Não resisti à minha cunhada!

08/03/2009 00:00

 

Segunda-feira! O patrão da minha cunhada, "muito bonzinho", deu-lhe folga para arrumar a casa uma vez que a comemoração do aniversário de meu sobrinho acontecera naquele fim de semana. Eu havia, durante a festa, presenciado Flávio, "patrão bonzinho", tentando beijar minha cunhada na cozinha, tentei disfarçar, mas ela notou que eu vira alguma coisa.
Como já relatei no conto Minha Cunhada Esta Traindo Meu Irmão I (recomendo a leitura para entender melhor este texto), eu estava transtornado e mal dormira esperando a segunda-feira chegar.
Cheguei cedo e assim que meu sobrinho e meu irmão saíram de casa toquei a campainha. Ana já me esperava, linda como sempre, exuberante naquele vestido leve, transparente e infernal.
Ana me contou que no afã de pagar as dívidas que Paulo contraíra com agiotas acabou entregando-se ao patrão em troca de promoção e aumento de salário. Confessou que hoje era escrava dele, que se sentia uma puta e, o que é pior, estava gostando da situação.
Eu, desde que entrei naquela casa estava extremamente excitado e desejava ardentemente minha cunhada. Eu não conseguia entender como nem por que, mas Ana estava me deixando louco.
Ela notara minha situação e ainda assim passou a relatar um episódio onde corneou meu irmão na sala do chefe vendo Paulo, seu marido, pelo vidro espelhado que separava a sala do chefe da pequena recepção. No final beijou calorosamente a boca do marido com esperma do amante espalhado nos lábios, língua e rosto. E Paulo gostou do beijo e do sabor. Ele havia ido à empresa onde ela trabalhava pegar um empréstimo com Flávio, patrão e macho de Ana.
Eu já estava fissurado, pica duríssima, excitado ao extremo. Confuso diante daquela situação - amava Ana e idolatrava meu irmão - não tinha como nem porque trair aquela confiança e amizade. E, neste estado, ainda tive que ouvir o relato detalhado de minha cunhada que me preparava o café contra a luz da manhã. Naquelas condições o vestido funcionava como um simples véu oferecendo-me a visão total da nudez daquele desejado corpo.
Ela colocou o café, pães e bolo na mesa. Eu quase agredi o café tal a furor que me entreguei àquela atividade tentando fugir ao meu imperdoável desejo. Ela colocou uma música deliciosa e tomou seu café de frente para mim, contra a luz, balançando levemente o corpo que bailava ao sabor daquele ritmo delicioso.
É claro que meu café acabou rapidamente. Ela então, colando seu corpo nas minhas costas e acariciando meus cabelos, aproximou os lábios de meu ouvido e me perguntou, quase num sussurro e num tom bem malicioso:
- Você vai querer mais alguma coisa.
Ela deixou seus lábios roçarem levemente o meu rosto e muito próxima fitou-me nos olhos. Quando dei por mim vi que a insanidade havia se instalado em minha mente. Eu pegara o braço que me acariciava os cabelos, jogara meu corpo contra a cadeira afastando-me da mesa e com um leve puxar do braço a fizera cair sentada no meu colo.
Como eu estava apenas de short e camiseta pude sentir a pele de suas coxas sobre a minha e o vestido totalmente solto. Isso facilitou o desenrolar dos fatos. Eu tentava beijá-la e ela, dentes trincados, evitava a penetração de minha língua. Minha mão foi recolhendo aquele vestido infernal e levantando-o com incrível facilidade. Puxei fortemente o vestido para o alto e ela fez resistência ao não levantar os braços. Mas seus seios estavam ali, nus, diante dos meus olhos, extremamente intumescidos e com sua excitação me estimulando a prosseguir na conquista daquele corpo que pertencia ao meu irmão.
Quando meus lábios passaram a tocar os seios de minha cunhada sua resistência foi cedendo. Logo Ana deixava escapar suspiros, pequenos gemidos. Minha mão mantinha-se puxando o vestido e aos poucos minha cunhada foi deixando o vestido escapar pelos braços que se erguiam.
Quando pude ver novamente seu rosto voltei a insistir beijando-lhe os lábios e logo ela estava correspondendo e se entregando com ardor aos meus beijos e carícias. Ela já arfava quando peguei seu corpo e sentei na mesa com as pernas abertas. Ela ficou olhando minha boca se aproximar lentamente de sua bucetinha depilada, de grelinho pontudo e durinho e quando eu já estava quase tocando meus lábios ela implorou:
- Não faz isso! - meus lábios tocaram a mucosa úmida. - Não! - a língua tocou a entrada da vagina forçando a entrada e foi subindo pressionando e atritando lentamente. - Não faz! - meus dedos afastaram os lábios vaginais e meus lábios roçavam a mucosa doce e deliciosa. - Por favor! - tomei de assalto seu clitóris sugando-o com paixão.
Veio o suspiro. As mãos de minha cunhada se agarraram aos meus cabelos. Minha cabeça era pressionada de encontro ao seu corpo. Um arrepio se espalhou tomando todo o corpo de Ana. Veio o longo e delicioso grito:
- Não! - era o gozo se apossando daquele corpo ardente que estremecia em espasmos, que dançava em agonia, que rebolava e inundado se entregava ao irmão de seu marido.
Ela já não tinha palavras. Eram gemidos, suspiros gritinhos de prazer. A intensidade daquele gozo ia aumentando escandalosamente e quando a língua desceu um pouco mais e fez contato com aquele róseo anelzinho de prazer percebi como que um choque percorrendo aquele corpo que em um instante fez com que as pernas se erguessem, que a vagina se escancarasse. Em seguida, numa forte contração, com as pernas e os braços, abraçar por inteiro minha cabeça quase me sufocando.

