Marido Paquerador Virou Corno!

19/01/2009 00:00

 

Não sei com que coragem minha prima ligou para mim confidenciando estes fatos na manhã desta segunda-feira, mas estou ansioso pela ligação dela me contando como seu marido, de paquerador, virou CORNO.
Um casal amigo nos convidou para curtir a noite de domingo nos Arcos da Lapa e resolvemos ir em nosso próprio carro para encontrá-los por lá. Por uma incrível coincidência passamos por eles quando estacionavam e nossos carros ficaram ligeiramente próximos. Antônio assim que estacionou correu para falar com Francisco que poderia não nos ter visto. Quando fui soltar, distraída, olhando para o lado onde eles estacionaram, bati com a porta no corpo do motorista que estacionara seu carro junto ao nosso. Fiquei desconcertada. Caí sentada no carro passei a me desculpar com o rapaz.
Ele era alto, forte e jovem. Pertencia, certamente, à geração saúde. Bem vestido, blusão marcando os peitos fortes e braços musculosos, tinha 20 e poucos anos. Um sorriso muito simpático, algo de cafajeste no jeito de sorrir e de falar e, logo descobri, um magnetismo dominador.
Eu desfiava um longo novelo de desculpas. Ali sentada, descomposta, saia rodada expondo toda minha coxa (estava saído esbarrei com a porta nele e voltei, caindo, ao meu assento). Ele fecha a porta de seu carro, se abaixa ficando na mesma altura que eu. E me tranqüiliza:
- Bobagem. Fica fria. Tá tudo bem. Mulher bonita pode tudo. Coroa então, nem se fala.
Eu continuava tecendo desculpas, vermelha de vergonha e ele, com seu jeitinho cafajeste, chegou ainda mais perto.
- Você está muito preocupada. Quer mesmo que eu desculpe titia?
O "titia" me desconcertou, sou quarentona, os seios estão firmes, mas já perderam elasticidade e já andam prendendo o lápis, é a verdade. Mas me cuido muito bem, malho, estou praticamente sem barriga. Sem rugas, só leves pés de galinha e marcas de expressão. Mas ele agora estava no ataque e com a palavra. Não interrompi, mas certamente ia achar um jeito de ir à forra desse "titia".
Continuou ele: - Então vem cá e me dá um beijo na boca bem gostoso.
Falou e imediatamente passou à ação puxando contra a sua a minha cabeça e encontrando meus lábios que esboçavam alguma reação que esqueci no ato recebendo aquela boca de hálito fresco e língua pecaminosa num beijo que foi plena e totalmente correspondido por mim.
Ele, se aproveitando da minha entrega, sobe as mãos pelas minhas coxas e quando reajo para contê-lo ele já está espalmando a mão sobre minha vulva e a minha mão ainda ajuda-o a esfregar toda mão em minha intimidade que acusa o golpe com incontidas contrações e se encharcando escandalosamente. Tal como veio repentinamente se foi. Levantou-se, passou por trás de meu carro, cruzou com meu marido e se deteve diante do trânsito. Ele ainda aguardava o fechamento do sinal quando nosso grupo se juntou a ele para atravessarmos a rua indo para nossa diversão.
Ele aguardava tão recuado o sinal abrir que o casal nosso amigo tomou conta do meio fio, nós ficamos logo atrás e só então ele se aproximou. Sorriu discretamente para mim e eu me vi retribuindo abraçada ao meu marido que nada notou entretido que estava em conversas com nossos amigos. Ele estava tão ausente e eu tão disponível que o canalha se atreveu a acariciar minha bundinha e logo as pontas dos dedos ficavam roçando a entrada de minha enlouquecida vagina que parecia bater palmas para o atrevimento.
Mantive-me séria, sem qualquer reação, temendo despertar a atenção de meu marido e provocar uma briga de rua. Nada poderia ser pior. A não ser o total atrevimento do rapaz que já vencera a barreira da minha saia, afastara minha calcinha e já acariciava, por trás, meu grelinho totalmente intumescido. É claro que, consciente ou não eu facilitei as coisa dando um mínimo passo lateralmente para trás que me deixou escancarada àquelas carícias que estavam me enchendo de um inusitado prazer.
