Titio da Esposa

27/01/2014 00:00

 

Aos 45 anos acreditei que nada mais tinha a aprender, não em matéria de sexo. Na verdade acreditava que tudo era tão rotineiro que mesmo as variações de posições ou parceiros tornavam-se vulgares e repetitivas. Ficara viúvo aos 36 anos e sem pretender me fixar a mais ninguém busquei fuga na devassidão do sexo e hoje, olhando para mim mesmo, refletindo diante do espelho só via um vazio me aguardando no futuro. Salvava-me da depressão minha filha a quem me dediquei de corpo e alma para não enlouquecer ao perder minha adorada esposa.
Minha filha, hoje com 19 anos, está mergulhada nos estudos e desafiada a conseguir sua sonhada vaga para medicina. Seu prazer aos domingos é reunir em nossa casa suas amigas para estudar em meio a alguma diversão como a piscina ou um churrasco. Normalmente fujo de casa aos domingos para deixa-la mais à vontade sem a imagem repressora de um pai.
Renata estava no banho e fui atender a insistente campainha. Uma jovem com um biquíni mínimo recoberto por uma saída de praia com total transparência pulou sobre mim abraçando-me e beijando-me no rosto.
- Bom dia tio Ronaldo. A Renata já acordou, né!
Por sorte lembrei seu nome a tempo de responder:
- Já sim Ana. Está lá em cima, no banho.
- Ana não tio. Assim me sinto muito velha. Eu sou a Aninha!
Ela estendeu a mão à guisa de apresentação e quando fui corresponder ao cumprimento ela pulou no meu colo abraçando-se a mim e mais uma vez beijando meu rosto rindo muito.
- Tio, tá ficando coroa mesmo. Não se aperta mais a mão de ninguém! Cadê o resto do pessoal? Estão na piscina?
- Você foi a primeira a chegar.
Ela correu para a piscina, deixou pelo caminho seu chinelo e panos transparentes e jogou-se na água rindo infantilmente. Parei na porta olhando aquela alegria acumulada por tanto estudo e fui despertado pela campainha insistente.
Mais três meninas entraram, beijando-me ou abraçando-me, todas sabiam meu nome e em grupo não consegui lembrar o nome de nenhuma delas. Nem precisei lembrar. Os gritos de Aninha atiçou o grupo e logo estavam as quatro rindo e brincando na piscina.
Minha filha desceu bem a tempo de atender mais uma vez a porta e com mais umas três meninas foram para a piscina. Eu era o verdadeiro bendito ao fruto, mas para aquele grupo eu sempre fora eunuco.
Fui para a piscina tomar meu café da manhã. Eu preparara tudo mas não tivera tempo de sequer me servir. As meninas iam e vinham da mesa onde eu estava sentado, tomando meu café e lendo meu jornal. Todas me deixavam quieto em meu canto menos Renata que me oferecia os quitutes que eu preparara apenas para demonstrar seu carinho e Aninha que já sentara no meu colo duas vezes, molhara minha roupa e meu jornal e nem se apercebia, tentando me impressionar, o quanto estava sendo infantil.
Sem perceber eu ficara exposto ao sol e já estava suando e sobrando naquele ambiente jovem e totalmente feminino. Fui para meu quarto, liguei a televisão, liguei o ar-condicionado e pela janela percebi que minha decisão de auto isolamento fora a mais correta, duas meninas já faziam topless estendidas nas cadeiras da piscina. Peguei um short, fui para o meu banheiro, olhei para a banheira, era tentadora, mas estava quente demais para um banho morno, mesmo que reconfortante. Preferi a ducha.
Pus minha roupa no cesto, pendurei meu short próximo as toalhas e me deixei envolver pela forte ducha fria que recebi paradinho e de olhos fechados.
Senti alguém tocar minhas costas. A surpresa me assustou e quando me voltei fiquei ainda mais assustado. Aninha nua, com uma bucha cheia de espuma na mãos, tinha começado a ensaboar minhas costas me assustando.
Segurei a mão dela no ar e pedi que me deixasse sozinho. Ela se deixou cair sentada no chão chorando. Me abaixei olhando para aquela menina nua sem entender o que se passava.
- Tio eu não vou agarrar não. Só queria agradecer seu carinho com agente te dando um banho. Deixa, por favor.
Ela falava enquanto se levantava e aproveitando que eu estava abaixado voltara a esfregar minhas costa. Fiquei totalmente sem ação por alguns instantes e fui erguendo meu corpo vagarosamente.
- Tio eu não vou tocar seu corpo em nenhum local impróprio.
Ela falava e já esfregava meu peito depois de bastecer a bucha com sabonete líquido. Estávamos fora do alcance do chuveiro em si e meu corpo estava tomado de espuma. Decidi ver onde aquela menina pretendia chegar e já determinado a não tocar nela nem permitir que ela me tocasse.
Levei um banho completo. Ela ajoelhou. Lavou meus pés, minhas pernas, minhas coxas, entre coxas. Não sou de ferro e não tive como conter minha ereção e nem isso a assustou. Bem, ela olhou maravilhada o resultado de seu trabalho, circundou a ferramenta com sua bucha, voltou-se para minha bunda sem lavar o rego e depois de me ver totalmente ensaboado, inclusive nos sovacos, sem me tocar me levou para baixa da água que fluía em forte jato me enxaguou.
