cORNO POR CULPA DO TEMPORAL

02/02/2019 13:53

Cheguei em casa transtornada. Tomei banho, um longo banho. Esfreguei a toalha pelo corpo imundo. Me sentia suja. Mas meu corpo estava relaxado e minha mente me sabotava.

Fui para cama, chorava. Chorava com minha mente me condenando, mas eu me tocava e ela me acusava. Me chamava de puta e me dizia que eu gostei tanto de ser puta que ia continuar sendo.

Eu pensava em meu marido e minha mente completava: marido não, ele agora é seu corno e você gostou. Vai continuar trepando com outro ou até com outros.

Ele não tinha que chegar agora. Eu estava frágil, mas ele estava entrando em casa e já chamava pelo meu nome.

Ingrata, puta, me acusava a mente. Um homem que te ama tanto, que te respeita e você com o corpo realizado e sujo por outro homem. Você acha que com um banho você conseguiu tira a porra da boca? Da vagina? Do cuzinho dolorido e feliz por perder a virgindade?

Você acha que suas lágrimas vão fazer você esquecer aquela piroca que você se apaixonou quando pegou com as duas mãos para pegar toda? Você vai ter que contar tudinho a ele. Tudinho. Desde o início. Tem que contar que a partir de hoje ele é corno e que você gostou.

Ele abriu a porta e acendeu mecanicamente a luz. Parou estupefato com a imagem de sua esposa nua chorando com a toalha de banho no rosto para esconder sua vergonha.

Passado o susto, com o aumento do choro e soluços, ele senta ao meu lado, me puxa para si, me põe no colo e começa a me encher de beijos amorosos, carinhosos, reconfortantes.

— O que houve. Me conta, por favor. Estou agoniado. Pode me contar.

— Não posso. Se eu mesmo não me perdoo, como você vai me perdoar.

— Já está perdoada. Pronto. Agora me conta.

Eu o olho nos olhos, rosto fechado de enorme preocupação. Preocupação comigo, uma puta, uma traidora, uma esposa que teve a coragem de cornear um marido perfeito. Tudo estava perdido e eu, me enchendo de coragem, só consegui murmurar:

— Eu te traí.

— Como assim, me traiu?

— Eu fiquei com outro homem.

— Como assim “ficar”, não estou entendendo.

Entendendo ele estava, mas não queria acreditar. Eu tinha que acabar com aquela agonia que me dominava e feria a ele lentamente.

— Eu sou uma puta, uma devassa, uma adúltera. Trepei com outro homem.

— Quem? ... Quando? ... Por quê?

— Isso lá importa Alfredinho! Eu vou arrumar minhas coisas e sair daqui agora mesmo, estou suja!

— Calma! Calma!

Ele estava quase gritando, mas abaixou a voz e me olhando com ternura e com uma voz apaziguadora ele simplesmente pediu:

— Me conta tudo, com todos os detalhes, não oculte nada.

Filho da puta, virou corno e está calmo deste jeito, nem a cama ele esmurrou! Vou contar tudo, tintim por tintim. E comecei a narrativa sem permitir interrupção:

Já havia saído do trabalho e seguia para o metrô quando caiu aquela pancada de chuva de verão inesperada. Eu estava uniformizada, toda de branco e, de repente, me vi praticamente nua na rua. Um carro quase me atropelou e buzinava. Era o Heitor, aquele negão ex-marido da Marilda.

Entrei no carro sem frescura, ele não era nenhum estranho. Ele, como sempre divertido, riu muito de toda situação. Ele mora perto do centro da cidade e me convenceu que era melhor eu ir até a casa dele, pegar uma roupa da Marilda para poder ir para casa de forma honrada.

Juro que esqueci que eles estavam separados e aceitei com naturalidade. Ele foi me fazendo rir, me deixando tão a vontade que relaxei. Saímos do carro na garagem indo direto para o elevador que já deixa na sala dele. Chegando lá ele acendeu as luzes, pegou duas doses de uísque, me deu uma, ligou o ar condicionado e me largou ali com a garrafa de uísque do lado e foi para dentro da casa.

Voltou só de short. Pedi para ir ao banheiro. Ele me levou até a suíte do casal e na porta do banheiro pegou uma toalha branca enorme e me deu recomendando que eu tomasse um banho enquanto ele pegava uma roupa para mim.

Eu estava sob o chuveiro quando a água começou a me queimar e no susto eu gritei. No mesmo instante ele estava ao meu lado me retirando com facilidade da banheira e, comigo no colo temperou a água e me colocou novamente sob o chuveiro. Não tive tempo nem de esboçar qualquer frescura. Mas ele ficou ali, olhando meu corpo com gula, como se não fosse nada demais.

Eu não quis ser indelicada apesar dele estar sendo e perguntei pela Marilda. Levei um choque como se a água tivesse esfriado totalmente. Ele, em uma gargalhada me lembrou que estavam separados, tirou o short e, sem cerimônias, entrou na banheira.

