Minha Esposa com Meu Pai no Carnaval

28/02/2009 00:00

 

Ela virou-se para mim na intenção provavelmente de me xingar. Seus olhos estavam injetados e com pupilas dilatadas, seus dentes serrados, suas narinas totalmente arreganhadas em busca de ar.
Minha vida, nossa vida, voltou ao normal - voltamos ao Rio de Janeiro e a vida seguiu seu curso rotineiro. Não sei explicar as causas só sei que nossa estada em Recife parecia um tabu, nunca conversamos sobre o assunto. Como eu gostaria de saber o que Bruninha estava pensando e sentindo em relação a tudo que se passou conosco.
Eu... Bem... Eu fiquei aflito depois de tudo que vivemos na casa de meu pai. Uma única vez meu pai possuiu Bruna, e o fez a meu pedido e por minha insistência. A "experiência" foi intensa, maravilhosa, repleta de prazer, em especial para Bruna que experimentou orgasmos que até hoje eu não consegui reproduzir apesar de todo meu esforço. Hoje me pergunto: quem exatamente induziu quem?
Antes de Recife eu e Bruna tínhamos uma vida normal, uma relação sexual padrão e... Tínhamos rotinas. Apesar de recém casados a rotina instalou-se rápido e só fazíamos amor à noite, depois de ambos tomarem banho, normalmente eu primeiro, e ela vestir lingerie. Quando ela colocava um short e camiseta ou quando eu deixava para tomar banho depois dela não havia sexo. Simples assim. Tínhamos esses e alguns outros sinais.
Poucos dias depois de voltarmos eu estava no auge da minha insegurança. Eu sabia que apenas eu e ela, sem a presença de meu pai, não teríamos como reeditar a luxúria, a sensualidade dos momentos eróticos. Desdobrava-me e os resultados, apesar de maravilhosos, não alcançavam a libido liberada durante a viagem. Eu ficava imaginando se Bruna, na busca por satisfação sexual plena, não cairia em alguma aventura.
Eu sabia o quanto nos amávamos. Sabia que ainda não havíamos separado, como muitos casais já fizeram, o amor do sexo. Sabíamos que tudo que ocorrera só foi possível porque era meu pai e Bruna depositou inteira confiança nele.
Com o passar do tempo fui descobrindo que eu sentia mais falta de meu pai no nosso relacionamento do que Bruninha. Ela voltara a sua vidinha, cuidávamos para que a rotina não se instalasse novamente, buscávamos aventuras sexuais, só não buscávamos novos parceiros.
Carnaval chegando e com ele minha insegurança cresceu. Sexo e carnaval se misturam tanto em minha cabeça que era impossível para eu desassociar. Em minhas fantasias eu via Bruninha no carnaval e sem perceber ela era envolvida por um casal de foliões que aos poucos tomavam para si o seu corpo fazendo-o vibrar de forma intensa e especial. Lá estava Bruna, realizando sexualmente num canto escuro de um clube qualquer e eu, escondido, acompanhando tudo e gozando com ela. Essa fantasia estava ficando tão forte que eu acabava por me masturbar para não levá-la para nossa cama.
Para fugir de tudo decidi, íamos viajar. Liguei para minha tia que tinha uma casa em Maricá. Ela me disse que meu pai também cogitara passar o carnaval com ela, sua irmã, mas como ela iria viajar ele desistira da idéia. Ela, mesmo fora do Rio, me emprestou a casa. Ficaríamos lá, porém sozinhos.
Quando terminei a ligação estava vibrando com a sensação de alívio que "estar sozinho com Bruna" me proporcionara. Mas meu coração, desde que minha tia aventou a hipótese da vinda de meu pai, continuava acelerado. Eu não sei como reagiria.
Malas prontas, sexta-feira, seguimos para Maricá. Engarrafamento, demora enorme, mas chegamos antes da meia noite. Cansados fomos dormir. Sábado já acordamos brincando sexualmente um com outro. Pela primeira vez Bruna falou de meu pai depois de tantos meses. Perguntou-me:
- Você não vai me impor o mesmo castigo que seu pai me obrigando a não usar calcinhas dentro de casa, vai?