Enquanto minha língua trepidava e passeava do grelo ao cuzinho arranquei meu short e quando ela mais uma vez, em um espasmo, arreganhou as pernas, fiquei de pé e em um só golpe invadi o castelo encantado de meu irmão levando sua esposa às raias da loucura.
- Mete cunhadinho. Arromba-me toda. Deixa sua marca nessa putinha do teu irmão. Mete fundo. Me bate com carinho que eu mereço. Me faz gozar. Come a mulherzinha do teu irmão. Come essa sua vadia. Faz-me gozar cunhadinho. Chama de corninho o teu maninho, chama!
Eu socava e socava fundo. Cada vez que ela falava eu dava mais velocidade as minhas investidas. Eu ficava louco cada vez que ela me lembrava do Paulo. E quanto mais louco eu ficava mais queria fazer aquela mulher gozar.
Ela explodiu em prazer intenso. Sua expressão era de puro êxtase. Seu corpo corcoveava. A vagina me apertava como se tivesse muitos dedos. E com um grito veio a bonança.
Mantive, então, um ritmo bem lento. Ela me beijava o rosto, a boca. Parecia estar me agradecendo o prazer proporcionado. Ela me acaricia as costas, os cabelos. Quando ela menos espera eu deito seu corpo na mesa, ergo e abro suas pernas. Mando-a segurá-las assim, bem para trás. Encosto e forço a entrada da cabeça da pica naquele cuzinho que ainda pisca de satisfação. Ela me olha nos olhos, sorri para mim e cerra os olhos e os dentes quando a cabeça da pica lhe invade o cu.
Começo uma longa sessão de carícias pelos seios e minhas mãos percorrem todo seu corpo. Dedos, pés, tornozelos, joelhos, coxas, abdômen, rosto. Levanto-lhe a cabeça, dou-lhe um beijo profundo que quando termina meu saco encosta no seu corpo e me sinto totalmente dentro dela.
Começo a me mexer lentamente, num curso bem pequeno. Ela apóia uma perna no meu peito, deixa a outra tombar e de olhos fechados se entrega quieta, calada. Ficamos brincando assim por algum tempo e os arrepios em partes do corpo de Ana anunciam que minha cunhadinha logo vai gozar pelo cuzinho.
Eu estou louco para gozar, esta difícil segurar minha ejaculação. Para acelerar aquele gozo uso meus dois polegares, um no grelinho e o outro se infiltrando vagina a dentro. O resultado é tão imediato que acelero e alongo meus movimentos e ela reage como quem está acordando de um prazer manso para uma agonia sedenta de satisfação. Sinto a ejaculação chegando, mas o aperto que aquele cuzinho me proporciona anunciando o orgasmo de Ana me ajuda a conter a enxurrada.
Agora quem enlouquece sou eu. São palmadas, xingamentos, mas quando dou leves tapinhas no rosto da esposinha do meu irmão ela entra em ebulição, seu corpo inteiro se aquece, ela fica vermelha e quando sente os fortes jatos de esperma lubrificar e facilitar minhas estocadas. Retesa então todo o corpo num grande arco me estimulando a socar mais rápido e mais fundo seu corpo arrombado.
Mas nosso envolvimento é tão forte e tão delicioso, e ainda tem tanto dia pela frente, que não conseguimos parar por aqui. Vou só tomar fôlego e logo conto como foi a hora do almoço de meu irmão. Aguardem!

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Toca de Lobo
   

Tópico: Não resisti à minha cunhada!

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