Nada é impossível!?

28/01/2013 00:00

 

Conheci meu marido na igreja, éramos adolescentes e desde então formamos um casal que todos invejam em um casamento perfeito, sem brigas, repleto de amor.

Mas todos amadurecem e, acreditem, as pessoas são capazes de sentir falta do que nunca conheceram, ainda mais com o atual acesso à informação. Foi assim que descobri que nossa deliciosa relação conjugal não era completa. Eu nunca experimentara um orgasmo na forma como são descritos nos mais honestos relatos.

 

Apesar da grande cumplicidade existente entre nós eu não queria magoar meu marido com essa informação e com cuidado fui exigindo variações para combater a “rotina”, mais empenho, mais durabilidade.

 

Sinceramente, nossa relação melhorou – e muito! Descobrimos até o sexo oral o que me deixou mais angustiada. Era um prazer intenso que não se completava, era delicioso, mas deixava um vazio ainda maior.

 

Para minha sorte meu marido é professor e sempre valorizou o aprendizado em sua mais ampla expressão. Ele defende que tudo que se faz pode ser melhorado com metodologia e treinamentos regulares.

 

Surpresa foi encontrar na um anúncio: Professor de Orgasmos – método prático com aulas em domicílio. Carga Horária de 24 horas divididas em 3 ou 4 etapas. Satisfação garantida ou devolução do investimento. Casais ou mulheres – sem envolvimentos emocionais e garantia de discrição. Investimento: R$ 5.000,00 – 50% de entrada e o restante ao final do curso.

 

Isso iria maltratar meu marido e fui cuidadosa. Num sábado, após provocar e curtir um sexo que influenciado pelos meus planos me deixou arrasada pelo intenso prazer e pela ausência do orgasmo, ainda na cama, peguei meu notebook para surpresa de meu marido. Achei rapidamente o anúncio e apresentei a ele como um ramo onde ele poderia ganhar mais dinheiro (?) como professor.

 

Rimos muito com aquela curiosidade e ele brincando comigo disse que ia contratar o cara para aprender seu método. Ele estava só implicando comigo, estava certo que eu ia cair sobre ele fingindo brigar e enchendo-o de cócegas.

 

Mais uma vez ele se surpreendeu:

 

- Legal! Acho que eu ia adorar te ajudar sendo sua cobaia para aprender o método.

 

- Mas... Você não se incomodaria... É... Você não se incomodaria de fazer sexo com outro homem?

 

- Nem pensei nisso! Você é louco? Pensei em receber um bom treinamento, aprender novas metodologias e aumentar suas experiências de educador. O preço a pagar é alto: cinco mil e sexo com um estranho, mas por você, só mesmo por você, eu toparia fazer isso. Nunca imaginei que você iria imaginar que eu pudesse querer fazer sexo com outro homem.

 

Chorando deixei-o sozinho na cama olhando espantado para mim e para o anúncio na tela do note. Doía usar contra ele as lágrimas femininas. Nunca o fizera, mas eu precisava experimentar pelo menos um orgasmo e o “professor” oferecia garantia de sucesso.

 

Pulando todo o dolorido processo de mais de um mês, recebemos o “professor” num hotel da zona sul do Rio de Janeiro. Estávamos ambos constrangidos, mas o homem (ma-ra-vi-lho-so) que se apresentou simplesmente como professor tinha grande experiência.

 

Conversamos uma conversa fácil e leve que ia se tornando íntima tão cuidadosamente, que em pouco mais de meia hora meu marido explicava a ele, didaticamente, como me tocava, como chegávamos ao sexo e como o praticávamos.

 

Diagnóstico: pressa por autoconhecimento.

 

Ele explicou ao meu marido que ele era professoral demais. Partia do que já sabia, não explorava, não voltava aos temas básicos, esquecia, por exemplo, de me beijar a boca com paixão. E pediu que meu marido me beijasse.

 

Meu marido até que caprichou em seus 10 segundos. O que veio em seguida foi loucura pura, algo, agora sim, impossível de se imaginar.

 

- Posso mostrar até onde seu beijo poderia ter ido?

 

- Você está sendo pago para isso.

 

- Vamos fechar então nosso contrato.