Sorte minha o sinal de pedestre abrir (sorte?). O carinha estava quase introduzindo um dedo dentro de mim. Quando andei ele recuou a mão, a saia caiu e a vagina, com a calcinha se alojando em sua fenda, ficou desconfortável.
Paramos, os cinco, na porta de um barzinho, estilo boate, com música dançante. As pessoas se apertavam para chegar à entrada e nossos maridos foram comprar os ingressos.
Não é que o carinha atrevido colou seu corpo na minha costa me deixando perceber todo vigor de sua pica dura, passou o braço ao redor de minha cintura e pelo ombro de minha amiga e foi nos escoltando enquanto recomendava que esperássemos por eles já lá dentro. Chegando à portaria o pessoal o cumprimentou pelo nome, André, e nos abriram imediatamente a passagem. Ele recomendou que ficássemos por ali aguardando nossos machões e seguiu seu caminho, rindo, sem nem ligar para os agradecimentos de minha amiga. Eu fiquei calada, mas minha vagina sentia um vazio que eu nunca experimentara. Alguém já sentiu saudade de homem diretamente com a vagina? Era assim que eu me sentia.
Entramos, descolamos uma mesa, o tempo passou muito alegre e descontraído. Estávamos dançando, mas tivemos que voltar para a mesa para liberar o outro casal para dançar. Ali se tinha que tomar conta da mesa e dos pertences. A casa estava cheia e era bom não pestanejar. Assim, acabamos abraçados, eu e meu marido, encostados na cabeceira da mesa enquanto ele olhava para alguma mulher, certamente. Afinal, porque ele ficaria abraçado a mim, minutos a fio, acariciando minha costa, sem me dar sequer um beijo, sem se afastar quiçá para olhar para mim. Eu já estava irada. Mas resolvi não estragar aquela noite que começara (lembrei do beijo de André) tão bem.
Foi só lembrar o jovem que ele surge na minha frente. Comigo abraçada ao meu marido ele acaricia minhas mãos e meu útero se contorce em desesperado tesão. Aproxima-se e, sem tocar em meu marido, consegue beijar-me deliciosamente a boca na frente de todos, sem se importar. Eu estremeço arrepiada. Meu marido parece ter notado algo, se afasta um pouco e me olha nos olhos como que perguntando alguma coisa. Sinalizo que não entendi e ele me pergunta no ouvido se fiquei excitada só de ficar abraçada com ele a ponto de me arrepiar.
Quase soltei uma gargalhada e, rindo, informei a ele que passara um jato de vento um pouco mais frio (chamado André, pensei) e que me arrepiara o corpo todo como há muito ele não fazia e resolvi sentar.
Estávamos sentando quando André pediu ao Antônio para dançar comigo. Explicou que a sua namorada estava dançando escandalosamente com um amigo dele e ele queria entender o que acontecia de perto. Antonio riu, e riu muito. A bebida começava a fazer efeito. Tanto que foi ele quem me pediu para aceitar a dança apesar de ser extremamente ciumento. Mas ele jamais admitiria temer um fedelho (delicioso) como aquele.
Indecisa me vi sendo literalmente erguida e conduzida ao salão de dança por um rapaz que não me ligava e apenas me arrastava pela mão, me deixando para trás em todo trajeto. Bem no meio do salão ele estanca e me puxa contra seu corpo. Assim que cola seu corpo ao meu, com um simples movimento de corpo, roça sua pica dura em minha virilha. Seus braços me envolvem, parecem querer me proteger e começamos a dançar.
André cola o rosto em meu ouvido. Fico arrepiada com sua respiração e perco o fôlego e o passo da dança quando ele fala comigo:
- Vou fuder com você ainda hoje, pertinho do seu marido e vou fazer você gemer e gritar muito de prazer.
