Os escravos do Dr. Álvaro - Introdução

27/11/2008 00:00

Acho que a origem de toda esta revolução que tomou conta de minha vida foi o ingresso de Mário nesta atual empresa. Isso tem mais ou menos dois anos. Trata-se de uma grande empresa que faz questão de integrar os funcionários e suas famílias promovendo constantes encontros e comemorações.
Criada em família conservadora sempre fui muito recatada e acanhada. Nestes encontros, por mais que o Mário se esforçasse, eu acabava isolada em um canto, caladona, como sempre. Na verdade eu detestava aqueles encontros. Mário chegava e ia me apresentando a todo mundo, diretores, gerentes, chefes, colegas de trabalho, e suas respectivas.
Isolado como eu só o diretor jurídico, Dr. Álvaro, sempre sozinho e calado. Ele devia ter uns dez anos a mais do que Mário, pelo que contavam era viúvo há mais tempo que isso. Sempre que me cumprimentava exibia um amplo sorriso, sempre tinha um elogio franco e fora do lugar comum. Mas logo depois voltava a sentar em sua solitária mesa e ali permanecia observando tudo.
Em contraponto ao Dr. Álvaro tinha o Marcelo. Sempre que Mário desistia e me abandonava para prosear com os amigos o Marcelo se aproximava com a mesma conversa. Se eu fosse dele ele jamais me abandonaria. Que eu era muito gostosa. Um tesão de mulher. Que ele me chuparia toda. Faria-me estremecer e largar o Mário para ser só dele. Que ele me ensinaria a ser uma puta. Enquanto ele falava estas coisas eu ficava rubra. Orava. ...E reparava que a esposa dele não era muito diferente e estava, ao mesmo tempo, se oferecendo aos diretores, exceto ao Dr. Álvaro que a mantinha à distância. O pior é que o tal de Marcelo era, para Mário, um de seus melhores amigos na empresa. Que amigo!
Em resumo as confraternizações eram sacais, sem graça, enfadonhas. Só serviram mesmo para que eu conhecesse o Dr. Álvaro que toda vez que resolvia ir embora buscava o Mário onde estivesse e o trazia pelo braço para o meu lado. Sempre colocava o seu escritório particular a disposição e dava um novo cartão de visitas ao Mário (que já tinha uma coleção) com os endereços e telefones de seu escritório e de sua casa.
Mário foi mudando e na última festa, há um mês, não me levou com a desculpa que iria ser a mesma chatice de sempre. Só que ao invés de chegar às 18hs, como de costume, já que as festas terminavam às 17hs pontualmente, só chegou às 21hs. Disse que foi levar o Marcelo em casa e pediu que eu ligasse para o Marcelo, para dizer que ele chegou bem, enquanto ele tomava um banho. O Marcelo, é claro, confirmou tudo e ainda me cantou mais uma vez com palavras de baixo calão. Enrubescida e sem me despedir, desliguei.
Depois desta festa Mário mudou da água pro vinho. Estava rude, sem horários, reclamando de mim. Do nosso casamento. De nosso relacionamento. Da nossa relação sexual chinfrim. Das minhas inibições. Dos meus comedimentos. Das minhas roupas conservadoras. De tudo que se relacionasse a mim. E o que é pior, dizia que só mesmo o Marcelo para ter tesão por mim! Ele sabia das cantadas, da tara do amigo, dos assédios do Marcelo?!
No final de semana a conversa do Mário girou toda sobre pensão alimentícia, guarda de filhos, sempre em relação a seus colegas de trabalho e sempre em situações favoráveis para os maridos. Aquilo acendeu um alerta na minha mente.
Já na segunda-feira eu fiquei pensando em quem poderia me orientar porque, tudo indicava que meu casamento já estava acabado e só eu não sabia. O que fazer? Minha família é do interior e conversar com os meus pais significava uma viagem cara e com pequenas chances de sucesso. Iriam dizer que eu estava errada em tudo e que esposa tem que servir e perdoar. Isso jamais! Se eu descobrisse que o Mário estava me traindo, apesar de todo meu conservadorismo, da minha criação rígida, dos meus acanhamentos e da minha religiosidade – eu iria me vingar, isso ia!
Lembrei do Dr. Álvaro. Peguei um dos seus cartões e liguei para o escritório. Ninguém atendeu. Não podia ligar para a firma do meu marido e no cartão não tinha o número do celular. Apesar de ser 10hs da manhã, insegura, liguei para sua residência.
