Sou obrigada a trair

26/01/2014 00:00

 

Estávamos no segundo ano de casamento quando o primo de meu marido comprou uma casa de praia. Beto, que tinha a mesma idade de Fernando era a companhia preferida de seu primo nos fins de semana. Iara também gostava muito de mim e na casa era normal estarmos nós quatro em todos os fins de semana.

A única coisa que eu não gostava era a implicância de Fernando e Iara com nossa troca de carinhos. Apaixonados, recém-casados e eu carinhosa de natureza, vivíamos agarradinhos e nos beijando.
Fernando costumava aproveitar minha extrema sensibilidade às cócegas para interromper meu namoro com seu priminho querido. Beto aceitava que ele me torturasse sem reclamar. Assim era comum o abuso na brincadeira.
Ficou na história da família a vez que me urinei de tanto rir. Eu estava com vontade de ir ao banheiro e esperava a Iara acabar seu banho no colo de Beto. Fernando veio por trás de nós e me atacou de cosquinhas. Fui ao chão tentando escapar caindo de bruços. Fernando apoiou os joelhos entre meu corpo, sentou-se ser por peso em minha bunda e Beto ria de minhas gargalhadas, mas não me socorria. Foi inevitável. Urinei no piso e foi impossível disfarçar.
Além disso, era comum Fernando durante as cosquinhas, prender meu corpo como pudesse e por vezes suas mãos passeavam por lugares proibidos, mas como não havia maldade nunca reclamei.
Acontece que passando os fins de semana sempre juntos as sessões de cosquinhas aumentaram e eu nem precisava estar agarrada ao Beto. Na piscina, então, era comum ele ainda ter o apoio de Iara.
O pai de Fernando era empresário. Produzia e vendia máquinas e produtos para sorvete. Eu e Beto trabalhávamos para ele, mas ele ficava na indústria e eu gerenciava o comércio. Neste verão, como a indústria teve férias coletivas no final do ano ele ficou com 10 dias a menos de férias. Em janeiro passamos os primeiros dias juntos e no final do mês Beto durante a semana passava no Rio para trabalhar indo ao nosso encontro no fim de semana.
Durante os primeiros dias semana coisas estranhas aconteceram. Já na segunda-feira recebi uma seção de cócegas do casal quando fomos à piscina. A parte de cima do biquíni se soltou (ou foi desamarrada) e Fernando escondeu meus seios com as palmas de suas mãos enquanto Iara recuperava e amarrava a peça novamente.
Só que ele, para não ver meus seios, me abraçara pelas costas. Pude perceber sua ereção se manifestar. Quando tentei me afastar ele deixou um dos seios exposto para facilitar a ação de Iara, mas essa mão me prendeu pelos quadris, abaixo da cintura e pressionou minha bunda contra o corpo dele que não parava de se mover. Assim eu sentia todo seu volume e excitação roçando em minha bundinha.
Ele também mudou de comportamento. As férias tornara comum ele me cumprimentar pela manhã com dois desnecessários beijinhos no rosto fato que ocasionalmente se repetia durante o dia e por vezes até me abraçava. Minha natureza carinhosa ao invés de estranhar e tomar distância levava-me a retribuir.
Na quinta-feira, por duas vezes, um dos beijinhos do rosto ficou curto e beijaram o canto de minha boca.
Na sexta-feira combinamos fazer compras pela manhã. Quando sai do quarto com um vestidinho leve e solto dei de cara com Fernando que, aproveitando que Iara estava escovando os dentes, trocou os beijinhos no rosto por um franco selinho colando meu corpo ao dele com as palmas das mãos espalmadas e apertando carinhosamente minha bunda e logo após o selinho, com minha bunda ainda sendo acariciada, ele sussurrou em meu ouvido:
- Você não teme fazer compras sem calcinha?
Beijou meu ouvindo me arrepiando e se afastou sem ligar para meu olhar de censura. Foi para a cozinha. Colocou o café no fogo. Pegou ovos e a frigideira. Quebrou ovos num prato. Aproveitou que Iara saiu do banheiro pedindo a ela para comprar os pães e me entregou o prato com os ovos pedindo-me para batê-los levemente.