As minhas contrações vaginais que já haviam se anunciado se intensificam e meu corpo me entrega ficando trêmulo.
- Vou inundar esta bucetinha encharcada com minha porra e você vai deixá-lo chupar ela com meu cheiro e sabor. Só o que eu não conseguir fazer hoje é que vai ficar para amanhã, na sua cama, na cama dele. Hoje você vai gozar tanto que vai se sentir uma verdadeira puta.
Eu estava até então calada, mas tinha que reagir. Não podia ouvir aquilo tudo sem contestar, seria uma aprovação. Ele sabia que meu corpo já aprovara. Ele sentia os tremores que tomavam conta do meu corpo inteiro, ele podia ver que não tinha um só poro que não estivesse arrepiado.
- Você é muito convencido, mocinho! Tenho idade e experiência para ser sua mãe. - disse bem ríspida.
- Pode mentir titia. Estou vendo que esse teu marido foi teu único homem até hoje.
- Quem te contou isso? Quase ninguém sabe! - me entreguei e ele riu, riu muito. Foi um sorriso carinhoso de quem pega a namorada pura e inexperiente tentando impressionar. Mas que ódio e... quanto tesão!
Ele me disse ao ouvido:
- É hora de gozar pela primeira vez comigo.
- Me abraça forte. - ele falou tão sério que eu me agarrei ao seu corpo sem saber o que esperar.
Ele passeou com nossos corpos até a ponta mais escura e cheia do salão de danças. Os deuses conspiraram a favor e a nova música era bem lenta. Ele praticamente parou nossos corpos. Suas mãos espalmadas acariciavam-me a costa inteira. Seu leve rebolado me fizeram voltar à adolescência. Estávamos "sarrando"!
Sua boca estava tão ocupada em minhas orelhas, meu pescoço, meu rosto que ele estava praticamente mudo. Vez por outra ele interrompia o silêncio e me pedia para beijá-lo. Mas ele não forçava a barra, não se aproximava de meus lábios e, assim, eu resistia.
Suas mãos tornaram-se mais atrevidas. Deslizavam pelas laterais do meu corpo, desciam até minha bunda e ali puxava-me para si levando minha pélvis contra seu pênis que pelo tato me parecia medonho, imenso. Por vezes ele afastava seu peito, me olhava nos olhos e permitia que suas mãos deslizassem sobre meus seios e por rápidos segundos aprisionasse os biquinhos intumescidos, brincando com eles e rapidamente se afastavam antes que eu esboçasse qualquer reação.
Sem perceber a minha excitação ia crescendo, me dominando. Meus dedos se perdiam acariciando sua nuca, seus cabelos levemente encaracolados. Eu transmitia todos os sinais do prazer que sentia. Quando as pontas de seus dedos brincavam em meus mamilos eu mordia os lábios e ele abria aquele sorriso maroto e sedutor.
O golpe fatal veio quando ele percebeu minha prontidão para o orgasmo e ao invés de falar ao meu ouvido parou, frente a frente comigo, olhos nos meus olhos, e pediu sussurrando;
- Me beija!
Vocês já perceberam que nos lugares barulhentos às vezes é mais fácil ouvir um sussurro do que um grito? Não? Pois aquele sussurro me pareceu um grito desesperado, um apelo, um chamado irresistível e puxei aquele homem para mim e, sedenta por aqueles lábios, por aquela língua, grudei minha boca na dele e como uma menina descobrindo o sexo, deixei-me invadir por aquele torpor, liberei minhas mais recônditas defesas, e senti fluir dentro de mim uma sensação medonha de prazer que irradiava das minhas profundezas contraídas por um orgasmo platônico, intenso, delicioso.
Ventura das venturas descobrir que, mesmo aos quarenta anos, eu ainda era uma mulher sensível e atraente, ainda era capaz de alcançar o prazer sem qualquer toque mais provocativo, que eu ainda não envelhecera para as aventuras.