Aquela voz máscula e serena bateu como um bálsamo confortante em mim e logo me senti segura, estranhamente amparada, ali estava alguém em quem eu, certamente, poderia confiar. Por incrível que pareça a reconfortante sensação provocou um pranto que não conseguia conter. Eu gaguejava ao telefone e não conseguia falar.
Do outro lado, calma, segura e firme, a voz do Dr. Álvaro me ordenou, sim, ordenou que eu largasse tudo e imediatamente pegasse um taxi até sua casa. Que eu não me preocupasse com nada, nem com a roupa, nem com bolsa ou dinheiro, ele pagaria o taxi mas queria conversar imediatamente comigo.
Como teleguiada, ao comando daquela voz, desliguei o telefone, saí de casa, fui para a via principal e, ainda chorando, entrei no primeiro taxi entregando o cartão ao motorista. Durante a viagem recobrei minha serenidade e o pranto estancou. Quando o taxi parou no portão do Dr. Álvaro eu já me perguntava o que estava fazendo ali. Eu era louca!
Ele abriu a porta do taxi ao mesmo tempo em que estendia uma nota ao motorista. Enquanto eu soltava do carro ele pegou o troco guardando no bolso sem conferir. Enquanto o taxi se afastava eu mais uma vez desmoronava apoiada no ombro daquele estranho que carinhosamente me amparava.
Ainda amparada e inconsolável entrei naquela casa e enquanto ele trancava a porta eu desabava numa poltrona de braços altos aos prantos.
Sem palavras ele sumiu. Voltou com um copo d’água com açúcar. Entregou-me o copo e me abandonou chorando indo sentar-se na poltrona em frente e ali ficou calado e olhando fixamente para mim.
Bebi a água, controlei meus nervos e comecei a falar sem qualquer trava tudo que ocorrera e que me levara a estar ali, àquela hora, em prantos. Lembro apenas de terminar meu desabafo dizendo que se estivesse sendo traída a vingança era certa!
Quando me calei fez-se um imenso intervalo silencioso e me dei conta que falara em excesso. Tinha contado aquele homem que só me olhava com todo carinho e atenção meus maiores segredos, toda minha vida sexual e pela primeira vez confessara a alguém que nunca tive um orgasmo. E me dei conta que esse homem atencioso era um completo estranho para mim!
O silêncio foi rompido pela mesma voz que me trouxera até ali. Só que o comando desta vez era inaceitável. O Dr. Álvaro mandava que eu me levantasse e tirasse toda minha roupa. Diante da minha surpresa e relutância muda ele voltou a ordenar. Fique nua, totalmente nua. Ele falava sério. Não deixava espaço para questionamentos. Ainda assim eu tentei manifestar minha repulsa àquela inusitada ordem.
Mal pronunciei as primeiras sílabas de meu protesto fui contestada por uma voz firme, impositiva, ordenando que me calasse imediatamente, ficasse de pé, e retirasse toda minha roupa jogando-a ali mesmo no chão.
Surpresa, trêmula e tomada não sei se por medo, pavor ou por simples aptidão à obediência, me pus de pé e lentamente fui tirando minha roupa começando pela saia que deixei cair em meus pés. Parei, olhei para meu mandante impassível que continuava a me fitar nos olhos e, sem encontrar respaldo para minhas resistências internas, passei a desabotoar lentamente minha blusa, retirando-a e jogando-a aos meus pés.
Fiz como quem ia parar e voltei a olhar para aquele homem que me fitava de forma dura sem me dar espaço para resistir, sempre nos olhos, sem desviar o olhar. Depois de breve silêncio perguntou se eu estava precisando de ajuda. Sua voz entoava uma séria repreensão e quase que imediatamente baixei minha calcinha e voltei a parar. Mas foi um breve tempo enquanto me questionava sobre o porquê de eu ter tirado primeiro a calcinha. Logo era o sutiã que se juntava ao bolo de roupas jogadas ao chão. Pronto! Eu estava nua!
- Vá para o meio da sala!
Dr. Álvaro deu a ordem se levantando para acender as luzes. Quando cheguei, trêmula, ao centro da sala ele estava próximo a mim rodeando o meu corpo. Puxou do bolso um lenço preto e enrolando o pano pela diagonal vedou meus olhos. Minha tremedeira quase me fazia quicar mas tenho que confessar que estar ali, nua, de olhos vendados, entregue e disponível para aquele homem misterioso já me excitara.
- Agora você vai ter que confiar só e totalmente em mim, nos meus gestos, na minha voz. Sou seus olhos e sem ter o que olhar você deve aguçar seus outros sentidos. Primeiro a audição. Siga o retinir. Disse o Dr. Álvaro passando a tocar o sino próximo de mim e pelo que eu percebia na altura de meu ouvido.
