou perdida de desejo, minto, de tesão mesmo. Eu soube que estava num caminho de volta.
- Eu quero só ajudar o Marco consertando as besteiras que ele fez!
- O quê?!
- Vou fazer você gozar muito pelo cuzinho e quem sabe ajudar a ele rompendo logo esse cabacinho.
- Não acreditei no que ouvi. Eu comentara com Marcio minha decepção por não ter gostado nem tido prazer com o sexo anal. As entrelinhas de tudo que eu ouvira deixaram claro que o Marcio comentara tudo com o Tito. Ainda assim questionei.
- Marcio falou alguma coisa?
- Ele me conta tudo e cada vez que conta aumenta o meu desejo por você. Outro dia ele já ia contando para o Francisco também. Puxei ele de lado e disse que se mais alguém soubesse eu enchia ele de porrada.
- Foram poucas palavras e muitas mensagens. Me senti tonta porém as últimas palavras de Tito me transmitiram segurança e respeito por aquele cara que mexia com todo meu corpo só com o passar dos olhos. Nunca senti tanto tesão só por estar olhando um rosto e abraçada ao corpo de um homem.
- Não podemos trair o Marcio.
- Devemos. Só assim poderei ensinar a ele a arrancar o máximo do seu prazer. Tenho que conhecer as duas partes. Ensinar a ele. O uso do KY deu em merda. Ele foi com muita sede ao pote e te machucou toda.
- Eu estava alarmada. Marcio contava ao Tito tudo, e com detalhes. Mesmo sem Tito me dizer nada eu sabia que estava na mão dele. Ele não ia precisar nem me chantagear pois eu já estava superando o medo de ser exposta no colégio como galinha, já estava desejando ser a galinha do Tito.
- Foda-se, pensei comigo. Aquele babaca não tinha que contar nossas intimidades para ninguém
- Me agarrei àquela raiva para justificar a traição, que eu já sabia que ia rolar de qualquer forma, mas como uma simples vingança ficava ainda mais gostosa, e isso confortou meu sentimento de puta, de vagabunda.
- Só que eu não consigo me enganar, apenas me desculpar. Na verdade meu corpo inteiro implorava para que eu fosse a mais vagabunda das mulheres nas mãos daquele homem, daquele índio com uma pica enorme (pelo menos para mim que só conhecia a do Marcio).
- Eu soube sobre a imensidão da pica porque agora eu tomara a decisão, e com ela a coragem, e estava usando minhas duas mãos para conhecer pelo tato o troféu do dia enquanto, sendo beijada avaliava o estrago que aquela língua deliciosa iria fazer no meu corpo. Só uma coisa me preocupava naquele momento. Minhas mãos comunicavam ao meu cérebro que esse cara era maior e mais grosso do que aquele que me fizera sofrer. O medo também se instalou em mim e no meu cuzinho piscante. Mas a ansiedade de vencer qualquer medo para experimentar aquela delícia e, quem sabe, aprender a gozar como tantas outras mulheres era bem mais forte.
- Junto com o fim do beijo vi meu vestido voando cabeça acima. Ainda assustada já estava rendendo-me ao prazer que mão e boca proporcionavam aos meus seios. Eles se sentiram desejados, sugados, mordidos, amassados, massageados, apertados, admirados.
- As sensações que aquele homem me transmitia só através de meus seios me cegaram e que não sei como ele já me deixara sem roupas, agora  me via levada, de colo, para uma das camas onde fui jogada na maciez sem qualquer cuidado para em instantes experimentar meu primeiro orgasmo do dia com sua boca arrancando suspiros e devaneios enquanto passeava pela minha virilha maltratando com carícias, lábios, dentes e língua minha vulva, vagina e cuzinho. Me senti uma loba no cio quando ouvi meu próprio uivo. Nunca uivei antes de prazer. Aquilo me levou ao delírio!
