Aninha - A Irmãzinha Currada!

18/01/2009 00:00

 

Só quem é do Rio de Janeiro sabe do leque de oportunidades que se apresenta diante de um jovem de 23 anos que saí, por volta das 13hs, do prédio onde trabalha alcançando quase imediatamente a Cinelândia. O centro do Rio é lindo, com prédios históricos e a Cinelândia, como o nome sugere, reúne cinemas famosos, o Teatro Municipal, além da Biblioteca Nacional, bares e restaurantes, como o Amarelinho, isso só no seu entorno.
Aos 23 anos é muito fácil optar por pegar o carro e, pelo Aterro do Flamengo, ir até uma das mais belas praias como Leme, Copacabana, Ipanema, mesmo estando perto da Lagoa Rodrigo de Freitas preferir ir até São Conrado, Barra da Tijuca, ou mesmo a Floresta da Tijuca.
Nada disso Luiz levou em consideração. Ansioso pegou seu carro e seguiu para casa. Ele seguia pensando em Aninha, sua irmãzinha de 18 anos que devia estar sozinha em casa. Ela certamente estaria triste e insegura. Cada vez mais veloz, cada vez mais preocupado com sua irmãzinha, ele inicia uma discussão consigo mesmo falando alto:
- Que cinismo esse meu. Quero enganar até a mim mesmo. Confessa que é o homem quem quer chegar em casa! Canalha.
Depois, rindo, concentrou-se na direção enquanto recordava os acontecimentos do penúltimo fim de semana (ler em: Minha Irmãzinha: Aninha. Ele fora surpreendido, é verdade. Resistira ao máximo, só no princípio, mas resistira. Agora estava muito difícil resistir. Ele experimentara a fêmea maravilhosa que sua irmã, mesmo inexperiente, já mostrava ser e prometia ser ainda muito melhor! O conflito mental voltou a sua mente. Ela é apenas uma criança, apesar de seus 18 aninhos, inocente e moleca, mas um tesão na cama, fez questão de terminar assim enquanto reduzia a velocidade e os ruídos do carro para poder chegar a casa sem ser percebido.
Abriu com cautela a porta principal. Sua audição logo lhe ofereceu a posição da presa. Mais que um caçador, ele como um verdadeiro predador subiu pé ante pé, recostou na porta entre aberta. Com cuidado cauteloso abriu a porta um pouco mais. A TV estava alta, apresentava um show musical que ele ignorou. Seu olhar fitou todo o corpo da irmã, deitada de bruços, pernas abertas e para o alto, dançavam ao ritmo da música. Passeou seu olhar, fixou-se naquela bela e tenra bundinha. Ela escondia as deliciosas sensações que ele não conseguia esquecer. Mais atento percebeu que o largo e curto short amarelo, daqueles que se amarram na cintura, mostrava e ocultava a penugem pubiana, o risco rosado, com lábios apetitosos. O desejo se anuncia inadiável. Ele, então, já não mais suportando só admirar o objeto de seu desejo, se anuncia.
- Oi, Aninha! Cheguei!
- Legal! - retruca ela, sem dar maior importância e voltando-se para a TV.
Ele é só frustração. Ele pensava que ela, como ele, estaria ansiosa para curtir algumas horas totalmente a sós. E ela diz só um "legal!". Enquanto ele está se ressentindo parece que Aninha assimila sua presença, sai do transe televisivo, roda sobre seu corpo, bate com os pés no chão e pula sobre ele quase o derrubando. Com os braços agarrados em seu pescoço e as pernas cruzadas em sua cintura, ela ri do leve desequilíbrio, alheia aos riscos de um sério tombo.
- O que houve que você chegou tão cedo! Já ta saindo ou já chegou mesmo, de vez! O que que houve para sair mais cedo? - Ta com fome?
Ela fazia uma chuva de perguntas. Lembrara da última vez que pulou em seu colo. A loucura que fizera. Fizera não, fizeram! Ela estava doente naquele dia, estava tomada pela luxuria, pelo tesão, endemoniada. Fazer tudo aquilo com o próprio irmão. E o que é pior, gostar de ter feito. Querer fazer de novo. Ter ele outra vez! Não! Definitivamente não podia! Mas como sair de seu colo sem parecer fuga? Como não magoá-lo. Ela resolveu tentar ir lentamente, disfarçando, de seu colo para o chão.
