Sem meu marido, o Marcelão

01/09/2019 12:12

Tarde de verão, muito sol e a brisa fresca que ia se transformando em vento. Isso todo carioca conhece, vem pancada de chuva.

Moro num pequeno monte e o rio abaixo enche me tirando acesso a minha rua que nunca, nunca enche. Apresso o passo e sinto s sinais da chuva forte chegando.

Céu escurece, vento aumenta, cheiro de terra molhada, delicioso cheiro e uma leve pancada molhada na testa, pingos enormes, aqui, ali, acolá, aqui, aqui, lá, lá... Estou encharcada! É muita água, não adianta mais correr. Estou toda molhada e o rio, certamente, já transbordou.

As poças se formam rápido e eu acabo de tomar um banho enorme. O cara jogou a poça inteira em mim com seu carrinho, filhinho de papai, filho da…

É o garoto de uns 20 anos que mora na subida de minha casa e baba toda vez que me vê. Mas me respeita, nada fala, então…

— Viviane, entra aí.

Ele deu ré, abriu a janela e insiste. Relutei por segundos. Que se foda, não devo satisfação a ninguém mesmo. Entrei. Me dei conta que ele sabe meu nome e eu nada sei dele. Percebi também que estou inundando o carro dele. Acanhada me desculpo.

— Vou estragar seu carro.

— Que exagero Viviane! Você só está colocando aqui dentro toda água que joguei em você.

Lembrei da poça, da raiva e me vi rindo como criança.

— Eu sou Marco – ele me estendia a mão.

Aceitei a mão e devolvi no ato:

— Como você sabe meu nome?

— Vai parecer cantada, mas você já viu homem encantado, embasbacado e apaixonado não descobrir o nome de sua musa?

— Deixa de ser bobo.

Eu refutei não apenas o que ele falou, mas também o fato dele ter tirado a camiseta e estar me estendendo e comandando:

— Tire essas roupas encharcadas, se seque um pouco. Vai ser no máximo meia hora.

Mulher é assim mesmo, fiquei na defensiva imediatamente:

— Você quer que eu fique nua aqui e agora.

— Você não é tola assim. Nua você estava lá em Ipanema. Duvido que você, por baixo destes panos, não esteja muito mais bem vestida do que na praia. E, se é falta de água, olhe ao redor.

Aquilo não era uma cantada, me arrancou, mais uma vez, um sorriso infantil e me vi avaliando a sugestão de Marco enquanto aceitei sua camiseta para tirar o excesso de água de meus cabelos. Ainda não estava decidida, mas senti as mãos de Marco levantando minha camiseta e me vi erguendo os braços e me exibindo a ele apenas com meu enorme e confortável sutiã de usar “em casa”, muito maior e comportado que o meu biquini, sem dúvida.

O primeiro sucesso estimulou Marco que já apresentava sinais de ereção.

Pensei comigo algo que já foi comum dizerem: “se você fosse dentista teria olhado para os dentes dele, admite, você é uma putinha”.

Ia começar a confabular comigo mesmo, enquanto continha a mão de Marco que desabotoava minha saia e ria da situação e fui impactada!

— Vou verificar. Calcinha linda e, e, e enorme!

Ele ria, ria muito de mim, da minha calcinha – ele levantara minha saia e eu me mantive inerte – então, pela terceira vez ria como uma criança e tirei a saia que realmente estava molhando todo banco dele.

Ele ergue minha cabeça pelo queixo, me olha nos olhos – ele é um sedutor, tão mais novo que eu, parece tão mais experiente – ele olhava minha alma e sem desviar o olhar passou a me adular:

— Você é linda! Você é maravilhosa! Seu sorriso é delicioso como todo seu corpo!

Socorro! Ele se aproximava. Seus olhos desviavam para meus lábios e voltavam para meus olhos para dentro de mim. Sua mão prendia a minha pelo pulso. Ele estava tão perto e eu aflita sem decidir o que fazer e ele me desarmou e venceu a batalha.

— Você me deixa, assim, desesperadamente louco por você!

A frase marcou o exato instante em que ele fez minha mão experimentar sua nua ereção – como?!?! – estancou qualquer raciocínio e, aproveitando minha inércia ele tomou meus lábios nos dele e me vi beijando ardentemente àquela boca e – o que é pior – massageando gulosamente aquela ereção rígida e de maciez impressionante.

Olho em volta, ninguém ao redor, para que fui verificar?

O banco dele deita, ele me atrai apenas puxando o braço que está com a mão deliciosamente ocupada. Aceito o comando, passo para o banco dele, fico frente a frente com meu inimigo. Seus dedos afastam minha calcinha para a virilha e me vejo guiando aquilo tudo para entrada de um túnel sedento, umedecido, guloso e fervente.