Meu coração saltou, quis sair pela boca. A pica reagiu de imediato endurecendo. Eu não queria que ela notasse. A melhor defesa é o ataque e parti pra cima dela rindo e arrancando sua roupa.
- Vou fazer pior, você vai ser minha putinha durante todo carnaval e dentro de casa já sabe, roupa nenhuma.
Eu falava e ela ia ficando nua e, em retribuição, me arrancava o blusão e o short. Espantou-se com a rigidez da vara e agradeceu com muitos beijos nela. Não era isso que eu queria. Levantei Bruna, a joguei de frente sobre o braço alto da poltrona. Parecia que aqueles braços foram feito sob medida. Sem qualquer esforço penetrei aquela vagina já umedecida e sedenta.
Sucessivas estocadas e cadê que ela gozava! Eu já estava no auge, segurando tudo que podia e ela, enlouquecida, arfando, gemendo, mas o orgasmo não se anunciava. Apelei. No ouvidinho dela murmurei:
- Não quer gozar com o filhinho não né! Então goza com o papai! Pode me chamar de Afonso, esquece o Pedro e goza!
A reação foi voluptuosa e imediata. Era uma agonia orgástica visível. Chegaram os arrepios, ela gritava e pedia:
- Mais fundo Afonso! Que saudades! Mais forte papaizinho! Ensina ao meu corninho a me fazer gozar!
Que loucura, aquilo tudo voltando aos borbotões, o clima, apesar de apenas nós dois, cobrindo-se com um véu de excitação. Bruna explodindo em um maravilhoso orgasmo, vibrando em meus braços novamente. Eu me aprofundando dentro dela e transbordando enorme quantidade de esperma que saía em muitos e fortes jatos.
O prazer nos invadiu, nos sacudiu, nos preencheu e mesmo assim não estávamos saciados. Muito pelo contrário. Eu percebia também em Bruna a ânsia por sexo, a gula do prazer, o desejo de mais orgasmo.
Ela não se conformou com o abrupto (e natural) amolecimento de meu membro. Aquilo a aborreceu de tal forma que ela quase gritando comigo começou a me chupar.
- Anda logo Pedro, faz essa coisa subir outra vez.
E caia dentro chupando, lambendo, sugando, apertando e punhetando. A profissional voltara e reclamava.
- Quero todo seu tesão. Quero "ela" muito grande, muito dura e dentro, ouviu bem, toda dentro de mim.
E já com um leve sorriso nos lábios por perceber que a pica já reagia as suas carícias.
- Quero você arrombando meu cuzinho agora!
E meu pênis não resistiu e se mostrou em plenitude.
- Consegui! Legal! Isso mesmo meu corninho. Quero isso bem durinho, dentro do meu cuzinho. Teu papai vai me fazer gozar numa deliciosa siririca.
E me chupava e dava vazão à sua fantasia. Assim que ela considerou a pica bastante dura e salivada me jogou no chão e sentou-se sobre a cabecinha rebolando e forçando tentando, sozinha, fazer a penetração acontecer.
- Como eu te amo muito vou te ajudar minha putinha...
Falei e rolei seu corpo que já ficou de quatro para agilizar a penetração. Com alguma dificuldade foi vencida a maior resistência e logo a cabecinha se alojara e forçava lenta e gradualmente uma penetração mais profunda.
Sentindo a pica adentrar e ir se aprofundando em seu cuzinho ela se virava para olhar para mim com um sorriso de vitória.
- Como você gosta de ser corninho heim! Vamos ter que importar seu pai pro Rio de Janeiro Pedro? Só assim você me faz de puta na cama? Eu já estava cansada de ser só esposa meu corninho.
Ela falava e rebolava. Ela demonstrava seu prazer crescente a cada avanço da pica que vencia a todas as resistências.
- Você quer que eu goze com seu paizinho me masturbando, quer?