 

Ele possuía um contrato pronto que terminava já com o recibo de pagamento de R$ 2.500,00 que meu marido tirou, em dinheiro, do bolso. Ele estava mesmo aceitando o jogo.

 

Depois das formalidades o professor avisou a meu marido que o beijo na boca também tem preliminares e só deve acabar quando o limite social permitir.

 

Pegou e beijou minha mão, pediu desculpas pelo que estava por fazer e exigiu colaboração máxima, que eu imaginasse que ele era, na realidade, o meu marido.

 

Aquilo psicologicamente podia agir em meu marido, mas sob mim, a forma como a coisa evoluía e o másculo exemplar a minha frente me exigia esquecer meu marido e me entregar totalmente aquele homem, meu passaporte para o orgasmo ausente em toda minha vida sexual.

 

Do beijo na mão ele partiu para um abraço envolvente. Meu marido sentado junto à mesa de café mantinha o olhar grudado em mim e aquele olhar amoroso e cheio de dor ainda mais me estimulava. Eu queria fugir dele, mas só não buscava o olhar dele enquanto meus olhos se fechavam por prazer.

 

A respeitosa boca daquele homem percorreu meus ombros, minha testa, minhas bochechas e meus lábios ardiam de desejo. Meu pescoço sentiu-se acariciado por seus beijos e respondeu com arrepios. Minhas orelhas já me fizeram experimentar leves tremores pelo corpo que me levaram a sofrer leves trepidações ao sentir os lábios secos dele roçando nos meus. Minha boca estava aberta, receptiva e ele mantinha aquele roçar delicioso.

 

Senti, extasiada pelo inesperado, meu vestido correr pelo meu corpo, deixando meus seios ocultos apenas pelo sutiã transparente, vermelho e sensual que eu comprara exclusivamente para aquele dia. Minha reação de susto foi contida pela boca dele colando-se a minha numa leve sucção e me senti penetrada quando aquela língua buscava e brincava com a minha.

 

Meus lábios e língua foram acariciados, mordidos, arranhados pelos dentes, sugados. Eu retribuía tanto quanto conseguia e senti meu vestido ir ao chão. Olhei meu marido e minha reação foi afastar o rosto de meu “agressor”. Enquanto ele se afastava e eu olhava fixo para meu marido a alça de meu sutiã desceu, a mão do professor liberou meu seio e sua boca o tomou como se fosse a maior das dádivas.

 

Minha visão periférica foi atraída para o membro de meu marido que estava aos pulos preso em suas calças esticadas na região. Perceber que ele estava experimentando, como eu, inesperados prazeres e as sensações que o professor arrancava de meu interior em contorções me levou a gemer sinceramente numa entrega que estimulou ao meu “agressor” a arrancar de vez aquela peça que eu imaginei embasbacar o cara e que ele parecia não ver encantado que estava com meus seios que eram beijados, sugados, acariciados, apertados e beliscados forte e deliciosamente.

 

Ele voltava a minha boca com beijos escandalosamente deliciosos e ao meu ouvido me pedia para participar. Ele estava desejando ficar nu exclusivamente para mim. Era para ser só um beijo, mas a camisa dele foi tirada com todo meu carinho. Demorou porque eu me perdia entre ansiedades e desejos, entre reações corpóreas e me deliciando ao acariciar o peito que eu liberava.

 

Quando o liberei de sua camisa ele girou meu corpo me deixando totalmente de frente para meu marido. Suas mãos passeavam pelas partes nuas de meu corpo sem tocar meu sexo. Mas mordia meu pescoço, maltratava meus seios, chegava a dar tapinhas que me enlouqueciam e quando retornou a minha boca sua mão infiltrou-se em minha calcinha encharcada encontrando os trêmulos lábios de minha ansiosa vulva.

 

Ele pediu ao meu marido que tirasse minha calcinha e voltou a me beijar. Eu sentia aquela agonia que meu marido conseguia acender com o sexo oral, e estava mais intensa que nunca.

 

Senti minha calcinha descendo vagarosamente levada pelas mãos de meu marido. Depois de meu deixar nua meu marido voltou a se sentar. O professor me aproximou do corpo dele. Não mais me beijava a boca o que me forçava a trocar olhares, repletos de tesão provocados por outro homem, com meu marido.

