Trepei com meu irmão no meu noivado - Final

28/05/2009 00:00

 

Perdi as palavras, o fôlego, o juízo. Queria gritar, sorrir, gargalhar, pular na cama como criança. Queria chamar todos da festa para verem a minha felicidade, para me verem gozando com meu irmão, maravilhoso irmão. Queria abraçá-lo, beijá-lo, envolvê-lo.
A noite já cedia aos primeiros raios de claridade da nova manhã que se anunciava quando chegamos, exaustos, em casa. Por sorte minha mãe, que deve ter ficado nos esperando, não resistiu e dormiu.
Meu irmão me levou até a porta do meu quarto e se despediu com um delicioso beijo em minha boca me deixando gulosa mesmo estando sem apetite. Afinal, gula é isso, querer comer mesmo sem fome. Fiquei olhando, como jovem apaixonada, até meu irmão entrar em seu quarto. Que vontade de correr até ele e me jogar no seu colinho. Mas eu também tinha que dormir e tudo ainda ardia deliciosamente. Bati na cama e dormi até umas 11hs.
Que banho delicioso. Senti a água morna bater lavando meu corpo e lembrei-me de Paulo e da noite mágica. Fiquei acariciando, como ele, o meu corpo. Minha mãe, todavia, não me dava o sossego desejado e desisti de saborear totalmente o banho, me enxuguei, vesti uma calcinha bem confortável, meu vestidinho de andar em casa e como a Gata Borralheira saí de meu principado e fui à cozinha.
Minha mãe me esperava com um café rápido e muitos legumes para descascar. Enquanto trocávamos as primeiras palavras ela me disse que apesar de Renato ter ido dormir quando já amanhecia estava tão apaixonadinho que já ligara duas vezes. Estremeci.
Eu esquecera totalmente dele e agora lembrava o telefonema louco. O que fazer?
- Cadê o Paulo?
- Ainda dormindo, eu acho. - informou minha mãe para em seguida retificar: - Ele está já tomando banho. Já posso ouvi-lo cantarolando baixinho.
Minutos depois Paulo entrou na cozinha, engoliu seu café e informou que ia à feira rapidinho. Deixou-me ali sozinha, ansiosa, sem saber o que dizer quando Renato ligasse.
Fiquei contando os minutos e quando bateram na porta, para meu alívio, o telefone ainda não tocara. Eu já ia correndo atender ao Paulo e minha mãe me interrompeu.
- Pode deixar que eu vou!
- Bom dia Renato. Pela cara dormiu mal mesmo. Mas senta ai quietinho que ela está ocupada me ajudando na cozinha e homem na cozinha só atrapalha. Já vou dispensar sua noiva, seu noivo babão! - e rindo de suas próprias palavras voltou à cozinha.
Meu coração disparado e minha atenção voltada para a porta da cozinha e para cada ruído. Estava tão atenta que quase dei um pulo quando a porta da sala abriu. Antes de perceber que Paulo chegara, eu já imaginava Renato desistindo de tudo e indo embora de vez. Eu amava aquele homem e não podia perdê-lo. A voz de Paulo quase me tranqüilizou, mas ele foi tocar justo naquele assunto.
- Pelo jeito o trote de ontem fez você acordar bem cedo. Mas fique tranqüilo que, antes de ser sua noiva, Flavinha é minha irmã e eu sei defender ela de tudo e de todos. No máximo o que está faltando são pequenos pedacinhos.
O canalha falou isso e caiu numa longa e gostosa gargalhada, certamente lembrando que rompera a minha virgindade, meu hímen. Renato esperou ele acabar de rir para retrucar:
- Pois eu não gostei nem um pouquinho daquela brincadeira nem daquele tom.
- Vai ver que é porque soou muito real. Quem sabe estava mesmo acontecendo aquilo tudo?
- Mas foi bom mesmo você chegar bem cedinho hoje. - Falou Paulo com uma entonação de força na voz. - Quero aproveitar para lhe conhecer melhor, saber de suas intenções, se são mesmo de casamento e principalmente se você tentou antecipar alguma etapa.
Ele completou inquirindo Renato como se interroga um bandido:
- Você antecipou alguma etapa Renato? Fala logo!
Renato sucumbiu à autoridade de Paulo e já estava ele gaguejando novamente.
- Nã... Nã... Não, senhor Paulo. O senhor pode confiar totalmente em mim ou até perguntar diretamente a ela. Eu sempre respeitei e vou continuar respeitando minha noiva.
- Eu ainda não estou convencido, mas vamos tomar uma cerveja na esquina enquanto o almoço não sai que eu quero lhe conhecer muito bem. - o tom dominante não permitia resistência.
O almoço ficou pronto e nada dos dois voltarem. Minha mãe, como sempre, colocou seu almoço, comeu e foi tirar seu cochilo vespertino quando Paulo estava chegando. Ela resmungou alguma coisa do alto da escada e trancou-se em seu quarto enquanto ele ria das palavras dela.
