O Tio

01/04/2019 23:19

Beto foi meu primeiro amor de fato, durou pouco, adolescentes mudam de namorado como mudam de roupa, mas foi um recorde, quase um ano e com ele se foi minha virgindade e veio muita aprendizagem. Quando me mudei para outro bairro tudo acabou em menos de quinze dias – insegurança e muita oferta ao redor, eu era carne nova no pedaço.

Aos dezenove anos – tínhamos a mesma idade – o reencontro foi fatal e reatamos com furor próprio da idade, muito sexo.

Nesta época, Lucas, tio do Beto, tinha voltado para o Rio de Janeiro. Quando fui apresentada a ele num apartamento lindo, na zona sul, de frente para a praia de Ipanema, fiquei desconcertada. Beto me apresentou, ele me deu dois beijinhos enquanto Beto contava ao tio que eu era sua namorada. Ele caiu numa franca gargalhada e chegou s sentar rindo. Passado o estranho momento ele se levantou, formalmente se desculpou, me beijou a testa, a bochecha direita e sussurrou no meu ouvido:

— Tadinha de você!

A voz rouca, soprada e sensual me arrepiou o rosto. Ele então beijou a bochecha esquerda e voltou a segredar sensualmente:

— Esse babaca nunca vai fazer você desmaiar de prazer.

Beto, já chateado com toda situação questionou o tio.

— Seu sacana, o que está acontecendo aqui?

— Você quer mesmo sabe, Beto? – retrucou

— Claro que quero!

— Simplesmente disse a ela com outras palavras que ela é muita areia para o seu caminhãozinho. E você sabe que é.

— Não me interrompa, você perguntou!

— Ela é uma mulher bela, transpira sensualidade, cheira a sexo, tem bustos esplêndidos, rijos e macios, bundinha bem formada, daquelas boas de dar palmadas, pernas longas e grossas daquelas que estremecem de prazer e se arrepia com tanta facilidade que certamente é muito fácil fazer ela desfalecer em um bom e intenso orgasmo.

— Ela ainda é tão inocente e virginal que enrubesce ao ouvir apenas parte de sua qualidade enquanto mulher, ao que tudo indica ela anseia por ser tratada como uma putinha e gozar intensamente.

— Tio!

Aquilo foi quase um berro de pedido de socorro.

— Por favor tio, ela não te conhece ainda, não sabe o quanto você pode ser sacana, safado e cruel.

— Você querendo vem trepar com ela aqui que eu te guio e ensino tudinho. Viu só, ela agora avermelhou de vez. Deve estar encharcada.

Interrompendo Beto mais uma vez:

— Menina, você está com um bobão. Se ele não vier aprender a fazer sexo com você, venha sozinha e depois você vai ensinando a ele. Eu só trabalho até o meio dia, pode vir qualquer dia à tarde, mas não deixe ele saber, ele só iria atrapalhar.

Beto me pegou pela mão e interrompeu aquele dramalhão idiota. Me carregou porta afora como diziam “cuspindo marimbondos” como a expressão encaixou bem.

Claro que não escapei ilesa. Aquela conversa toda ficou habitando meu imaginário. Naquela noite, no motel, eu estava com um Beto furioso querendo mostrar serviço. Ele tentou inovar, variar, mas era o Beto, é claro, só que mais feroz. Eu não resisti, tive que provocar:

— Você foi lá ter aula com o titio sem mim?

— Claro que não. Por quê? Tá querendo aula?

Ele estava dentro de mim e enquanto falava quase pulava para ir mais fundo, mais forte e com mais velocidade.

— É que você está ao mesmo tempo tão gostoso e tão distante, pensei que estava lembrando as lições do titio.

A brincadeira para atiçar o Beto foi um tiro que saiu pela culatra. O idiota parou, jogou dinheiro em cima de mim, se vestiu e saiu do quarto do motel mandando eu ir procurar o Tio Lucas para virar uma putinha cheia de palmadas. Isso foi numa velocidade tão alucinante que fiquei perdida alguns minutos. Além de tudo que passou pela minha cabeça uma coisa se destacou e foi ganhando um volume incontornável: o desejo de vingança.