- Quando, finalmente, o delicioso suplício do prazer se aquietava e eu recuperava um mínimo de consciência e de relaxamento fui surpreendida por um ataque ao meu grelo que até o momento estava intocado.
- Preso entre o polegar e o indicador lá em sua raiz começou a receber movimentos típicos de uma masturbação masculina. Um dedo me penetrou e eu sentia como se ele friccionasse a base daquele feixe de nervos, os lábios ao redor dos dedos dele me sugavam com eficiência e eu ouvia o ar que conseguia penetrar entre os dedos pela forte sucção, mas era a língua, a maldita língua do melhor amigo de meu amado namorado que mais me incendiava. Seus toques velocíssimos e sem ritmos provocavam verdadeiras ondas de choques elétricos que se espalharam pelo meu corpo trazendo de volta, com uma intensidade de jamais acreditei ser possível, o orgasmo mais arrebatador que até agora já experimentei. Confesso que aquele orgasmo me fez ficar viciada no Tito. Estando com meu namorado ou mesmo agora ao seu lado fico ansiosa pela nossa próxima oportunidade.
- O melhor estava por vir. Aquele orgasmo intenso e duradouro sugou todas as minhas energias. Minha consciência não retornava, eu não possuía o domínio de nenhum dos meus músculos e percebia, sem possibilidade de reagir, meu corpo ser rolado sobre dois travesseiros.
- Passei a ser agredida no meu pontinho rosa e fiquei entre ansiosa e temerosa. A minha primeira experiência anal havia sido infernal, eu explico: queimou, ardeu, doeu, machucou e não me deu qualquer prazer. Alguns destes danos demoraram a passar. Mas eu queria muito ser sexualmente completa, gozar de todos os meios, em todas as direções e dar prazer máximo ao meu parceiro.
Pela primeira vez interrompi seu relato. Estava extasiado. Ouvia e me transportava assistindo mentalmente as cenas que ela tão bem desenhava. Mas a palavra agredida me incomodara.
- Então, mais uma vez alguém te machucou ao tentar possuir seu cuzinho?
- Nada disso!!! – Ela quase gritou. - A agressão se deve ao empenho de todo seu corpo ao redor de um único ponto. Ele cheirou, lambeu, mordeu, acariciou e fez tudo que é possível ser feito naquele único ponto sem mais se preocupar com o resto de meu corpo. Ele só começou ações efetivas no sentido de capturar para si minha bundinha quando, já recuperada e totalmente pronta e desejando muito ir além, resolvi pedir que ele me penetrasse.
- Ainda assim me fez garantir que desejava – e muito – ser sodomizada, ser vulgarmente considerada uma galinha, ser uma putinha completa. Ele me fez garantir que eu queria, mesmo, cornear meu namorado – seu melhor amigo.
- No princípio responder aquele questionário enquanto ele castigava de prazeres incompletos minha bundinha parecia atender o propósito de me humilhar, mas na medida que tudo aquilo passou a me instigar, excitar, estimular, atiçar e acirrava todo meu desejo sexual em um só ponto eu entendi que ele buscava uma entrega incondicional, queria quebrar o medo que sua língua percebia quando lambia o que ele chamava de “meu pontinho rosa”.
- Quando garanti que não queria que ele se preocupasse com meus medos e que só desejava a garantia que ele acataria minha vontade caso eu desejasse em algum ponto desistir ele passou a uma outra fase.
- Mais uma vez surgiu diante de mim um tubo de KY. Pela primeira vez vi um vibrador que só conhecia das revistas. Ele era fino e formava um conjunto de bolinhas.
- Com alguma dificuldade ele passou a brincar em minha vulva e aquele brinquedinho passou a entrar e sair de “meu pontinho rosa”.
- Enlouquecida de tesão eu tentava facilitar o acesso da língua ao meu grelo enquanto ansiava por engolir aquele homem inteiro de costas para ele. Meu cuzinho piscava e precisava de domínio, precisava ser preenchido e domado, precisava causar arrepios e proporcionar prazer.