Luiz, por sua vez, ao tê-la em seu colo, acreditou que toda cena fosse se repetir. A tagarelice alertou o seu espírito. Aos poucos ele foi percebendo a hesitação de sua irmã. Os seios que estavam esmagados contra seu corpo se afastaram. As aréolas estavam intumescidas, mas Aninha já não encostava-se nele. Seus braços, que envolviam a cintura dela, instintivamente foram descendo e apoiavam seu corpo pela bundinha quando ela começou a tentar fugir do seu colo. Ele resistiu. Tentou conter seus gestos.
- Vou pegar um lanche para você! - Ela tentava descer a perna, tocar no chão. Seu corpo todo se entortara naquela manobra.
- Eu tenho no meu colo todo o lanche de que preciso! Ele aproveitou a incomoda posição, contida pelos seus fortes braços, e posicionou seu pênis entre as pernas dela.
Aninha tentava resistir, mas cada movimento mais aproximava aquela pica dura, forçando o tecido da calça, para roçar diretamente em sua bucetinha. Ela não sabia se conseguiria resistir. Ela sabia-se apaixonada por seu irmão e, por isso, precisava agradar, obedecer, servir e dar a ele todo prazer que desejasse.
- É melhor agente parar com essas brincadeiras. Mamãe pode chegar! - ela falou com tanta meiguice para não magoar o irmão que ele empolgou-se.
- Fica quietinha. Fica aqui no meu colinho. Enche-me de beijinhos, Aninha. - ele levantou seu corpo com facilidade colocando-a na posição anterior. Enfiou uma das mãos pelo short largo da menina e, na posição em que se encontrava passou a bolinar sua bucetinha da forma que pode, isto é, apenas com o polegar que descia tudo que podia e subia espalhando toda a lubrificação que Aninha produzia e ficava, lá em cima, brincando com seu grelinho para em seguida repetir o movimento.
Aninha queria, precisava escapar. Para não ceder aos seus beijos abraçara-se a ele, mas agora agonizava tentando conter seus gemidos. Todo esforço não impedia sua respiração de ficar forte e ofegante no pescoço dele, muito pelo contrário.
Luiz percebendo que ganhava terreno começou a beijar o ombro de sua irmã, dava-lhe pequenas mordidas, sussurrava sobre as qualidades da irmã, sua beleza, a frescura de sua pele, o calor de seu corpo, o tesão que lhe provocava. Seus lábios vão abrindo caminha pela nuca, pelo pescoço da menina que já está arrepiada. Ela já está sendo dominada pelo prazer e aos poucos vai se entregando nos braços de seu irmão. Ele encosta os lábios nos dela, mas não beija. Afasta-se olhando em seus olhos. Pede para ser beijado. Ele quer subjugá-la. Encosta novamente os lábios e orça os dele nos lábios dela. Arranca dela um forte suspiro. A boca entreabre. Ela sente a língua dele avançando dentro de sua boca. Permite o acesso lento e quando dá por si está beijando ardentemente seu irmão. Seu cérebro grita com ela, tenta trazê-la de volta a razão. Está tudo errado!
- Para! - ela fala de súbito afastando seu corpo do dele. Mas está presa com as pernas em torno da cintura dele, o polegar continua a fustigá-la. E agora, em resposta a sua súbita reação, o polegar vai adentrando sua bucetinha encharcada e gulosa. Ele se revoluciona dentro dela. Os olhos dela faíscam de ódio, de paixão. Ela abre a boca, vai falar alguma coisa, mas geme e joga a cabeça para trás sentindo que o orgasmo vai dominá-la totalmente. Ele agarra seus cabelos, puxa seu corpo, cola sua boca na dela e enquanto a beija tira o dedo e vai deixando seu corpo descer vagarosamente. Agora ela sente roçando em sua buceta aquela pica dura e deliciosa. Consegue descer as pernas. Trêmula, fica de pé e se abraça a ele totalmente entregue aos seus beijos e ansiosa para retomar o orgasmo que não aconteceu.
Luiz está transtornado por seu tesão. Termina o beijo carregando a irmã, pelos cabelos, até seu quarto onde entra e tranca a porta.