Fui seguindo, às cegas, e não sei porque, nua, aquele som e percebi que ele abaixara a mão e minha cabeça bateu em algo. Ele fez a volta e, novamente naquele trecho, ela abaixou a mão e eu abaixei um pouco a cabeça de forma a ouvir o sino na altura do meu ouvido.
Três passos depois ele me dava os parabéns, eu havia passado pelo primeiro obstáculo. Em seguida ouvi o sino tocar acima de meu ouvido e no próximo passo esbarrei em algo e cíndo percebi se tratar de uma escada.
Com auxilio daquele ruído passei sem quedas pelo patamar central e por toda escada. Ao chegar no alto da escada, com entusiásmo, Dr. Alvaro me parabenizou e disse que eu merecia um prêmio. Senti seu corpo nú me abraçando e sua boca se aproximando da minha. Sua respiração estava muito próxima, podia perceber seu hálito, suas mãos mantinham o abraço e acariciavam meus cabelos e minhas costas. Minha tremedeira que já estava quase sobre controle aumentou, meus batimentos cardíacos podiam ser ouvidos e se aceleravam mais e mais. Mas eu sentia crescer meu tesão e com ele o conforto que estar próximo aquele homem me causava. Faminta, ávida, tentei alcançar aquela boca sem sucesso. Ele desviava e se mantinha próximo. Abracei aquele corpo, prendi sua cabeça e beijei-lhe para meu próprio espanto.
Estavam apenas encostados e atritando lábios nos lábios e, enquanto a ereção do Dr. Álvaro se anunciava me enchendo de prazer e orgulho, nossos lábios passaram a prender um ao outro, nossos dentes passaram a acariciar nossos lábios, pasamos a sugar um o lábio do outro e quando nossas línguas se tocaram o pênis daquele homem tentava se alojar entre minhas pernas duro como um metal. Que felicidade, que prazer, que orgulho.
Por que negar a vocês, embora eu não pretendesse deixar ele perceber nada disso eu estava experimentando um inusitado prazer em obter o desejo daquele homem. Ele se mantivera distante todo o tempo e eu já estava achando que mesmo nua eu não o atraia em nada, que meu corpo devia estar tão horrível que um homem experiente não o desejasse. A ereção dele mostrou que eu estava enganada e sendo desejada.
O mesmo beijo que acendeu a ereção dele pôs fogo em todo meu corpo. Eu estava desejando sexo como na adolescência. Ele parou de me abraçar e voltou a tocar o sino e eu fui seguindo enquanto recordava que na minha juventude todo rapaz que consiguira se fazer desejado era imediatamente expurgado, por mim, do meu relacionamento. Se amigo eu nunca mais falava com ele. Se namorado no mesmo dia era o fim da nossa relação. Eu sabia que o desejo sexual fora do casamento era um pecado e não queia pecar. Eu estava pecando naquela hora! Mas não resistia, não tinha o controle nem sobre meus desejos nem sobre mim mesma.
Eu seguia e me questionava num turbilhão de pensamentos. Por que eu não tirava aquela venda dos olhos? Por que eu não questionava o fato de estar seguindo o retinir de um sino? O que eu estava fazendo ali, nua, vendada?
O sino estancou e eu parei sem saber o que fazer. Eu precisava da próxima instrução. Alguns minutos depois ele pegou cada uma de minhas mãos e levou-as para trás do meu corpo e então, repentinamente, me algemou. Eu deixei escapar um grito, assustada. Ele em voz baixa e forte mandou eu me calar.
- Você não tem qualquer direito, muito menos o de manifestar qualquer vontade ou expressão sem que eu ordene ou autorize. Fique calada e pode respirar, apenas isso.
Ao ouvir do Dr. Álvaro aquelas palavras a sensação que surgiu foi de medo e tentei expor meus pensamentos. Nem tinha pronunciado a primeira sílaba e ouvi um "Cale-se!" inquestionável. Ele então sentenciou:
- Agora você vai ser castigada e mantenha-se calada.
Senti algo quente, macio e agradável tocar nas minhas mãos. Aos poucos percebi que era o caralho do Dr. Álvaro e, agradecida e submissa, passei a massageá-lo. Ele se manteve inerte. Aquilo me decepcionou e eu passei a buscar sua ereção tendando dar mais qualidade e eficiência às minhas carícias. Só então aquela pica correspondeu e aos poucos, com muito carinho, foi ficando irreconhecivelmente enorme e dura, embora se mantivesse macia e agradável.