Iara estava saindo quando tentei devolver o prato a ele e percebi que ele apagou o fogo da frigideira. Me abraçou pelas costas para me ensinar a bater os ovos. Senti sua ereção. Estávamos sozinhos, senti perigo na situação. Disse que os avos estavam batidos, abandonei o prato na mesa e me desvencilhei dele tão rápido quanto pude.
Ele, mesmo sabendo que estávamos sozinhos, gritou baixinho:
- Ataque de cosquinhas!
Correu atrás de mim e eu, por extinto, corri para a sala. Ele me pegou em seu colo. Com isso fingiu que meu vestido se erguera sem querer. Para constatar que eu estava nua, enquanto eu me batia tentando fugir de seus braços e das cócegas, sua mão ficou brincando e acariciando toda minha vagina. Colou a boca em meu pescoço me arrepiando inteira.
Na tentativa de escapar acabei facilitando o acesso, e ele beijou-me a boca com selinhos sucessivos e terminou, me fazendo abrir a boca com cócegas, beijando-me apaixonadamente.
Após o beijo, deixou-me sem ação na sala e dizendo que eu era sua prima predileta voltou à cozinha e seus afazeres para servir o café da manhã. Iara me encontrou parada no meio da sala, ainda estupefata. Respondi ao seu olhar questionador que estava com cólicas.
- Me lembra de comprar remédio e absorvente. – Cortei qualquer questão seguindo para a mesa do café.
Eu decidira. Iria embora no domingo com o Beto. As férias estavam no final mesmo.
Calor enorme. Aproveitei que Iara se ocupara do almoço dispensando minha ajuda e corri para a piscina. Fernando me seguiu. Mais um seção de cócegas que terminou com toda expressão de sua masculinidade entre minhas coxas, mais uma vez abraçando-me pelas costas. Quando me voltei para protestar recebi novo beijo na boca.
Desta vez eu não ia abrir minha boca para recepcionar aquele abuso. Ele inovou colocando o polegar e indicador direito sob meu biquíni expondo e aprisionando o bico de meu seio direito torcendo-o e apertando-o. Desta vez meu susto facilitou o acesso de sua língua. Claro que eu ia mordê-lo.
Sua voz firme e decidida sem fez ouvir em sussurros ao meu ouvido:
- Acho que meu pai pode demitir o Beto a qualquer instante.
Gelei! Aquilo era um aviso, uma ameaça, uma chantagem...
Ele parou de pressionar meu corpo que pode se afastar do dele. No intervalo mínimo soltou os laços da parte de baixo de meu biquíni removendo-a e voltou a me prender pela cintura. Agora era pele contra pele atritando-se.
Meus olhos estavam demonstrando todo meu espanto. Ele riu e voltou a falar, apesar de em sussurros, de forma taxativa:
- Sei influenciar meu pai a ponto dele tomar a decisão de demiti-lo sem nem notar que fui eu quem o seduzi para isso. Ele vai jurar que tomou a decisão por si próprio.
Ao mesmo tempo que a informação me constrangia os sussurros me arrepiavam. Ele estava colado em minha bunda, sua masculinidade atritando toda minha vagina sobrava entre minhas pernas. Aquilo ia machucar meu corpo. Era grosso e enorme. Eu estava acostumada unicamente a delicadeza da masculinidade de Beto e a seu amor acariciante. Estava agora sendo forçada por um monstro de mastro também monstruoso. Eu era a um só tempo a indignação, a esposa tanto temerosa pelo emprego do marido, como temerosa por trair o marido. Era também tomada de intensa curiosidade feminina e de desejo instintivo que revolucionava meu baixo ventre e lubrificava intensamente meu corpo preparando-o para um embate sexual.
Na tentativa de escapar daquele assédio que ora se intensificava e por momentos cedia ao prazer daquele contato, ele conseguiu me penetrar com toda sua rigidez e com três estocadas prejudicadas pela água estava inteiramente dentro de mim. Ele insistia no beijo sem se preocupar com a proximidade de Iara.