- Agora é sem frescuras maninha. Estamos aqui trancados. A mamãe, se chegar cedo, vai chegar lá pras 7 da noite. Papai só depois das 8. Temos muito tempo e você vai passar esse tempo todinho sendo minha vadia, me servindo sexualmente. Começa tirando minha roupa.
Surpreendida pelos gestos e atos de seu irmão, levando-a, à força, para seu quarto, falando rudemente com ela, faz que um pranto desabe e ela está soluçando francamente. Ainda assim não ousa desacatar a ordem recebida. Lágrimas pingando, corpo sacudido pelos fortes soluços, ela tira a camisa dele e pendura atrás da porta. Olha fundo nos olhos dele. Não encontra ali nem piedade nem outra coisa qualquer que não seja seu tesão. Conforma-se. Desabotoa o cinto, abre a calça e vai ajoelhando enquanto desce a calça com cueca e tudo. A fera enorme, rígida, imponente, agora, está à solta. Ela estremece. Hoje ela lhe parece enorme e não fofinha como na primeira noite. Uma gota se forma na pontinha da cabeça avermelhada e ele, mais uma vez agarrando seus cabelos, faz com que ela limpe a gota com os lábios.
- Vai resistir sua puta! - ele fala e imediatamente levanta seu corpo pelos cabelos, arranca suas roupas com facilidade. Senta na cama, deita seu corpo sobre seus joelhos com a bundinha para cima e começa a dar palmadas que vão tingindo toda a área como carimbos avermelhados dos dedos dele. Ela só chora. Não reclama, não grita, não tenta fugir. Estranhamente sente uma intensa quantidade de lubrificação e se nega a crer que possa estar gostando sexualmente de apanhar! Isso não, ela detesta a dor. Mas quando Luiz passa a acariciar e beijar sua bundinha toda ardida todo seu corpo estremece e se arrepia. Ele se dedica a estas carícias e aos poucos volta a introduzir seus dedos vulva adentro. Acaricia o clitóris, penetra e se instala dentro dela e só quando percebe que ela está totalmente acesa estanca tudo e diz que ela está de castigo por ter sido uma menina muito malvada. Faz ela se ajoelhar e lhe oferece mais uma vez a pica enorme. Desta vez ela não hesita. Temendo novas palmadas na bunda já dolorida abre o máximo que pode seus lábios e aloja o que cabe daquela pica dentro da sua boca.
Enquanto Aninha luta para agradar e satisfazer seu irmão, como é sua missão de irmã apaixonada, ele vai orientando seus movimentos fazendo com que ela aprenda a ser uma puta de primeira, uma pirainha de escola, uma vadia safada, como ele mesmo qualifica. Ela, seguindo as orientações, forra os dentes com seus lábios, tenta, sugando, engolir ao máximo aquela pica e depois vai tirando ela vagarosamente da boca, brincando com a língua nela e quando ela sai totalmente lambe com carinho, beija, contorna a cabeça com a pontinha da língua, brinca com o prepúcio e volta a engolir tudo que pode.
Seus joelhos estão doendo. Sua mente lhe acusa de endemoniada. Sabe de seu pecado por não ter resistido tudo que podia àquela tentação. A culpa de tudo que está acontecendo é totalmente dela. Ela atiçou seu irmão na noite anterior e agora vai ter que serví-lo obedientemente.
Luiz está acariciando seus cabelos. Comemora o fato da irmã ser deliciosa, submissa e boa aluna. Ele está maravilhado com o prazer que ela está lhe proporcionando apesar de inexperiente. Aliás, isso é o que ele mais gosta, saber que ela jamais chupou outra pica sem ser a sua. Eu sou um safado, se questiona, usando sexualmente minha irmãzinha. Mas, se não for eu vai ser outro cara que não a ama como eu. Que só vai querer meter e, satisfeito, ir embora. E ela chupa tão bem, com tanta delicadeza. Ela até já está merecendo gozar um pouquinho. Levanta e faz a irmã deitar-se de costas.
