Presente

20/01/2019 13:42

Meu marido chegou mais cedo do trabalho e com displicência me deu um embrulho.

— Trouxe um presente para você. As meninas estavam comprando na repartição e me ajudaram a escolher, talvez assim você não brigue comigo, como sempre.

Falou e entrou no banheiro da suíte como de hábito e já reclamou:

— Está tudo molhado!

— Eu preferi te atender. A próxima vez deixo você na porta e limpo o banheiro após meu banho.

Eu tinha acabado de tomar banho, lavei os cabelos e – como é normal – estava tudo molhado mesmo. Mesmo antes de olhar meu presente, peguei a toalha que ele adora, joguei nele assustando-o e enquanto ele reclamava eu cantarolava abrindo o embrulho.

Lindo o curto vestido vermelho, costas nuas, cintura marcada e a parte da saia plissada como a das normalistas. Não pensei duas vezes. Enquanto ele se banhava prendi os cabelos numa Maria Chiquinha, coloquei meias brancas até quase os joelhos, meu sapato tipo boneca vermelhinho, meu vestido novinho e sentei na cadeira comportada, joelhos juntinhos, empertigada e mantive silêncio.

Sem ouvir ruído ele saiu do banheiro sem panos e enxugando freneticamente seus cabelos.

Que delicia perceber ele sair de um susto para um olhar guloso sobre meu corpo. Bem nessa hora cruzei as pernas para ele perceber a falta da calcinha e pendi num charminho:

— Me leva para tomar um guaraná, morzinho?

Enquanto eu falava tudo aquilo se enrijeceu e já estava aos pulos, o olhar injetado de tesão. Nessa hora, não tive dúvidas, fui sádica. Saí numa corridinha do quarto gritando:

— Morzinho, estou te esperando na varanda, mas se veste!

Ele arreganhou a porta do quarto e quase gritou:

— Eu levo, se você for como está.

Já com a porta da rua aberta provoquei ainda mais. Rodando o corpo e fazendo a saia toda subir com a ajuda das duas mãos.

— Assim como? Sem calcinha para todo mundo ver minha bundinha? Eu quero!

Em minutos estávamos no carro e ele, aflito, tentando me tocar se que eu deixasse, corria para chegar rápido a uma boate na Barra da Tijuca. No meio do caminho a cantada final:

— Vamos para um motel logo. – Quase numa súplica — Vamos querida?

A sádica estava acessa, a exibicionista excitada:

— Só depois que um estranha passar a mão na minha bundinha bem na sua frente.

Ele encostou no meio fio com o alerta ligado, freou o carro, me puxou pelas “maria chiquinhas” beijou minha boca com sofreguidão. Tentou passear com as mãos levando tapinhas proibitivos.

— Hoje você só me toca depois dos outros. Vai assistir a tudo caladinho, sem brigas.

Ele me conhece bem, sabe que eu estava brincando. Sou acanhada, vou chegar na boate e ficar quietinha no meu canto, sentadinha, trocando carícias com ele. Ainda mais sem calcinha.

Quem disse que somos donos de nosso destino?

Chegamos, pegamos uma mesa muito perto da música, de frente para o salão. Assim que sentamos a música invadiu todo espaço:

“Abra suas asas / Solte suas feras / Caia na gandaia / Entre nessa festa…”

Antes que eu percebesse o que se passava, estava sendo arrastada para a pista. Meu marido pulava alegre e foi me levando para o centro da pista onde rolava uma grande animação.

Eu entrei no barco e ele falou sério no meu ouvido, com voz de comando:

— Agora fica aí, se solta, você disse para eu ver quietinho os outros passando a mão em você.

A inibição baixou na hora. Um rapaz começa a puxar conversa. Mas não estou ali para namorar, só tenho que satisfazer meu marido. Me afastado dele. Tem três rapazes novos dançando sozinhos, entro no meio, me exibo, eles fazem a farra. Tento me mostrar. A alça do vestido eu deixo cair e meu seio fica quase todo exposto. Me cubro e logo faço o outro lado deslizar. Os meninos estão visualmente excitados. Pau duro mesmo. Mas percebo que só das mesas dá para notar que estou sem calcinha.

Começo a esbarrar neles e as mãos, acanhadas, tocam meu corpo até que, um mais ousado, passa a mão realmente e descobre que estou nua. Conta aos outros e em minutos estou num sanduiche com três homens com as mãos em todos os cantos enquanto o rapaz ousado me segura pela cintura e introduz um dedo inteiro.

Nesta hora, delirando com a febre da luxúria, sou resgatada pelo meu príncipe encantado.

— Vamos, a conta já está paga.

Sou literalmente arrastada e quando chegamos ao estacionamento só não sou estuprada porque estou encantada com toda virilidade de meu homem a me tomar para si.

Ele coloca minhas mãos no alto do carro. Já havia se liberado. Afasta levemente as pernas empurrando com os seus os meus pés e, com as mãos agarradas as minhas ele encontra naturalmente meus caminhos me fazendo literalmente estremecer. As rígidas e velozes pancadas dentro de mim me fazer gemer sem vergonhas e calorosamente, me entrego ao prazer e ele larga minhas mãos passando a me segurar pela cintura para que eu não caia com o intenso estremecer de minhas pernas que se amolecem totalmente.

Ele, sem sequer reduzir suas penetrações me cola ao carro ante que eu caia. Num breve intervalo abre a porta me senta no banco e inclinado volta para dentro de mim arrancando dois sucessivos orgasmos inesperadamente intensos.

— Gozo agora, ou vamos para o Motel?

— Vamos para o motel, quero desmaiar de tesão por você.

Lá fomos nós. Eu não queria outra performance desta. Queria apenas um papai x mamãe, carinho aconchego e o gozo dele explodindo dentro de mim.

 


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