Era só silêncio e quando ouvi sua voz forte estremeci.
- Pensa que só consigo vai conseguir aplacar seu castigo? Ajoelhe-se já!
Eu nem pensei, já estava ajoelhada aguardando algo desagradável como castigo. Acho que por isso a minha surpresa e alegria foram enormes quando senti aquele caralho macio, depois de algum tempo, encostar nos meus lábios. Eu já tinha aprendido a lição e enquanto sentia minha vagina produzir e expurgar grande quantidade de lubrificação me dediquei a, com qualidade e eficiência, acariciar aquela pica dura com minha boca. Na realidade com toda minha alma.
Desesperada, assustada, apreensiva, percebi que eu estava acariciando com minha boca duas picas distintas. Uma grossa macia e cheirosa e outra mais fina e mais cumprida. Elas se revesavam na minha boca. Tinha certeza que a grossa era a do Dr. Álvaro. Meu tato me confirmava isso, mas de quem seria a outra? Onde me meti? Agora eu já não podia tirar a venda dos olhos, minhas mãos estavam algemadas e eu estava ajoelhada a mercê de dois homens. Ambos com tanto tesão quanto eu, mas eu não queria satisfazer a dois, apenas ao Dr. Álvaro estava dirigido o meu desejo.
Quatro mãos me ergueram do chão e fui, carinhosamente colocada deitada em uma cama macia com um lençol de seda. Como a falta de visão aguçara meu tato.
Enquanto um dos homens beijava a parte abaixo de minha cintura brincando com uma pedra de gêlo alternada por sua língua e lábios macios e aos poucos se aproximando das minhas partes íntimas, da cintura para cima, pelo perfume delicado e marcante, era o Dr. Álvaro que me acariciava com mãos, boca e língua. Enquanto eles me alucinavam com carícias o Dr. Álvaro colocava próximo ao meu nariz pedaços de frutas. Eu senia o cheiro de laranja, tangerina, manga, pêssego etc.
Senti um beijo e uma linguada no meu cu e em seguida uma das mãos foi liberada da algemas e fui virada na cama.
As mãos foram algemadas à cama, uma para cada lado, como se precisasse. Eu estava ali, disponível, assustada, mas disponível e ansiosa por sexo sem nem pensar nas conseqüências de tudo aquilo.
Enquanto psicologicamente eu me encontrava em pé de guerra fisicamente meu corpo correspondia a todos os estímulos entregando-se e preparando-se para as próximas etapas. Senti algo indefinível passear na minha buceta. Senti meu próprio cheiro misturado ao cheiro de manga enquanto algo indefinível encostava agora na minha boca. Neste exato momento gemi de prazer ao receber lambidas gulosas em toda minha vagina e percebi que se tratava de manga misturada à minha lubrificação o que se alojava em minha boca. Agora eu já conhecia a brincadeira e saboriei uma verdadeira salada de frutas enquanto minha vagina era disputada por duas línguas ávidas que me levavam ao delírio.
Cada linguada, cada chupada, cada estocada recebida na buceta, no lábios da vagina, no clitóris provocavam uma sensação diferente que ora parecia ser um choque, ora me arrepiava e ora me enloqucia de ansia e desejo.
A um só tempo minha boca foi invadida pela pica do Dr. Álvaro e minha buceta pela outra pica. Que delícia! Eu estava no paraíso. Eu arfava, gemia, soltava pequenos grito abafados pela pica na minha boca. Eu me dedicava a dar prazer ao Dr. Álvaro e nem ligava, embora estivesse apreciando, para a pica que se esforçava em aumentar meu prazer penetrando-me.
Estava delicioso aquele vai e vem dentro de mim mas não me entusiasmava, aquilo certamente me daria prazer mas não me levaria ao orgasmo. Minha buceta já sabia o que queria. Ela queria a pica que eu estava chupando e preparando para ela.
Quando os machos trocaram de lugar e aquele pinto furreca veio para minha boca minha buceta exaltou-se e começou a piscar com a perspectiva de experimentar aquela grossura macia que era o caralho que eu havia acabado de chupar.
Eu tentei manter a concentração na pica que estava dentro da minha boca mas meu corpo, meu cérebro, meu eu, estavam voltados para a expectativa daquela penetração.