Na segunda-feira, quando Tiozinho Lucas chegou em casa, lá estava sua sobrinha, minissaia rodada, meia branca três quartos, sapatinho boneca, blusinha de botões branca transparente e sutiã vermelho, mínimo e transparente. Eu estava me sentindo uma puta e pronta para ser “uma putinha cheia de palmadas”.

Lucas não falou uma sílaba, passou o braço sobre meus ombros, me conduziu para o apartamento, me deu uma Coca-Cola bem gelada com gelo e limão, ele também tinha seu copo, brindamos, ele sorriu, sumiu um instante e voltou com aquele corpo maravilhoso e bem bronzeado coberto por um short de praia bem largo. Pegou uma cadeira e sentou de frente para mim.

— A raiva não é uma boa conselheira. – Começou ele, mas nem ele, nem eu, estávamos preparados para minha reação.

Em prantos fui contando tudo e já comecei de forma errada:

— Você ontem me deu um tesão imediato, só de te ver. O tesão estancou com a gargalhada para voltar mais intenso sob seus olhares, suas palavras e… promessas.

A partir daí contei tudo sempre deixando escapar minhas sensações mais secretas e íntimas como quando Beto reagiu foi a você, Lucas, que eu senti me penetrando com violência e que depois de tudo me masturbei, ainda no motel, em homenagem você, fantasiando esse encontro que está diferente de tudo que eu imaginei.

Ele me fez jurar que eu tinha certeza do que eu queria. Quis saber se deveríamos deixar Beto saber ou não. Fui clara:

— Por mim, não só ele pode saber, como vir assistir uma aula, aquele babaca!

Lucas percebeu que estremeci quando disse que ele poderia vir assistir uma aula e sussurrando ao meu ouvido perguntou:

— Você quer foder comigo deixando-o assistir e sofrer?

— É o que eu mais quero! Isso está me deixando louca de desejo, é uma antiga fantasia, fazer meu macho me vendo gozar com outro homem. Nunca entendi, mas fantasia não é para ser entendida, concorda? Algumas nunca realizamos.

Ele me ergue, me olha nos olhos profundamente, seus dedos estão desabotoando minha camisa branca – fico trêmula - e arrancando-a do meu corpo. A saia aberta é empurrada para os pés. Estou visivelmente trêmula e ruborizada quando ele me empurra de volta para a poltrona.

Lentamente Lucas tira meu sapatinho boneca, arranca minhas meias três quartos, vem beijando dos pés até as cochas. Estou totalmente arrepiada. Ele me olha. Novamente, profundamente e promete:

— Hoje você vai ser a minha putinha. Vai levar palmadas por estar traindo seu namorado. Sua bundinha vai ficar vermelhinha, com a marca dos meus dedos, para seu namorado saber que eu te bati na bundinha. E vai gozar de se desmanchar de prazer. – Os beijos estão perto demais de minha vulva raspadinha para ele.

— Hoje você vai levar meu sabor por todo o corpo, para seu corno me experimentar a cada beijo, a cada lambida, a cada sugada. Mas hoje ele não vai poder te tocar, você vai estar assada, ardida e só vai poder dar a ele amanhã.

Bem nessa hora ele levanta e beija minha boca como se aquele fosse o último beijo do mundo. Não assim impetuoso. Não! São pequenos selinhos em todo rosto, é um roçar de lábios, um entreabrir de bocas e quando tento lamber seus lábios recebo uma mordidinha e então sou surpreendentemente invadida por uma boca sedenta. Meus cabelos são arrebatados por sua mão que aproxima nosso rosto a não mais caber e quando ele me deixa está diante dos meus olhos a mais grossa pica que já vislumbrei. Tão grossa que no início foi difícil beija-la como ela merecia.

Cara louco! Como ele conseguiu pegar e girar meu corpo, eu não percebi. Só sei que estou de cabeça para baixo e meu grelinho está sendo sugado todo, inteiro, para o interior daquela boca quente, torturante e sua língua, ao invés de aliviar aquela sucção, passeia em pequenos e leves toques que me desnorteiam. Quero corresponder, preciso dar prazer aquele homem de pica grossa infiltrada em minha boca.

Ele me arreganha e sua língua acaricia e tenta penetrar meu cuzinho, minha vagina e fica brincando de friccionar a pele entre os dois. Em seguida meu grelinho já ultrassensível e inchado é novamente atacado por chupões daqueles que deixam o pescoço roxo.