Eu queria, mas estava concentrado em retirar a pica quase toda para torna a penetrar aquele buraco apertado e quente que só sorri sem responder.
Quando a pica penetrou totalmente ela voltou ao comando:
- Tire esse piru de dentro de mim e deita no chão que agora eu quero sentar em cima dele.
Na nova posição, ela de costas para mim me proporcionava uma linda visão daquele rabinho engolindo-me inteiro já com certa desenvoltura. Quando ela se sentiu totalmente penetrada começou a cavalgar lentamente e logo estava em franco galope.
Para de repente.
- Se vira. Vou arreganhar minha bocetinha e você vai me masturbar que eu vou fechar meus olhos e gozar com teu paizinho, teu não, nosso paizinho. Se vira e se vira logo que eu quero gozar pelo cuzinho.
Sem palavras puxei o corpo dela para perto da parede. Ali apoiei minhas costas facilitando o acesso dos dedos à vagina dela e comecei a brincar. Logo estávamos manipulando toda vulva a quatro mãos. Ela enfiava os dedos, beliscava o grelo, me atrapalhava e me ajudava ao mesmo tempo. Já quase gozando ia perdendo a coordenação motora. Ela me arranhava, prendia os mamilos nas mãos fechadas e puxava os seios, jogava a cabeça para trás, estrangulava minha pica com os estertores que convulsionavam seu cuzinho fazendo-se contrair desesperadamente e o orgasmo não se esvaia.
- Goza seu puto, não quero ficar gozando sozinha, meu corninho. Vem, goza comigo!
- To chegando minha galinha, mas não acaba agora não, já to chegando.
Mentira. Eu gozara há muito pouco tempo e, apesar de estar delicioso, minha ejaculação ainda estava distante e ela ainda ia "sofrer" muito aquele orgasmo que a fazia perder o compasso da cavalgada.
Sustentei seu corpo no alto e as estocadas ficaram com mais curso, mais profundas e mais velozes. Ai foi que ela enlouqueceu de vez. Atacou a própria vagina com fúria, olhos fechados, boca entreaberta, pele extremamente arrepiada, seios totalmente intumescidos, falta de fôlego, palavras sem nexo, cabeça largada para trás.
Forcei a mudança de posição, a deitei de costas no piso frio, voltei a invadir-lhe o cuzinho alargado e sedento de porra. O gozo que se arrefecera na mudança de posição instantaneamente a fez delirar novamente, mas quando entre as estocadas eu saia totalmente para invadir sua boceta profundamente em poucos movimentos para voltar a brincar no cuzinho ela enfureceu-se.
A partir daí ela perdera a noção de tudo. Ora me chamava por meu nome, ora me chamava de Afonso, ora me xingava. Fez-me declaração de amor eterno e chorando começou a cantar quando finalmente eu gozei no seu cuzinho trazendo o prazeroso relaxamento do orgasmo pleno.
Ela se soltou inteira no chão frio, inerte e inebriada com minhas últimas estocadas, um brilho de saciedade nos olhos, um sorriso gratificante nos lábios e uma moleza insuperável que se espalhara por todo corpo. Ela me transmitia, por suas expressões, tranqüilidade e paz repleta de felicidade.
Eu estava finalmente realizado. Conseguira proporcionar a minha esposa um prazer intenso e gratificante. Pode não ter sido o auge de nosso potencial, mas superou as expectativas possíveis para as circunstâncias. Era o carnaval.
Só que estavam batendo à porta insistentemente e ela, ainda letárgica, conseguiu murmurar:
- Atende e manda esse filho da puta embora seja ele quem for!
Levantei, coloquei meu short e abri a porta com cautela. Era Afonso! Era meu pai! Imediatamente falei bem alto para ele que não entendeu nada.
- Afonso, seu filha da puta qualquer, vai embora agora!
Ele ficou estupefato com a recepção nada calorosa, deixou suas bolsas caírem no chão espantado na exata hora que minha esposa, nua, em pleno quintal, pulava em seu colo aos beijos.