- Quando ele finalmente se dignou a encostar aquela ferramenta mágica no meu cuzinho me esforcei para engolir ele inteiro imediatamente. Como somos sexualmente apressados!?
- Assim que ele percebeu que a cabeça enorme vencera a primeira resistência de minhas pregas ensandecidas teve que conter meu corpo. Ele permitia meu rebolar mas continha as investidas com as quais eu tentava surpreendê-lo para ter aquilo tudo que estava deliciosamente já abocanhado por mim.
- Ele me pediu paciência, disse que queria que eu dominasse o processo da penetração mas queria que eu permitisse que ele conhecesse vagarosamente todo o percurso.
- Relaxei um pouco e controlando toda a minha ansiedade fiz o que ele pediu sem retroceder um só instante. Mais rápido do que eu desejava senti o corpo dele colar ao meu, seu delicioso saco bateu em minha vagina.
- Um instante estava tudo lá e em seguida um vazio incomensurável. Ele tirou tudo e deixou só a cabecinha dentro de mim e me pediu para repetir, agora ainda mais devagar.
- Essa tortura aconteceu umas cinco vezes e eu sentia os lábios vaginais tremerem, a contração interior intensa, um prelúdio de orgasmo que naquele formato jamais iria evoluir fornecendo-me o prazer que eu sonhara. O temor da dor já não existia, era delicioso sentir um homem enorme como aquele dentro de minha bunda, inteiro, completo e me arrepiando toda aos pedaços.
- Mordi o travesseiro a minha frente contendo um grito gutural que se desprendera do meu interior. Ele, sem avisos, começou a bombear vertiginosa e completamente meu cuzinho. Em certos momentos, para meu deleite, eu sentia que a pica saíra inteira e brutalmente reencontrava seu caminho o que ao invés de me causar dor elevava o prazer que eu experimentava. Mas quando ele encostou aquele vibradorzinho no meu grelo eu me senti inteira como se fosse uma vagina gozando. Eu não existia, só existia o orgasmo e o travesseiro que eu mordia apaixonada pela intensidade do orgasmo. Era um orgasmo diferente de todos que eu já tivera. Descobri em devaneio que gozar pode ser tudo igual mas tem sabores diferentes, distintos e especiais.
- Tito me ensinou em poucos momentos muito mais do que eu aprendera em meses de namoro. Ele conseguiu deixar-me viciada nele, em seu sexo.
- Incrível, mas tenho que reconhecer que não sinto por ele qualquer sentimento especial, nem mesmo amizade, é só sexo. Mas também não sinto aquela atração por nenhum outro homem. Não casaria com ele, mas hoje, se eu casasse, já casaria com amante.
É claro que a essa altura eu estava enciumado e desejando comer imediatamente minha priminha para tentar superar esse índio pelo qual ela estava viciada. Isso era meu desafio a partir de então, mas não ia ser possível. Meu pai estava com a mãe dela no carro esperando para juntas irem para casa.
Ao perceber o movimento na casa interrompemos o delicioso relato, nos vestimos sem sequer nos tocar. Nosso tempo acabara. Meu pai não demonstrou qualquer espanto por nos encontrarmos sentados em sua cama, apenas conversando, comunicou os fatos e se retirou já em direção a seu carro, estacionado junto à calçada.
Audaciosa, assim que meu pai se afastou em direção da porta, beijou meus lábios, ajoelhou-se e sugou a lubrificação que minha pica duríssima secretava, subiu na cama e pediu um beijinho no grelinho e aos pulos foi ao encontro de sua mãe.
Eu ia ficar caçando uma nova oportunidade! Mas, exatamente naquele instante, corri para o banheiro. Foi o que me restou! Gozar sozinho, estimulado por mim mesmo, numa punheta que fiz durar o máximo que consegui!
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Toca de Lobo

Tópico: A primeira vez de minha priminha 2 – Confissões

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