Meu cérebro tentava se comunicar comigo, obstruído pelo intenso prazer ele foi aos poucos me prevenindo, me acusando. Cuidado! Seu marido pode estar por perto! Você está traindo o Antônio. Ele não vai se conformar de ser corno. Você está pondo em jogo seu casamento. Está expondo sua família, seus conceitos mais primários, mais básicos. Você está abandonando seu papel de esposa responsável e coerente e assumindo o papel de uma putinha.
Aquela era a palavra mágica. Quando eu mesma me vi como putinha relaxei de vez, travei o cérebro e curti o prazer intenso que estava se esvaindo deliciosamente e renovei a paixão contida naquele beijo, naquela boca, naquela língua, naquele homem que me fizeram gozar maravilhosamente me realizando como pessoa, como mulher, como ser humano!
Ele estava falando comigo, tinha que me concentrar, tinha que ouvir tudo que aquele homem que me arrancara meu melhor orgasmo dos últimos anos tinha a dizer.
- ...assim, quando seu marido for saíndo para a pista diga que vai aproveitar para ir ao banheiro e entra na primeira porta escrito "Saída de Emergência". Ok!?
- Como assim: dançar! Com quem?
- Não se preocupe. Está tudo arranjado. Agora vai embora sozinha para sua mesa e reclame que eu lhe abandonei no meio do salão para ficar com minha namorada.
Tive que vencer aquela multidão de jovens dançantes sozinha e cheguei à mesa bastante irritada. Quando falei o combinado Antonio e Francisco riram muito. Todos estavam na mesa e Antônio já devia estar bem calibrado, pois não reclamou de nada.
Antônio estava totalmente alheio a nossa conversa e com o tempo percebi uma jovenzinha morena jogando beijinhos e sorrisos para ele. Eu não queria estragar a noite nem tinha moral para reclamar de nada àquela altura. Fiquei tentando marcar a moreninha sob pressão, mas ela simplesmente sumiu em determinado momento. Eu ainda a estava procurando quando André vem abraçado a ela em nossa direção.
Ele me agradeceu, pediu desculpas por ter me abandonado no salão e que, felizmente havia ajustado os ponteiros com sua namorada. Agradeceu muito ao Antônio, não sei o quê. Eu não estava mesmo entendendo nada. Até que André virou-se para Antônio:
- Queria poder retribuir o favor. Por favor, dance com a minha namorada para mostrar que realmente você não ficou aborrecido.
A moreninha safada abriu um lindo e franco sorriso e Antônio imediatamente levantou-se.
Eu comecei a falar:
- O que... - e fui bruscamente interrompida por André.
- O quê? Banheiro? Eu lhe mostro onde fica. Não se preocupe Antônio. Eu levo, espero por ela e trago-a de volta sã e salva, pode ir dançar.
Tive a impressão que Antonio levantou-se estufando o peito e contendo sua barriguinha. Seus olhos brilhavam e dançavam pelo corpinho jovem da moreninha safada. Enquanto ele, de braços dados com a "jovenzinha" seguia para o salão de dança, André, me puxando pela mão, me arrastava para acompanhá-lo.
André parou e eu tentei conversar com ele para entender o que estava se passando. Enquanto eu articulava as primeiras palavras ele estava olhando de um lado a outro como desesperado, abriu uma porta e me empurrou para dentro.
As luzes externas deixavam o ambiente em penumbra e minha visão se acostumando com a escuridão pode perceber que estávamos em um vão de escada e André começou a me beijar, morder meu pescoço e quando eu entrei no clima entendendo tudo que acontecia ele já estava aprisionando meus mamilos entre seus lábios e arriava minha calcinha pernas abaixo. Senti-me como uma lâmpada. Ele me tocou e eu acendi de imediato e já me sentia pronta para o sexo. E realmente ali não cabiam romantismos nem preliminares. Ele me virou para o corrimão pondo minhas mãos presas nele, levantou minha saia e sem qualquer preliminar invadiu minha buceta. Só então pude perceber que ele era realmente enorme, medonho, imenso. Eu me sentia rasgando, arrombando literalmente, enquanto ele vencia todas as barreiras impostas pelas minhas involuntárias contrações com seu vigor e rigidez e logo estava batendo fundo dentro de mim forçando minha bucetinha a se amoldar aquele descomunal invasor e eu já estava gritando de prazer e gozo. Isso mesmo. Tão logo ele bateu no fundo da minha buceta em estocadas firmes e seguras eu comecei a gozar como louca. Ele tinha o dom de me transportar para a adolescência, gozo fácil e franco, sem personagens.