Ela beijava toda e qualquer parte daquele corpo que nos lábios lhe encostasse. Agora estava deitada no colo dele e trocavam um longo e caloroso beijo. No fim do beijo, intempestiva, brejeira e inesperadamente ela pulou do colo, pegou as malas e correu, com todo aquele peso, para dentro de casa.
Abraçamos-nos. Falamos de nossas saudades enquanto seguíamos os passos de Bruninha. Entramos na casa e não vimos Bruna em lugar algum. As malas estavam no meio da sala. Certamente havia ido se vestir. Então fechei a porta e imediatamente ela atacou Afonso arrancando-lhe o blusão pela cabeça e logo estava arrancando-lhe a calça e ajoelhando-se de forma que quando o livrou das pernas da calça já o fez chupando-lhe a pica dura.
Sem espaço naquela relação sentei no sofá e fiquei atento para não perder um só lance.
Afonso refeito da surpresa e sem que Bruna esperasse pegou e rodou seu corpo com facilidade fazendo com que ela ficasse de cabeça para baixo e enquanto ela lhe chupava a pica ele lhe chupava o sexo e o ânus encharcados de lubrificação e porra. A cena era, no mínio, inusitada.
Imaginem a Bruninha, de cabeça para baixo, pernas arreganhadas para o lado, boca espetada por uma enorme pica dura, tendo a cintura abraçada por Afonso de quem só se via a vasta cabeleira no meio das pernas dela.
Vem Pedro. Vamos arrebentar com a nossa putinha de uma vez. Chupa esse cuzinho que eu castigo essa bocetinha e esse grelo. Na verdade ficávamos no revezando na vagina. Quando ele chupava-lhe o grelo eu chupava do cu até a vagina. Quando ele voltava à vagina eu me concentrava naquele cuzinho alargado por mim mesmo.
Bruna tentava falar sem sucesso, minhas pernas pressionavam o corpo dela de encontro ao de Afonso e era quase impossível conseguir tirar a pica de perto da boca para articular uma frase inteira. Quando ela começava a falar Afonso lhe fazia engolir a pica novamente e lhe dava umas palmadas.
Ela queria mesmo falar alguma coisa. A bundinha já estava vermelha de tantas palmadas quando Afonso resolveu tirá-la do colo com a minha ajuda. Ela estava vermelha. O sangue lhe havia subido à cabeça. Mas assim que se viu no chão pulou no colo de Afonso me pedindo para chupá-la. Quando abaixei para atender ao pedido dela ela conseguiu enfiar aquela pica inteira na boceta e me pedia para chupar a bocetinha em volta da pica, pois ela sabia que ia ficar delicioso.
- Eu não vou ficar aqui chupando pica por tabela. - resmunguei.
- Cala a boca e chupa logo meu corninho, senão te coloco de castigo e você vai passar todo carnaval só assistindo de comer mais nada.
Ela era capaz disso mesmo. Conformei-me e fui chupá-la na forma que ela pediu e ela se arrepiava a cada passada de língua.
- Viu, paizinho, como meu corninho chupa bem. Como a lingüinha dele á gostosinha. Ele está me arrepiando todinha. Teu filhinho foi o melhor presente que eu já ganhei.
Ela estava abraçada, trocando beijos e carícia com Afonso enquanto eu lhe chupava a beirada da boceta com a pica enfiada paradinha. Fiquei assim até que ela determinou:
- Agora pode parar corninho que já está gostosinho. Nós vamos deitar no sofá e você agora vai chupar bem gostosinho o meu grelinho vendo a piquinha do papai todinha enfiada na sua esposinha.
Lá estava eu, com a cabeça entre os dois, chupando com prazer o grelinho da minha esposa que continuava paradinha com a pica toda enterrada em sua bocetinha.
- Para com isso e tira o short para eu dar uns beijinhos nesse pintinho.
Obedeci calado. Enquanto ela chupava minha pica ia conversando com meu pai e agora já se movimentando levemente fazendo a pica dele quase sair para entrar inteira outra vez.
- Ta vendo paizinho. Ele gosta tanto de ser seu corninho que o piruzinho dele fica assim, bem durinho.