A pica encostou na minha vagina e passeou por toda ela algumas vezes me enchendo ainda mais de ansiedade. Posicionou-se na entrada e ficou brincando de forçar passagem. Quando minha buceta cedeu permitindo que a cabeçorra rompesse a primeira resistência meu corpo inteiro se arrepiou e se assanhou. Ele se mexia independente de comando na tentativa de sugar aquilo para dentro de mim. Dr. Álvaro reirou a cabeça, brincou por toda vagina, se reposicionou e mais uma vez ficou forçando na portinha até minha buceta aglutinar seu cabeção e agora, para minha felicidade ele foi forçando muito lenta mas ininterruptamente e minha buceta, eu, nós (psicológico, fisico, metafísico), tudo foi se realizando. Me sentia real e plenamente preenchida por onde aquele caralho ganhava espaço e o resto da buceta, o resto de mim a reclamar a tomada total, a invasão plena, a conquista.
Por incrível que pareça meu corpo inteiro se acomodou, não se movia, só recebia aquele presente se contraíndo todo no centro, no interior da vagina como se para lá se voltassem todos os nervos na busca da sensação inusitada do orgasmo nunca experimentado.
A sensação de preenchimento chegou ao clímax mas ele ainda me invadia. A buceta num esforço tentava acomodar tudo aquilo que não era enorme, mas era deliciosamente grosso me preenchendo, me completando, me arrancando gemido, grunidos e expectativas.
Senti quando ela colou fundo dentro de mim, nada mais faltava para ser tomado, inavadido, conquistado. Senti na boca do estômago um vazio enquanto aquilo se retirava. Uma espécie de medo de perder aquele falo que se ausentou totalmente para, de longe voltar a investir contra minha frágil buceta que, desta vez, sentiu-se arrobar, esgarçar para dar passagem àquela ferramenta bruta que alcançou imediatamente minhas profundezas para deixar um novo vazio. Cada vez mais rápido se sucediam invasão e evasão, cada vez mais minha buceta era surrada pelo grosso caralho que lhe invadia as entranhas deixando umvácuo na sua pressa de sair e como uma explosão que começa mínima e libera toda uma energia contida em sua pólvora meu primeiro orgasmo eclodiu me levando ao infinito, parando o tempo, me arreganhando para permitir tudo e muito mais, para me fundir definitivamente àquele homem, não, àquela pica. A respiração parou. A piroca em minha boca presa por sucção forte e incontida crescia em minha boca como inchando, a escuridão da minha vista vedada descortinando uma enxurrada de cores desconexas, os seios praticamente virando só bico intumescido totalmente, um grito crescendo calado em meu interior. Meus mebros retezados, minha vagina esmagando aquela pica que não parava de corrompê-la fustigando-a velozmente e, de repente, estacionando, crescendo, se avolumando mais e mais e me inundando, fazendo tudo voltar à vida e o grito preso na garganta se soltar forte, alto, pleno e contido pela pica que se soltava na minha boca para em seguida se alojar e esporrar abundantemente.
Eu queria largar meu corppo, relaxar, curtir aquele momento a o caralho do Dr. Álvaro voltara à vida e se mexia como nunca, agora facilitado pelo seu próprio esperma, alcançando o fundo de minha alma em cada estacada e o inusitado se realiza. Um orgasmo instantâneo se anuncia e eu embarco em nova explosão de prazer. Que delícia suprema, eu que nunca experimentara um verdadeiro orgasmo em segundo estava tendo o meu segundo e maravilhoso orgasmo. Agora, já conhecendo seu efeitos, tentava corresponder com todo o corpo às investidas daquele macho e abondando de vez aquela pica inespressiva.
Quando o Dr. Álvaro se ausenta de meu corpo sinto ele imediatamente ser limpo pela lingua do outrro macho. Que dedicação, ele suga tudo, bebe cada gota que sai de dentro de mim. Eu me sinto ejaculando estimulada pela aquela língua, não em um orgasmo, talvez em uma ejaculação mesmo, provinda da contração inesperada da vagina que pela primeira vez se vê amada.
Enquanto aquela língua promove maravilhas no meu cu, na minha buceta, minhas mãos vão sendo libertadas e sinto que meu amo e senhor vai me dar de volta luz. O nó do lenço sede, mantenho minhas vistas fechadas diante da claridade diurna e aos pouco, já acostumada com a luz abro os olhos e minha visão me oferece outro orgasmo instantâneo. Sugando-me a buceta está Mario, meu maridão, meu corninho, feliz da vida agora que sua esposa virou puta e, como ele, escrava de outro homem. A partir daquele instante passamos a, sexualmente, só agir sob comando, orientação e na presença de nosso mestre, somos escravos sexuais do Dr. Álvaro.

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Toca de Lobo

Tópico: Os escravos do Dr. Álvaro - Introdução

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