Ele está caminhando pela casa e me joga em sua cama. Não tenho tempo de qualquer reação. Dois dedos invadem minha vagina, a outra mão pressiona sobre a pélvis e eu entro num orgasmo vibrante, inesperado e intenso.

— Já está gozando, minha putinha. Está gostando? Vai deixar seu corninho ver você gozando assim comigo.

Abro meu melhor sorriso. Meus olhos se perdem. Ele me aplica carinhosas bofetadas, coisa de cinema, faz barulho, mas nem arde, nem dói, mas me descubro masoquista ao sentir uma maior intensidade naquele gozo que já ia passar.

Ele percebe meu gozo esfriando e envia um dedo, lambuzado da minha unidade vaginal, lentamente, no meu cuzinho sem qualquer intervalo. Logo outro adentra minha vagina. Sinto os dois se tocando, ele está esfregando um no outro e começa a friccionar, entrar, sair e vem a primeira palmada.

Com susto meu corpo pula e vem a segunda. Sinto as palmadas e percebo que vou, pela primeira vez na vida, com um dedo no meu cu. Ele percebe, tira os dedos. Agora enfia dois dedos no meu cuzinho e me estupra me levando ao gozo entre palmadas cada vez num lado da bundinha. Não contenho o arfar sem ar e gemidos baixinhos.

— O quê? Minha putinha não vai gritar? Se prepara para a surra!

Ele ia me encher de tapas a bunda? Juro que temi. Que nada! Ele começou a esbofetear meu grelinho com força e carinho e eu não consegui me conter e gritei. Gritei seu nome confessando:

— Tio Lucas, você está me fazendo adorar gozar com você!

Claro que foi entrecortado, com voz falhando, mas gritei pela primeira vez durante um gozo.

Foi durante o grito que – também pela primeira vez – fui arrombada. Aquela piroca rombuda e grossa foi entrando sem dó. Me alargava e se infiltrava sem que eu conseguisse me conter, aflita, desesperada, adorando e, mais uma vez, gozando. Eu já não sabia quantos orgasmos e só agora eu estava sendo penetrada, ou melhor, arrombada.

Ele chegou ao fim, perguntou se estava bom e eu dizia que estava adorando enquanto ele disse que não, ele ia parar porque eu não tinha gostado.

Que aflição, que angustia, eu estava sentindo meu instrumento de tortura e de prazer ser arrancado de mim e implorava.

— Tio Lucas, por favor, vem pra dentro de mim. Vou ser sua putinha. Vou ser obediente. Faço o que você quiser.

A pica saiu toda e ele rindo na minha cara entrou até o fundo e eu descobri que ele foi mais fundo desta vez. Ele novamente saiu, sempre bem devagar e entrou mais veloz e logo eu estava sendo estocada, tentando enfiar ele mais fundo em mim ao erguer os quadris e rebolar.

Meu gozo se mostrava estupendo, maravilhoso e ele sai de mim, deita de costas e exige.

— Vem me fazer gozar.

Caralho, eu sempre fui a passiva no relacionamento, como obedecer àquela ordem? Pulei em cima dele, enfiei, literalmente, ele grosso e ainda maior e mais duro, dentro de mim.

Ele ria, me fazia rir, usou cócegas, deu palmadas, me fez brincar com aquela pica me alucinando e ele não me deixava gozar. Eu senti que estava na posição correta. Meu tesão quase explodiu. Eu estava a caminho do gozo e pedi:

— Deixa, deixa eu gozar!

— Você promete gemer e gritar?

Não consegui responder. Ele erguera meu corpo e com uma velocidade impressionante me fustigava a ponto de eu sentir tudo incendiar dentro de mim. Gozei escandalosamente como havia prometido não por querer ou forçar, mas ele seguia me fazendo rir e gozar como uma criança e ali, me divertindo, era com naturalidade que eu gemia e ria de ter gemido. Gritava por socorro ou por mais pica e ria da minha performance cavalgando um macho.

Ele não deixou nada esfriar. Me colocou de quatro, veio por cima da minha bundinha, uma perna em cada lado do meu quadril e dizendo que era um cachorrão me submeteu novamente àquela deliciosa pica. Que caralho grosso. Ele prometeu e eu estava ficando assada.