Eu arfava, gemia, gritava e, mais importante, o orgasmo não me abandonava. Mais tarde fui saber que eu, pela primeira vez, aos quarenta anos, estava sendo contemplada por um orgasmo múltiplo, daqueles que recomeçam quando terminam tornando-se intermináveis e enlouquecedores.
As escadas ecoavam meus gritos de prazer e quanto mais eco e mais prazer mais alto eu gritava. Eu me soltara inteira, me assumira puta. Estava adorando ter meus seios aprisionados pelas mãos fortes de André. Meu pescoço mordido por ele, e, principalmente, minha bucetinha sendo arrombada.
Gritei: - Você está me arrombando! - o eco repondeu: - Rombando, Obando, bando, ando! - enquanto eu vivia a alegria de estar gozando
Eu estava exausta, suada, cansada quando o orgasmo cedeu. Eu voltava à realidade e as estocadas se aceleraram me dando uma sensação de urgência. Passei a reparar meu parceiro e ele se transfigurava de prazer. Aquele clima foi me envolvendo num frenesi e me vi numa correnteza de prazer que me devolveu o orgasmo que se via praticamente extinto. E ele veio grande, forte, imenso quando senti dentro de mim o André se agigantar e uma inundação tomar conta de tudo e, a cada estocada, parte dele se perder escorrendo em minhas pernas, fixando-se em meus pelos, lambuzando toda minha bucetinha. Eu me sentia mais mulher, mais fêmea. Eu me sentia capaz de dar prazer a qualquer homem que eu desejasse. Eu estava realizada.
André me limpou com minha calcinha e guardou a calcinha em seu bolso. Pediu-me, mais uma vez, que não me lavasse para que meu corninho sentisse seu odor e sabor. E, já recompostos, voltamos à fraca luz do barzinho. Bem perto de nós estava Antônio conversando com a moreninha. André me disse que ela é uma amiga dele, garota de programa, contratada para entreter meu corninho enquanto sua esposa trepava e minha revolta se transformou em regozijo, com sabor de vingança. André ainda disse que ele estava ali porque dali ele pode ouvir os meus gritos na escada.
Se despedindo me informou: - Ela já me conseguiu seu endereço, telefone e a agenda de seu marido para amanhã. Estarei na sua casa às 14 horas para fazer na cama do casal tudo que não pude realizar aqui e te prometo que você vai desmaiar de prazer!
Ali, muito perto de meu marido, me abraçou deliciosamente, beijou-me a boca me deixando o coração aos pulos e, com um "me aguarde", sumiu entre os freqüentadores do lugar.
Juntei-me a um Antônio surpreso com minha presença, informei à morenaça que André estava lhe procurando e abraçada a meu marido e ouvindo ele, rindo muito da novidade, e me fazendo rir ainda mais, contar (gritando) que tinha gente transando escandalosamente na saída de emergência (se ele soubesse que a escandalosa era a esposa dele não riria tanto quanto eu) voltamos em paz para mesa.
Eu ainda não estava satisfeita com as atitudes de Antônio. Assim que cheguei em casa fiz ele me chupar só a bucetinha até eu gozar na boquinha dele enquanto ele saboreava o gosto do meu macho e sentia seu odor, esse foi meu maior afrodisíaco naquele orgasmo vingativo, e sem deixar ele me tocar fui tomar banho e dormir me preservando para o André, que me faria desmaiar ainda naquela tarde!

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Toca de Lobo

Tópico: Marido Paquerador Virou Corno!

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