Nunca tive tanta raiva de meu corpo. Vi-me retribuindo o beijo enquanto um forte orgasmo se anunciava veloz como nunca. Poucas estacadas depois eu estava tapando minha boca e mordendo minha mão para conter meus ruídos e gemidos e gozando intensamente com todo o corpo estremecendo de prazer e ainda arrepiando como quem anuncia que eu ainda ia experimentar novos orgasmos.
Ele levou meu corpo para a parte rasa da piscina e deitando meu peito na grama ganhou desenvoltura. Eu só pensava em Beto e Iara até que mais uma vez desabei num prazer temperado pelo perigo. Quando o orgasmo atingiu o clímax Fernando prendeu meu corpo com apenas uma de suas fortes mãos e acelerando incrivelmente a velocidade das estocadas me fazia breves cócegas. O orgasmo cedia e voltava a crescer sem acabar. Eu chorava de tanto prazer. Deixei a mão marcada pelas mordidas a que recorria para não gritar nem gemer e estava enfurecida com o estrupo que me proporcionava tão intenso e interminável prazer. Eu não tinha noção de mais nada.
O golpe de misericórdia veio com ele liberando meu corpo que passou a se contorcer. Com as mãos livres usou os dedos da mão esquerda para brincar entre meu cuzinho e minha vagina com um deles entrando e saindo de dentro de mim me fazendo desejar um intenso sexo anal. Os dedos da mão direita massageava meu clitóris com tal eficiência que pela primeira vez vi estrelas durante um orgasmo.
Acredito ter sucumbido ao prazer com um desmaio ou coisa parecida já que sem perceber me vi na espreguiçadeira, eu ia dizer totalmente, mas é melhor falar que estava, sem saber como, usando meu biquíni.
Eu agora me envergonhava do biquíni que estava usando. O que ele realmente cobria do meu corpo? As costa, inclusive a bunda, ficavam expostas exceto por dois filetes de tecido: um na horizontal no meio das costas e o outro na horizontal bem abaixo da linha da cintura que tinha um vertical totalmente camuflado entre minha nádegas. Na frente eram três triângulos mínimos. Dois tapavam as auréolas de meios seios fartos e sempre fugiam de seu local padrão e o outro tapava minha vagina começando quase rente ao grelo. Eu fiz aquilo. Estava sempre me exibindo. Fernando fora um filho da puta mas tenho que confessar a mim mesma de provoca-lo, de sentir que ele me fazia cócegas para controlar o tesão a sede pelo meu corpo.
Isso tinha que acabar. Eu ia embora naquele domingo com Beto para não mais voltar.
Iara, da porta da cozinha, me pergunta por Fernando.
- Acho que foi ao banheiro. Ele saiu sem avisar nada.
Iara vem ao meu encontro.
- Cuidado com o Fernando. Ele é possessivo. Está querendo te seduzir. Ele me pediu para fazer sexo com você em nossa cama, com ele assistindo. Não tenho como fugir dele. Sou embasbacada por esse cara. Faço tudo que ele me pede em matéria de sexo e, aqui para nós, adoro tudo que faço. Ele me faz gozar como louca. Fique atenta. Não deixe ele te seduzir. Pode ser o fim de seu casamento e eu não tenho forças para defende-la.
Ouvimos movimento na casa e Iara ergueu o corpo e se afastou assustada. Agora foi Fernando quem chegou à porta da cozinha.
- Querida esqueci de te pedir e agora vou pagar por meus pecados. Vou comprar as bebidas. Toma conta da nossa eterna enamorada.
 Ele saiu e logo gritou por Iara pedindo que ela levasse ao carro a carteira que esquecera. Ela foi e logo voltou aflita com uma garrafa de vinho e dois copos.
- Você parece nervosa, Iara.
- Ele me pediu para te cortejar, ter dar vinho e te convencer a entrar na piscina nua comigo.
- Pois ele vai me encontrar aqui mesmo sentadinha.