— Toma minha cadelinha, goza! Ou é minha eguinha? Nada disso você é minha putinha! A putinha do titio. Vem Betinho ver como sua namoradinha fode bem com seu titio.

Ele falou rindo, eu tentei rir, mas o gozo não permitiu.

— Posso gozar aqui dentro?

Foi um grito alto, fora do tom, eufórico:

— Pode, me fode!

Enquanto ele ria me incentivando a rir o gozo voltou e eu desabei na cama e logo estávamos as gargalhadas. Trepar com o Beto era algo sério, concentrado ele buscava me agradar. Mas muito melhor é gozar rindo, em parceria com alguém que te fustiga.

Com a bucetinha encharcada e pingado fomos ao banheiro para um banho morno e repleto de carícias, piadas, mordidas e descobertas.

Em meio aquelas brincadeiras ele me assustou:

— Você já deu esse cuzinho?

Não sei porque estava envergonhada e ruborizada quando disse que não. Mas ele caiu na gargalhada e me disse que ele teria o privilégio de me tornar uma putinha integral, cem por cento puta.

Rindo e brincando foi me ensinando e ajudando cumprir um pequeno ritual para tudo dar certinho e depois de muitas brincadeira, eu já com meu fogo acesso, assumindo o papel de putinha, peguei ele pela pica e de mãos dadas com ela voltei para o quarto onde fiz ele sentar à beira da cama e ataquei aquela pica que ele me orientara que deveria estar bem dura para se aventurar em novas paragens.

A iniciativa era toda minha. Eu tinha que enfiar aquilo tudo, grosso daquele jeito, todinho em mim. Eu ia ser cem por cento puta naquele dia. Procurei todo tipo de posição para sentar naquilo e esconder dentro do meu cuzinho. Titio seguia me sacaneando e eu passei a só chamar ele de titio enquanto me sacaneava. Eu me preparei para gritar Lucas bem alto quando ele estivesse todinho dentro de mim. Mas que nada. Aquilo esbarrava na portinha virgem e eu quase pulava em cima sem sucesso.

Lucas sentou na cama, me puxou para o colo dele com a bundinha para cima. Rindo de mim me encheu de palmadas ardidas.

Levantou, me colocou arriada de quatro na beira da cama. Encostou a piroca na portinha e mandou eu contar até três. Eu tremi de medo. E se doesse? Mas não tinha como voltar atrás. Eu contava e ele ficava esfregando aquilo tudo, duro de empinar para o teto, no meu cuzinho.

Um… Dois… Três… nada! Faltou o “Já”! Ele ri me dando mais palmadas. E não pode tremer a voz, putinha medrosa, determinou!

Um… Dois… Três… e JÁ! Desta vez foi com a determinação que ele comandara e ele penetrou fundo e estocou veloz me pegando de surpresa e me proporcionando um gozo rapidinho. Ele entranhou-se fundo e bem apertado na minha bocetinha que pingava de tesão agradecida.

No meio do gozo, sem que eu esperasse, ele escorregou e forçou a entrada. Quando apertei ele gritou:

— Para de enforcar o Betinho!

— Betinho?!

— É como vamos chamar ele quando o verdadeiro Beto não estiver conosco.

Como não rir. Enquanto eu ria ele ia penetrando mais um pouquinho e anunciando:

— Cada centímetro é dez paus. Já tá me devendo cem e ele está entrando sem parar.

— Que nada, você está paradinho, eu estou sentindo.

— Nunca vi cu virgem sedento de pica, eles costumam ter medo.

Ele fala rindo e empurra um pouco mais para dentro.

— Calma, calma, eu estava brincando. Não passa nem agulha!

— Agora me ofendeu! Está dizendo que meu piruzinho é mais fino que agulha, já vai!

E foi assim brincando que ele se assustou quando eu sentindo os pelos dele encostar na minha bundinha gritei:

— Lucas, o Betinho entrou todinho!

Ele riu muito, disse que eu estava enganada e me fodendo e deixando meu cuzinho assado foi bombeando sem parar e quanto mais eu rebolava e tentava participar mais rápido ele bombava até que:

— Agora, minha putinha, fica bem quietinha e sente seu macho explodir em gozo.