 

Ele foi-me orientando aos sussurros:

 

- Coloca a ponta do pé esquerdo na perna direita de seu marido.

 

- Vou inclinar levemente seu corpo. Puxe a cabeça de seu marido na direção desta buceta gulosa e leve sua pélvis em direção da boca dele.

 

Eu estava extasiada e obedecia sem pestanejar.

 

- Ofereça a ele seu troféu, mas gire o corpo impedindo o acesso dele a esse grelinho endurecido.

 

A brincadeira obrigou meu marido a liberar seu pênis que estava enorme, pelo menos parecia maior do que de costume e enquanto tentava me beijar o sexo se masturbava.

 

- Finja que ele conseguiu te conquistar e deixe que ele beije sua vulva, mas não se permita ter o orgasmo antes que eu ordene. Quando a sensação ficar fora de controle rode o corpo.

 

Obedeci contrariada, eu queria muito gozar, experimentar meu PRIMEIRO ORGASMO.

 

- Agora descreva apenas as sensações que você acredite que ele é que está lhe causando e peça que ele faça tudo que você desejar experimentar.

 

- Chupa meu grelinho com força querido.

 

- Arraste a pontinha da língua na “cabecinha” do meu grelinho.

 

- Assim seu puto. Faça essa língua andar mais rápido!

 

- Mais rápido!

 

Girei o corpo que estremecia completamente. Restaram as carícias pelo meu corpo, em meus seios, beijos arrepiantes em diversas partes sensíveis...

 

Meu marido, alucinado, me levou de volta a posição anterior e lambeu meu sexo inteiro, brincou com meus lábios vaginais alternando com as carícias enlouquecedoras no meu grelo que parecia que ia explodir.

 

Girei o corpo enquanto encorajava:

 

- Estou quase gozando, não para! Conquiste meu corpo, provoque meu prazer querido!

 

- Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar!

 

Eu me repetia sentindo meu primeiro orgasmo se anunciar irretratável diante da iniciativa de sentir os dedos de meu marido dentro de minha vagina, a outra mão agarrada e apertando minha bunda e seus lábios, sucção e língua se dedicando a arrancar o máximo de mim.

 

- Peça a ele para gozar com você!

 

Mais uma vez obedeci às ordens do professor.

 

- Goze comigo querido, rápido, vou explodir, goze comigo!

 

Meu marido abandonou minha bunda, prendeu meu grelinho em seus dentes me impedindo de tentar fugir – Eu não tentaria! – passou a se masturbar intensamente e quando perdi as forças em pleno orgasmo senti seu esperma bater nas minhas pernas e perdi o sentido racional.

 

Meu corpo estava todo arrepiado, estremecia, por dentro eram contorções únicas, inexplicáveis, inexistia fôlego, faltava-me ar, eu me sentia extrapolando meu próprio corpo, eu me agigantava, meu cérebro tentava explorar todas as sensações, tentava detectar onde eu estava sendo estimulada, impossível, o prazer percorria meu corpo a qualquer toque, o beijo na minha testa dado pelo professor provocava ondas de arrepios ainda mais intensos. Percebi que eu gritava entre meus gemidos. Xingava meu marido, xingava o professor, pedia mais e gemia, gritava e gemia... Até que sucumbi ao êxtase.

 

Nesta primeira aula ficou faltando algo. O professor não me penetrou, mas ensinou ao meu marido a me dar banho, me enxugar, a me reacender, a me torturar sem me permitir gozar para me fazer explodir em gozos. Foi deliciosa, plena, estupenda, esclarecedora e eu já estava, na primeira aula, experimentando orgasmos, infelizmente ainda com a ajuda do professor.

 

Estou esperando meu marido tomar coragem e marcar a próxima aula. Ele já percebeu que ainda não assimilou as técnicas aprendidas e ainda tem dificuldades e precisa se esforçar muito para que eu alcance um leve orgasmo (não conto a ele, mas é um orgasmo de merda que termina antes de começar).

Se ele recuperar a autoconfiança e me permitir ter a segunda das três aulas e conto tudinho para vocês.

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Toca de Lobo

Tópico: Nada é impossível!?

Continuação

Data: 26/02/2017 | De: Beca

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