- Não faz isso. Ele vai me colocar de castigo sem sexo e vai pensar uma forma de te fuder a vida. Ele é vingativo.
- Tudo bem valos tomar vinho na piscina e você vai dizer a ele que esperou ele chegar para que ele mesmo tivesse o prazer de tirar minha roupa. Vamos ver quem vence.
Eu ia enfrentar Fernando. Ia fazer ele lembrar o amor do primo. Ia fazer ele voltar a ver as coisas com clareza. Mesmo meu corpo tendo adorado sentir-se totalmente preenchido e penetrado, mesmo tendo sido levado a um gozo pleno e arrebatador. Mesmo eu tendo visto estrelas e desmaiado de prazer. Era casada. Amo meu marido. Não desejei jamais trair meu homem e se o fiz foi pela chantagem e por ter sido arrebatada pela força masculina de Fernando. Isso não ia se repetir.
Eu precisava de forças para enfrenta-lo e busque essa força no vinho. Quando Fernando voltou o vinho acabara e ele saltou feliz para a piscina. Se aproximou de Iara. Tomou seu corpo em um abraço. Beijou-lhe a boca. Parecia não me ver. Arrancou as peças do biquíni dela jogando-as para fora da piscina. Sentou na margem. Pelos cabelos dominou o sexo oral que ela fazia com prazer e dificuldade. Ela estava gostando tanto que eu, com água na boca, não conseguia para de olhar.
Ele ergueu com facilidade o corpo de Iara. A fez sentar na beira de uma cadeira e sem olhar para mim, apenas com a boca e com a língua fez ela estremecer duas vezes de prazer implorando literalmente por sexo.
Ele continuava a me ignorar. Deitou o corpo dela na beirada. Deitou sobre ela e passou a se movimentar tentando penetrá-la. Ela desesperada tentava guia-lo para dentro dela mas ele impedia os movimentos de seus braços. Falou ao ouvido dela qualquer coisa e ela, quase chorando pediu que eu guiasse ele para dentro dela.
Fingi não ouvir por algum tempo até que ele olhou sério para mim, dentro de meus olhos. Não sei se senti tesão, medo, mas senti que não poderia deixar de ajudar Iara.
Senti aquela enormidade em minha mão e guiei para dentro de Iara. Ele só deixou entrar a cabeça e eu esqueci de soltá-lo.
Iara implora: Chupa um pouco. Ele não consegue entrar.
Sem pensar apoiei meus braços nas margens, ergui meu corpo e puxei o membro para mim, ou melhor, para dentro da minha boca tomada por uma desconhecida luxúria. Não notei Iara entrar na piscina, mas senti suas mãos me deixando nua. Logo ela estava na grama, de frente comigo, disputando palmo a palmo aquele troféu. Nossos lábios e línguas se tocavam. Fernando, de repente, sentou na grama ordenando:
- Quero ver um beijo bem apaixonado. Uma roubando na boca da outra o meu sabor. Iara tomou meus lábios, invadiu minha boca com sua língua. Um dos pés de Fernando, por baixo d’água alojou-se entre minhas coxas friccionando minha vagina. Uma das mãos aprisionou um mamilo fazendo-o intumescer aos seus toque rebeldes e a outra mão tomou meus cabelos e fazia com que minha boca pulasse da boca de Iara ao seu pênis, voltando ou para sua própria boca ou para a de sua esposa. Eu não tinha reações. Só o emocional e o instintivo falavam.
Sem saber como vi meu corpo exposto aquela quatro mãos, muitos dedos, bocas, lábios e línguas e com uma urgência intensa de ser penetrada. Parecia que o gozo não se manifestaria sem a penetração daquela enormidade de Fernando.
Ele determinou que eu teria que me mostrar humilde e submissa. Eu teria que oferecer a ele meu cuzinho, quase virgem. Beto sempre me machucou e nas três vezes que me penetrou teve que sair tal a dor que eu sentia.