Parei totalmente, mas ele voltou a estocar forte e meu gozo pelo cuzinho surgiu do nada. Eu sabia que ele queria explodir em mim, mas foi difícil ficar quietinha. Essa nova tortura aumentou o gozo que ao sentir aquela enormidade engrossar e jorrar dentro de mim me fez desabar molinha na cama, puro prazer.

Ficamos deitados conversando sobre tudo, abraçadinhos até que eu disse que ia embora. Ele protestou:

— Como o Beto vai beijar essa boquinha sem o meu sabor?

Entendi e cai de boca naquela ferramenta que me proporcionou mais prazer em algumas horas do que um fim de semana inteiro com o Beto. Eu me sentia uma verdadeira puta.

Eu estava chupando aquela piroca quando o celular, pela primeira vez naquela tarde, tocou.

— É o Beto. Não para. Vou atender no viva-voz.

— Oi Beto, tudo certo? – Ele pareceu mesmo preocupado.

— Nada certo tio. Briguei com a namorada por babaquice.

— E…

— Sei lá, acho que perdi ela. Fiquei com ciúmes de você, porra. Tu és um sacana.

— Se foi isso não esquenta. Ela veio aqui hoje e eu fiz dela uma puta como prometi a vocês.

— Porra tio, para com isso. Foi assim que eu briguei com ela. Você num tá acreditando.

— Você é que não acredita em mim. Ela está agora mesmo chupando minha pica para espalhar minha porra pelo corpo para você sentir meu sabor quando beijar e lamber ela. Escuta a palmada.

— Putinha, me dá essa bundinha.

Ele me deu duas fortes palmadas e eu não podia nem reclamar, nem rir.

— Para tio, fala sério. Vou tentar conversar com ela hoje a noite. Se ela falar de você posso marca para irmos aí para acabar com esse mal-entendido?

— Só se você prometer uma coisa.

— Lá vem sacanagem.

— Nada disso, você conhece bem sua namorada, não conhece?

A piroca já estava dando os primeiros sinais de gozo, aquela aguinha branquinha…

— Claro que conheço.

— Não vai atrapalhar se ela quiser trepar com você na minha frente, ou comigo na sua frente, ou com nós dois juntos?

— Isso eu posso responder sem pensar. Claro que deixo. Ela jamais toparia um programa desse. Ela é muito careta.

Ainda bem que Tio Lucas riu alto. Eu quase me engasguei com essa. Meu corpo já pedia por mais sexo. Rodei, me ajeitei, Lucas entendeu e começamos uma papai mamãe gostosinho, sem pressa.

— Então promete, jura pela tua mãe mortinha. Eu sou irmão do seu pai, nem vou ligar.

— Juro mesmo. Confio na minha namorada.

Nessa hora Lucas tinha levantado bem minha perna e juntou bem perto o celular para a palmada ser bem audível. Deixei escapar um gritinho.

— Tio, tu finge mal pra cacete. Vou aí na quinta, tá bom?

— Ótimo vou te esperar de banho tomado e vou raspar os pentelhos para a pica parecer ainda maior. Você vai aprender muito.

— Tio bobo, até quinta.

— Até Betinho que agora vou gozar na sua namoradinha.

Aquela conversa me fez gozar. Meu corpo estava estremecendo. Ele aumentou as estocadas e me ofereceu um delicioso e derradeiro orgasmo. Em pleno gozo ele sai de mim, me chupa a buceta, enfia dois dedos e me faz explodir rindo com ele. Me deixa deitada e em pé na cama agiliza uma punheta deixando jorrar porra pelo meu corpo e as últimas gotas sou levada pelos cabelos a colher nos lábios, com a língua.

Ele ajoelha do meu lado, com as duas mãos vai espalhando nas principais partes do corpo: pescoço, orelha, bicos dos seios, ao redor de toda vulva e cuzinho, nas nádegas, passa nos meus lábios, me puxa para si e me beija.

Ele me veste e eu, putinha vestida de putinha, saio realizada com aquele homem que vai me ter sempre que quiser, como mil promessas e entro num taxi para casa para esperar, como uma boa putinha, meu corninho. Adorei o titio Lucas.


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