Ali deitada a jovem menina, de bruços, apresenta a perfeição da jovialidade. A bundinha se destaca: redonda, durinha, empinada. As coxas grossas formam na virilha um buraquinho sensualíssimo. Ele afasta os cabelos e beija sua nuca. Ela se arrepia imediatamente. Todo o corpo é um só arrepio que vai se intensificando enquanto ele passeia por toda sua costa. Pula para o pé e vem subindo. O corpo dela já se contorce. Ela geme baixinho. Está ofegante e suspira forte ao receber uma linguada desde o início do rego até o pontinho rosa do cuzinho onde Luiz se detém um pouco mais.
Aninha se condena a cada arrepio, a cada gemido, a cada suspiro, a cada prazer recebido. Ela sabe que é a culpada pela loucura que seu irmão está praticando. Como pode sentir prazer ao ser tocada por Luiz, seu maninho de todas as horas. O que o padre vai dizer quando ela confessar. Ela terá coragem de confessar tudo isso ao padre Lima? O severo padre Lima é capaz de desmaiar se eu contar o prazer que sinto com esta deliciosa língua brincando no meu cuzinho. Como vou contar pra ele que meu cuzinho esta piscando e eu estou querendo a piroca enorme do meu irmão se enfiando, inteira, todinha, nele. Eu sou um caso perdido, uma pecadora pervertida. Agora é que eu vou gozar como uma cadelinha no cio, pensa ela enquanto seu irmão vira seu corpo na cama e passa a lhe beijar todo o rosto.
Luiz vai beijando o rosto, o pescoço, os ombros, mas pulou sua boca. Os peitos, o umbigo, mas pulou os biquinhos, a pélvis, os pelos, as coxas, mas pulou a vulva inteira, as pernas, os pés... É agora, fica a menina esperando. É agora que ele vai destruir comigo. Eu já estou tão louca que vou me gozar toda.
Luiz vai subindo e arreganhando as pernas dela. Beija sensualmente, chupando vigorosamente, seu grelinho, pula para o mamilo que também é chupado, cada um, com toques deliciosos de língua e, quando finalmente, beija a boca de Aninha, ela se entrega ao orgasmo que fica reclamando por três línguas, uma em cada ponto de seu maior prazer. Ele vai subindo e descendo tentando arrancar o máximo daquele orgasmo e ela se desespera.
Aninha se julgando a mais vulgar das mulheres esta prendendo a cabeça de Luiz na sua buceta o mais forte que pode. Junta os seios, apertando-os para os biquinhos receberem mais carícias e tenta corresponder a todos os beijos desesperadamente. Seu corpo se convulsiona, suas costas pulam e caem sobre o colchão e quando Luiz se fixa, finalmente, em toda buceta brincando em toda extensão e surrando seu grelinho com pancadas de língua, Aninha sente todos os músculos travarem, o corpo se enrijecer trêmulo, sente que está puxando o próprio cabelo, seus olhos estão perdidos, sua respiração cancelada, nada funciona e seu cérebro faz espocar luzes em flashes e ela precisa gritar, falar do amor que está sentindo por seu irmão e só consegue soltar um gritinho baixinho, agudo e, por fim, sente seu corpo inteiro relaxar.
Aninha enlouquece justo nesta hora. Quando o alívio do relaxamento chega deixando a saudade de um prazer medonho ela sente seu corpo inteiro pressionado pelo peso do corpo de seu irmão. Suas pernas sendo erguidas para os lados e para o alto. Sua buceta invadida por um colossal membro que se aloja profundamente e logo começa a se movimentar freneticamente dentro de si reascendendo o orgasmo antes que ele se esvaísse de vez e agora estava experimentando uma onda orgástica que estourava e logo era substituída por outra que crescia rapidamente e estourava e logo em seguida outra e mais outra. Isso era uma loucura, uma montanha russa de emoção e prazer até que, de repente, a onda estoura e a sensação permanece, louca, intensa, alucinante. Ela sente a ejaculação de Luiz invadindo-lhe as entranhas e só então consegue reagir.
- Isso maninho, goza, enche, inunda tua irmãzinha, tua putinha.
- Isso maninho, me faz louca de prazer, louca por você.
- Mexe esse caralho dentro de mim, maninho, não para não se não eu morro.
- Mete com força, filho da puta, não pára, não pára, me arreganha, me arrebenta, me arromba e goza, explode dentro de mim!