Fechou o chuveiro. Me obrigou a ficar de joelhos. Com meu rosto entre seus peitos e virilha, com seu umbigo na altura da minha boca, lavou minha cabeça com shampoo. Enxaguou com chuveirinho. Passou mais uma vez o shampoo, tornou a enxaguar e massageou minha cabeça enquanto passava um creme qualquer.
Depois de enxaguar me orientou:
- Tio, pode levantar e lavar suas partes que eu espero lá fora. Mas sou eu quem vai enxugar seu corpo.
- Não precisa. – Ela me corta de imediato.
- Não me ofenda. Fiz tudo como combinamos e vou até o fim. Você vai virar algumas páginas do meu diário. Isso foi uma grande aventura para mim. O primeiro banho que dei num homem feito e parece que fiz tudo direitinho.
Ela falava e seus olhos corriam de meus olhos para a minha masculinidade saltitante e sem controle. Ambos estávamos acanhados, mas aquilo a deixava também saltitante de uma alegria tão infantil que não resisti.
Lavei, como ela disse, minhas partes. Ela saíra do banheiro mas estava observando. Assim que estendi a mão para fechar a água lá estava ela estendendo uma toalha aberta para mim.
Desta vez Aninha, por causa da toalha, perdeu a noção de distância e encostou em minha rigidez, perdeu o equilíbrio com o susto e colou seu corpo ao meu permitindo que meu saltitante membro experimentasse o calor de sua barriguinha. Foi um lapso de tempo que pareceu eterno.
Desajeitada e já recuperada ela se afasta e displicente pega meu membro que seguia encostando nela enquanto ela se afastava. Estacou, com ele na mão, apertando-o sem se conter e sentindo, como eu senti, todo seu corpo estremecer deixando aflorar um intenso arrepio que praticamente fez sumir suas auréolas transformando simples pontinhos em bicos totalmente intumescidos.
Instantes depois do prazer percorrer todo seu corpo ela conseguiu desviar o olhar daquela cena vindo buscar meu rosto. A expressão da lascívia era evidente. Seus olhos, sua boca, seu rosto e todo seu corpo exigiam sexo. A outra mão se juntou a que me agarrava. O aperto fulminante durou o exato tempo de seu incontido e incontrolável orgasmo que fez seu corpo tremular e saltitar ali parado.
Amolecida deixou-se cair em meu peito, sem me soltar recuperou a respiração que havia se interrompido espontaneamente e aos poucos foi recuperando a cor e a consciência. Olhou-me assustada e apenas balbuciou quase sem voz:
- Desculpa tio, foi sem querer.
Nua como estava correu para fora do quarto, começou a descer as escada, eu pude ouvir. Estancou, correu de volta ao banheiro. Recolheu o biquíni e ia mais uma vez fugir quando abracei seu corpo pelas costas e a tranquilizei.
- Tudo bem Aninha. Essas coisas acontecem. – Acontecem? Eu interiormente estava rindo de mim mesmo, ali, cheio de tesão por aquela menina e tentando me controlar para não jogá-la na cama e satisfazer nossos desejos – Fique calma. Não foi nada demais.
- Tio, - ela começou a chorar – eu agi como uma criança, - agora soluçava levemente – onde já se viu gozar desse jeito só por tocar em... em... em você?
Estávamos nus e as costas dela irradiavam um calor apaixonante em meu corpo. Minha pica saltitava entre nossas carnes sem controle e, o macho que eu tentava conter, se anunciou brincando.
- É porque você foi pega desprevenida. Quer ver. Vire-se agora e pegue ele por querer. Você vai ver que tudo vai ser diferente. – Eu brinquei com fogo!
Ela respirou fundo, largou o biquíni no chão, virou lentamente entre meus braços, se afastou movendo os braços e eu deixei meu abraço subir para o ombro. Pegou com uma das mãos. Tateou e logo a outra mão veio em seu socorro. Os dedos brincaram com a pele, com a mucosa e sem perceber minha mão colou-se na nuca dela sugerindo que ela atendesse meu apelo e o beijasse.
Pareceu cena de cinema em cinema em câmara lenta. O corpo dela foi se abaixando, as pernas dobrando, a boca se abrindo e acolhendo minha mucosa como em um beijo apaixonado enquanto ela se quedava sobre os joelhos e massageava todo o corpo de minha pica que, não resistindo, explodiu em gozo intenso, jateando a boca e o rosto daquela menina, colega de minha filha que se maravilhava com o resultado de suas carícias mais uma vez experimentando um forte e estremecido orgasmo.
Ela levantou-se. Estava diferente, a menina a abandonara. Eu estava agora diante da mulher que tomou a toalha de meu ombro, limpou a face, me deu a mão, me levou para a cama, me fez deitar de costas no colchão e pulou sobre mim me engolindo e se entregando ao prazer até me fazer delirar aflito, tentando conter meu gozo, e, sem resistir mais, explodir mais uma vez, agora dentro dela que sorria me olhando nos olhos em pleno delírio.

 

Tudo igual, tudo rotineiro, sexo oral, penetração e gozo e de tal forma especial que minha paixão foi instantâneo. Hoje eu sou o titio de minha nova esposa.

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Toca de Lobo

Tópico: Titio da Esposa

parabéns

Data: 12/10/2016 | De: Lollynha

Como sempre, amei seu conto...envolvente,picante naedida certa sem atingir o limite do vulgar...
Parabens..

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