Confesso que cheguei a pensar em como me rebelar, mas me peguei embasbacada sendo uma piroca negra, linda, grossa e enorme a pulsar na minha frente. Estava inerte quando ele me pegou com as duas mãos pelos cabelos e levou minha cabeça de encontro aquele mastro encantado. Quando dei por mim estava ajoelhada me esforçando para colocar o máximo daquilo em minha boca. Eu me entregara sem nem perceber. Ele começou a foder minha boca. Me engasguei, era muito grossa, dura e enorme. Ele se afastou e me perguntou serenamente por você me dizendo que te adorava e que só por isso tinha aceito uma antiga oferta sua.

Minha mente estava tão atabalhoada que antes dele terminar de falar eu estava agarrada naquilo tudo e me entregando àquela pica com devoção. Que vergonha! Mas foi assim mesmo, eu estava entregue, encantada. E não foi por estarmos a duas semanas sem sexo. O desejo de conhecer aquilo estaria presente mesmo que tivéssemos feito sexo ontem.

Ele me ergueu e sem pressa começou a beijar todo meu rosto enquanto acariciava as partes que mais acendem meu corpo. Quando ele beijou minha boca com paixão eu me senti encharcada.

Não foi a boca dele que foi descendo pelo meu corpo. Ele manteve meu corpo colado ao dele e foi me erguendo com sua boca passeando por mim. Brincou perto do meu grelinho inchado e querendo explodir.

Rodou meu corpo no ar. Fiquei de costas para ele, com as mãos na parede e trêmula enquanto ele mordiscava, lambia e sugava minha bundinha, meu cuzinho, minha boceta sem tocar no grelinho que reclamava por afeto.

Ele foi abaixando meu corpo. Quando aquela piroca tocou meu sexo, entre minhas coxas, a cabeça estava lá, visível. Fiz de tudo para enfiar aquilo tudo em mim e ríamos das minhas desengonçadas tentativas.

Ele saiu da banheira comigo no colo. Me sentou na pia fria e eu já sabia que ia levar pica. Que nada, ele fechou o chuveiro, passou rapidamente uma toalha por seu corpo que ficou cheio de gotículas e com a outra enorme toalha começou a me enxugar. Enxugar mesmo. Eu sentia as carícias, mas ele estava literalmente me enxugando.

Eu estava seca quando ele me entregou a toalha dele e se ofereceu inteiro para mim. Que corpo aquele homem tem. Não só aqueles músculos delineados, mas você não encontra um ponto de gordura e a barriga firme só não é tanquinho porque ele não gosta.

Quando eu comecei a enxugar sua piroca sempre pulsante ele me levou de colo para a cama e antes de começar perguntou formalmente se eu queria te trair. O meu “claro que sim” nos fez rir e estávamos rindo quando ele me castigou. Me xingando, falando impropério, te chamando de corninho e dizendo que eu merecia uma surra ele batia carinhosamente no meu grelinho inchado quase me levando ao gozo.

Ele não me deixou goza. Me virou de bruços, ergueu minha bundinha e eu sabia, agora ele vai me arreganhar. Que nada. Suas mãos acariciavam meu corpo e sua língua mais uma vez me castigava.

Agora eu não escaparia. Ia gozar muito, muito mesmo. O canalha parou, saiu da cama, me pegou como se eu fosse um graveto. Minhas pernas arreganhadas presas em seu braço. Suas mãos apoiando a minha nuca. A piroca na marca do pênalti e ele passou a pedir para que eu o dominasse inteiro.

Eu enlouqueci. Fazia de tudo e a pica insistia em ficar na beiradinha. Ele perguntou mais uma vez se eu ia realizar seu sonho de ser corno e eu gritei que sim pois a cabeça entrou num susto e eu gozei na hora. Alfredinho, que gozo! Eu estava explodindo só com a cabecinha daquela pica enorme.

Eu queria tudo, cada centímetro, estava alucinada, uma puta no cio e só enquanto aquilo me arranhava, me alargava e me arrombava gozei três vezes. Estava mole quanto o corpo dele grudou no meu e me sentia dona de um tal preenchimento que jamais julguei que minha bocetinha iria acatar.

Me agarrei ao Heitor e enquanto eu estudava alguma forma daquilo me deixar assada ele me fez agarra o pescoço dele e foi erguendo minha bundinha retirando-se lentamente de dentro de mim. Ia sair, eu senti e ele me soltou. Eu gritei, gritei de prazer por sentir aquilo tudo escorregando para dentro de mim. Gozei uma duas vezes até que ele desembestou a dar estocadas cada vez mais velozes. Eu urrava, pedia mais, te chamava, queria muito que você me visse gozando. Desta vez perdi a noção de tudo, o controle dos movimentos, eu era um arrepio só.

Minha gente, eu não percebi o quanto meu marido estava louco. Ele já estava nu e me pedia para repetir o que eu queria.

Entrei no jogo dele e quando repeti que eu queria que ele estivesse ali me vendo gozar com o negão bem dotada, ex-marido da Marilda ele me atacou e, depois de muito tempo fizemos um sexo fenomenal enquanto eu contava a ele que ele era muito pequeno que eu estava alargada e toda cheia de porra Heitor por todo lado. E pedia a ele para beijar minha boca que brincou com a porra do Heitor até engolir tudinho.

Alfredinho não é lá essas coisas na cama nem tem essas resistências. Desta vez, fenômeno, ele gozou duas vezes. Mas depois dormiu.

Amanhã conto o resto todinho a ele, e a vocês. Aguardem…

 

 


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