Enquanto o túnel é invadido com um total e delicioso preenchimento eu vou percebendo uma explosão de prazer acontecendo do meu âmago, se espalhando por todo meu corpo em ondas de arrepio e contrações incontroláveis e espasmos da minha pélvis contam a ele que meu orgasmo será intenso, inegável, enorme e ma-ra-vi-lho-so sem qualquer preliminar!

Quando a deliciosa onda de alívio vai me satisfazendo o dedo dele invade meu cuzinho e me acende tão rápido que, sem perceber o fim de um, entro em um novo e lento orgasmo que vai me tomando, se intensificando, me fazendo gemer, perder o fôlego, corcovear, sem efetivamente gozar.

— Você não é casada?

Lembrei, sou sim, casada.

— Qual o nome do meu corninho?

Marcelo nunca vai poder saber disso – sigo calada, mas a ansiedade pelo gozo aumenta, vira agonia.

— Ele merece essa sua vadiagem?

Não, Marcelo não merece! Tenho que parar com isso. Cadê esse gozo delicioso que não acontece?

— Você está gostando de ser uma puta, ser minha puta, minha vadia, uma vadia que goza atoa, que goza mais com um qualquer do que com seu próprio macho, mais do que com seu maridinho, ou seria seu maridão?

Me sinto a mais puta das mulheres e isso faz meu mamilo se reduzir a um ponto duro, dolorido arrepiado e minhas convulsões e contrações ao redor da pélvis ficarem loucas e descontroladas.

Descubro que estou uivando de prazer, sem fôlego e apertando o estofado com uma força que eu mesmo desconheço. É como seu eu estivesse me transformando numa puta que habita meu corpo, sempre contida.

Marco, quase parado, volta a me estocar. Ele está lento, mas estoca bem fundo e eu quero, eu preciso, eu necessito gozar, agora, imediatamente.

— Quer ser castigada para ser perdoada por ser putinha?

Marco pergunta e me dá uma deliciosa palmada.

— Quer mais?

Nem sei como aprovei aquilo, mas o gozo quase acontece na segunda palmada. Não sentia qualquer dor, mas os dedos deixavam o local ardido.

Veio um leve tapa no seio direito que se arrepiou inteiro.

— Puta, está gostando de apanhar? Esta toda lambuzada e se arrepia a cada tapa?

Ele fala, colhe minha umidade, me faz chupar seu dedo, no meu cuzinho estão vários dedos, confesso, nunca dei, mas acho que vou dar meu cuzinho ao Marco. O que? Já estou pensando em novos encontros… em dar meu cuzinho? Mas como manter meus pensamentos se o tapa no outro seio explodiu dentro do meu útero e todo meu abdome se contrai em desesperado desejo de orgasmo pleno. Deixo escapar um sussurro:

— Perdão Marcelinho.

— Você está querendo gozar escandalosamente, aos gritos? Quer chamar pelo corninho? Quer gozar de desmaiar?

Eu não falava, não tinha como falar, mas balançava a cabeça enquanto ele simulava bofetadas me ofendendo.

— Puta safada, apanhando de um garoto da sua rua que te comeu sem nem ter que pedir.

— Gozando pensando no maridão corno. Queria que ele visse você assim babando por cima, por baixo e gritando de prazer com um garotão?

Eu convulsionava, buscava aquele gozo infernal que não vinha, mas não ia embora.

— Queria que ele estivesse aqui fazendo uma dupla penetração comendo com aquela piroca fajuta seu cuzinho? Queria?

Eu estava furiosa com os comentários, mas adorando toda aquela tortura, palmadas, bofetadas, tapas nos seios, dedos no cu e uma pica deliciosa me fustigando agora cada vez mais rápida mais eficiente, ele estava enorme, me arrombando e pede no meu ouvido:

— Goza pedindo perdão ao Marcelão por estar gozando com o Marquinho, vou explodir de gozo dentro de você, agora, agora, agora!

Ele me encheu de urgência e eu quicava sobre ele gozando feito louca e repetindo feito uma babaca:

— Perdão Marcelão, estou gozando demais com o Marquinho, quero gozar com o Marquinho, quero dar meu cu pro Marquinho, perdão Marcelão. Marquinho é gostoso demais Marcelão.

O gozo intenso me deixou mole como jamais fiquei. Fui jogada no meu banco como um molambo e ele arrancou com o carro.

Ainda chovia quando ele parou em frente à minha casa, abriu a porta do carro, eu descomposta, de calcinha e sutiã, panos na mão.

Anda minha putinha, pula do barco. Amanhã na minha casa às duas da tarde em ponto, com o cu limpinho. Vai querer experimentar dupla penetração? Responde logo, quer ou não quer. Vou chamar um negão pirocudo. Quer?

- Quero!

Ele bateu a porta, me largou ali sob uma chuva que acabava e corri para minha casa antes que algum vizinho me visse.

Me arrependi, estava arrependida, muito arrependida, mas descobri que sou mesmo uma puta. No banho já estava me masturbando com as expectativas do dia seguinte com Marquinhos, um negão pirocudo, dupla penetração e sem o Marcelão.

 


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