- Sabe paizinho. Antes de você chegar demos uma rapidinha com a bocetinha e uma deliciosa e demorada no cuzinho. Imagina que ele já ta de pintinho durinho novamente. É muito tesão por ser seu corninho.
Ela falava em longos intervalos, interrompendo as frases para me chupar. Eu acariciava seus seios que a cada instante ficavam mais intumescidos. Eu acariciava seu rosto. Gostava de sentir sua pele arrepiando-se.
Tal como começara ela me afastou.
- Agora senta no braço da poltrona lá atrás e fica vendo o pirocão do papai arrombado a bocetinha da esposinha. E não deixe o pintinho cair.
Só então eles começaram a fazer sexo. Quando ela sentia o orgasmo se aproximar pedia para ele ir mais devagar. Ela queria prolongar ao máximo aquele prazer. Em determinado momento, ente gritinhos e gemidos, ela disse que não ia ter jeito, não ia mais conseguir segurar. Então me pediu:
- Corninho, enfia este pintinho todinho, rapidinho, no meu cuzinho que eu quero - a voz se tornando mais alta e mais rouca - gozar com meu dois machos juntos.
Não pensei duas vezes. Sem titubear fiquei em pé na poltrona e na vertical fui me infiltrando, com alguma facilidade, naquele cuzinho delicioso. Eles paradinhos. Quando eu estava todo dentro meu pai ergueu o corpo e deu uma saraivada de estocadas profundas que encheram a mim e a ela de prazer. Ela entrou num daqueles fabulosos orgasmos onde nenhuma parte de seu corpo escapa dos arrepios volumosos, quando ela não consegue pronunciar uma única palavra ficando apenas em monossílabos gemidos, gritados ou sussurrados.
Entrei na cadência. Um dentro um fora. E Bruninha enlouquecendo de prazer. Ela virou-se para mim na intenção provavelmente de me xingar e seus olhos injetados e com pupilas dilatadas, seus dentes serrados, suas narinas totalmente arreganhadas em busca do ar que já lhe faltava. Como ela não consegui articular qualquer palavra ou xingamento fui eu quem falou:
- Vou esporrar nesse cuzinho minha puta vadia. Vou gozar muito. E acelerei o movimento acompanhado por Afonso. Ela se deixou cair de vez sobre ele e eu quase perdi o ritmo. Minha pica se avolumou. Eu estava segurando o gozo e a cada instante minha pica ficava mais grossa e mais dura.
Afonso se enfiou inteiro, com força e parou totalmente. Percebi que ele estava explodindo e me enterrei no cuzinho e liberei a ejaculação de uma só vez. Bruna, entre nós, recebendo nossos jatos bem fundo em seu corpo, tremia o corpo inteiro. Eu podia perceber pequenos pedaços do corpo tremendo enquanto o corpo inteiro vibrava literalmente. Ela não respirava, só gozava, gozava e gozava. A expressão de luxúria, de loucura e quase de desespero estava instalada em sua face. Ela estava entregue, inerte, largada e seu corpo apresentava os mais diversos espasmos. Por dentro era como se diversos anéis se contraíssem e relaxassem em intervalos disformes entre si. EU mesmo já no fim da ejaculação ainda despejava, transmitia prazer. Afonso urrava feito louco por baixo de nós dois e a cada urro dele via-se aumentar um prazeroso sorriso nos lábios de minha esposa.
Extasiado deixei meu corpo pender sobre o dela e fui rolando até que quando dei por mim estava caindo no chão. Em instantes estávamos os três rindo de tudo aquilo. Mas, mesmo depois de tudo, Afonso deitou Bruninha em seu colo e lhe deu uma surra de palmadas pelas suas loucuras. A cada tapa na bunda mais realizada ela ficava.
O carnaval prometia ser maravilhoso, mas ainda não sabíamos de todas as novidades. Afonso ainda não tivera tempo de contar.
Como o texto já está muito longo eu conto depois.

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Tópico: Minha Esposa com Meu Pai no Carnaval

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