As palavras saem entremeadas de gemidos, gritinhos, mordidas nos lábios. Os olhos estão injetados. O prazer pode se perceber intenso na expressão que o rosto de Aninha adota. Nos estertores deste magnífico orgasmo ela se pendura no pescoço de seu irmão e finalmente se larga deixando seu corpo cair pesadamente sobre o colchão.
Alguma coisa toma conta de Aninha a partir daquele instante. Ela se levanta acesa. Puxa Luiz pela mão, destranca a porta do quarto e literalmente arrasta ele até o chuveiro. Empurra-o para dentro do box, abre a água e se joga sobre ele beijando-o seguidas vezes. Enaltece o ego de Luiz chamando-o de meu macho, meu machão. Elogia sua pica, enchendo-a de beijos, dizendo que ela é linda, gostosa, cheirosa, saborosa e quando ela endurece chega a bater palmas. Mas continua chupando até ela estar totalmente rígida.
Louca ela dá as costas para o irmão dobra o corpo, arreganha a bunda e pede:
- Me estupra maninho. Arromba meu cuzinho. Quero gozar como uma cadelinha currada. Quero gozar pelo cu. Vem me comer meu machão filho da puta.
A loucura toma conta também de Luiz que, sem lubrificar a pica, encosta na entrada daquele cu praticamente virgem e força até enfiar a cabeça dentro dela. Aninha, sentindo-se invadida, quase grita:
- Agora fica paradinho, seu puto, que eu vou engolir sozinha esta pica inteira.
Ela rebola e vai enfiando com dificuldade um pequeno pedaço da pica. Quando sente que uma boa parte já entrou, ela tira deixando só a cabecinha e vai investindo outra vez até engolir um pouco além daquela marca anterior até que, em poucos minutos, toda pica está engolida, entrando e saído facilmente.
- Agora é com você maninho. Deixa essa cabeçuda sair e começa tudo outra vez.
Luiz obedece. Ele está visivelmente excitado, mudo de tesão, e tira a pica inteira e invade todo o cuzinho da irmã de uma só estocada. E tira todinho para tornar a enfiar. Aninha está delirando, falando palavrões, palavras sem nexo, rebolando, parecendo uma puta experiente com o cuzinho já todo arrombado, tal sua desenvoltura.
Um ruído de carro, uma buzinada e Aninha se desespera. Tenta fugir dali. Quer correr para o seu quarto. Sua mãe chegou. E, é claro, já viu o carro de Luiz na calçada.
Luiz retém Aninha no box e começa a aumentar suas estocadas no cuzinho dela. Ela olha para ele e reclama baixinho. Quando ela está reclamando ele enfia tudo, sem aviso, em sua bucetinha estocando seguidas vezes. Alterna voltando ao cuzinho e ela volta a reclamar ao ouvir o barulho da porta e mais uma vez, feito louco, alucinado, ele penetra a buceta dela.
Aninha está se debatendo e Luiz estocando sua buceta. Ele tira tudo e enfia no cuzinho vagarosamente enquanto aperta seus peitinhos com uma das mãos e esfrega o grelinho com a outra.
A mãe chama por ela lá de baixo. Aninha sente que vai gozar e consegue gritar que está no banho e já vai descer. Assim que se cala entre em um convulsivo orgasmo em que seu corpo inteiro se arrepia intensamente e treme e quica. As pernas lhe faltam e Luiz a sustenta mantendo as estocadas mais velozes e profundas. Ela só consegue falar baixinho:
- Maninho, to gozando muito gostoso pelo cuzinho! Eu te amo. - nada mais conseguiu dizer e ficou mordendo a mão para conter gritinhos e gemidos.
A mãe torna a chamar e Luiz no mesmo momento ejacula dentro de seu cuzinho. A porra escorre pelas pernas para o chão do box. Agora é ele quem está com as pernas trêmulas. Ela sai da posição, se abaixa e mantendo ele na mesma posição com as pernas trêmulas, chupa as últimas gotas daquela pica em pleno gozo.
De súbito, foge do box, se enrola numa toalha e gritando para mãe que Luiz a arrancou do banheiro para tomar banho, fecha a porta e desce. Luiz ainda pode ouvir as risadas da mãe e novos resmungos da irmã saciada.

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Toca de Lobo

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