O medo falava mais alto. Eu não queria pedir. O tesão estava intenso de forma inimaginável. O gozo não vinha. E, para acabar com minhas resistência, me vi com as costas apoiadas no peito de Fernando que arreganhava minhas pernas. A cabeça daquilo tudo, enorme e duro demais, encostada em meu cuzinho. Iara lambendo todo o entorno.
Fernando passou a me penetrar profundamente a vagina com umas três estocadas e me colocar novamente na mesma posição. Só resisti três destas seções de tortura, precisava gozar e me rebaixei:
- Fernando, come logo meu cuzinho, porra. Quero gozar!
Mais uma vez brincando em minha vagina ele controla a situação:
- Pede com carinho, confessa que quer ser minha puta, que não está me dando por obrigação, que deseja seu cuzinho arrobado pelo Fernandão do Fernandinho.
Era outra mulher que implorava:
- Por favor, Fernando. Penetra no meu cuzinho. Faz de mim a mais felizes das putas. Quero ser sua, quero gozar com você todo dentro do meu cuzinho.
Como por encanto aquela cabeçorra venceu as resistências do meu ânus que piscava de desejo. Ardeu mas Fernando me decepcionou. Apesar de rebolar, tentar forçar a penetração ele não seguiu nem um centímetro adiante.
Ele me fez implorar e eu chorei implorando por pica. Jamais me imaginei assim, submissa a um homem. Ainda mais a um homem que eu não amava. Nunca sequer supus ser possível desejar um homem sem uma relação de amor. Com Fernando eu era a puta, agora eu sabia. Com Beto eu era a esposa e soube, naquele instante, que essa dualidade seria duradoura. Ia durar enquanto o Beto ignorasse os fatos.
Estava tentando ser penetrada e pensando em Beto quando ele voltou a permitir que meu cuzinho fosse penetrado por aquele torturador. Eu que sempre senti dor com sexo anal estava sendo enrabada por um membro enorme e gozava só de senti-lo penetrando em mim.
Fui as raias da loucura. Ria e babava saltitando naquele membro sem conseguir parar de gozar. Era uma sucessão infinita de pequenos orgasmos que cresciam se avolumando tão intensa e deliciosamente que eu já temia o último. Como se não bastasse, Fernando parava meu corpo no ar. Iara assumia meu grelo e ele bombeava intensamente me fazendo arrepiar o corpo inteiro. Isso fazia meus mamilos se contraírem ao ponto de ficarem doloridos ao toque. Meu âmago se contorcia de prazer e piscava em múltiplas contrações desconexas. Me faltavam ar e fôlego. Eu estava sem voz. Sobrava prazer, satisfação, alegria interna, realização. Ficava a certeza de que eu já estava viciada quando, por derradeiro, quando meu maior gozo se anuncia, percebo dois dedos de Fernando adentrando minha vagina em movimentos rítmicos e Iara esmagando meu grelinho com um forte vibrador e meu corpo esculhambado entrando em convulsões de um orgasmo inexistente, inexplicável, inexorável e viciante.
Nem mesmo uma eternidade dura tanto. A intensidade de meu prazer fez com que parecesse mais que eterno os breves segundos de pleno prazer.
Meu corpo foi dilapidado durante toda a madrugada e a buzinada de Beto pedindo que abríssemos os portões da garagem me pegaram entorpecida de cansaço entre Fernando e Iara.
Pouco liguei se Iara teve que acordar para oferecer café da manhã aos meus dois machos ou se Frenado teve que fingir disposição correndo até a garagem para permitir a chegada de Beto. Fugi para minha cama, me enrolei entre travesseiros e lençóis e manhosa, alegando cólicas, forcei Beto a me deixar dormir sem me incomodar até as duas da tarde.
Para nós dois o resto do fim de semana passou em branco para o sexo. Eu não ia fazer sexo com cólicas. Mas na verdade estava louca para ver o Beto pelas costas para sentir Fernando e Iara me matarem de cócegas no meio da cama deles.
Ainda hoje sou “obrigada” a trair meu marido para ele não ser demitido. Se eu gosto ou não desta história é, realmente, outra história que só dura um ano e meio.

 

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Toca de Lobo

Tópico: Sou obrigada a trair

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