- Renato, você põe a mesa e nós trazemos o almoço. - ordenou Paulo entrando na cozinha e em seguida passando ao Renato toalha de mesa, uma pilha de louça e talheres e voltando à cozinha me arrebatou das panelas para um delicioso beijo que fez meu coração ficar sobressaltado.
Ele volta para a sala apenas para informar:
- Esta tão deliciosa que não sei se vou deixar você experimentar. E voltou a me beijar na cozinha, desta vez com seus dedos visitando minha xaninha, afastando a calcinha e brincando com a chorona que logo ficou molhadinha. Ele pega uma colherzinha, ajoelha, coleta minha lubrificação e me diz no ouvido que vai dar para o Renatinho.
Vai para sala já rindo e manda o Renato fechar os olhos e abrir a boca. Enfia-lhe a colher boca adentro perguntando se o molho está bom e se ele sabe de que é feito.
- Eu conheço esse sabor, mas não consigo distinguir os ingredientes.
- Mas conhece e gosta deste sabor?
- É, conheço e gosto, mas está com pouco sal.
- O almoço já vai ser servido eu sou vou provar mais pouco o sal desse tempero e já volto com os pratos.
Na cozinha ele me senta na mesa, percebe minha calcinha bem molhada, afasta ela e lambe-me faminto e leva-me às nuvens. Antes que eu me empolgue ele levanta, me tira da mesa e com uma palmada me põe para trabalhar. O tesão é tanto que até a calcinha me atrapalha.
Levo o feijão para a mesa e pela primeira vez meu olhar cruza com o de Renato. Ele me acusa com seu olhar ciumento e consegue me enrubescer. Evito-lhe, nem cumprimento meu noivo e volto rapidamente à cozinha. Aos poucos as coisas vão voltando ao normal e eu acabo de colocar a mesa.
Quando vou me sentar Paulo mais uma vez me desconcerta. Pede-me um copo com água e eu aponto para o refrigerante e ele diz que no almoço gosta mesmo é de água. Quando eu volto com a água ele afasta a cadeira. Sua pica dura esta para fora da bermuda e ele me puxa pelo braço me faz sentar sobre ela e me pede um beijinho "para ver se meu noivo ainda tem ciúmes dele depois de tudo que conversaram". Beijo o rosto de Paulo que está esfregando a mão na minha vulva e olho para Renato que, sem outra reação, abaixou a vista.
- Olha para mim Renato. Você não pode sentir ciúmes da Flavinha com seu irmão mais velho. - enquanto ele fala meu grelinho está aprisionado entre seus dedos sendo deliciosamente massageado.
- E... E... Eu não ten... tenho ciúmes de você Paulo. Eu ten... tenho ciúmes de... de... dela com todo mundo, a... a... a... até com sua mãe!
- Ainda hoje eu vou curar essa tua doença. Você vai ver!
Acabado o almoço Paulo disse que ia dormir um pouco e que depois nós três iríamos passear e que tanto ele, Renato, como eu iríamos adorar o passeio.
- Eu já confio em você, Renato. Embora você não confie em mim. Mas vou provar o quanto confio.
- "Minhainha"! - enrubesci no ato ao ouvi-lo me chamar por meu nome íntimo. - Tira a calcinha e me dá. Você vai ficar uma hora sem calcinha ao lado de seu noivo e nada de besteira. Entendidos?
Eu estava inerte e Renato estupefato. Paulo se aproximou, levantou meu vestido na frente de Renato, pediu para ele segurar erguido, e, abaixando-se, arriou minha calcinha me fazendo levantar as pernas. Guardou a calcinha no seu bolso e Renato, sem ação, permanecia com meu vestido levantado olhando ora para Paulo que se afastava e ora para minha vagina raspadinha.
Paulo ia se afastando e os olhares dos dois iam me deixando rubra de tão vermelha e ao mesmo tempo toda molhadinha novamente. Só quando tomei a iniciativa de abaixar meu vestido arrancando as pontas das mãos de Renato é que o tempo voltou ao seu ritmo normal. Até ali as coisas aconteciam como em câmera lenta para mim.
Fui para a cozinha e Renato entrou em seguida acesso como nunca. Jogou-me no chão desajeitado e sem qualquer carinho começou a me lamber como um louco. Aquela aflição dele, aquela ânsia, ampliava o contrate entre os dois, mas nem por isso deixava de me excitar. Aos pouco ele foi retomando a calma e encontrou meu seio me alucinando de vez. O orgasmo veio vindo lentamente e tomou conta de meu corpo fazendo minhas costas se afastar do chão me colocando num arco. Neste momento vejo que Paulo está sentado junto à porta dos fundos. Meu corpo cai no vazio tão de repente que assusta Renato. Ele também se assusta com a presença de Paulo.
- Não quero ouvir nada. Fiquem os dois calados e vamos sair agora. Saímos como estávamos, com muito medo do que ia acontecer, eu ajeitando meu cabelo, e Paulo abriu as portas e nos fez entrar no carro. Paulo guiava calado com Renato ao seu lado e eu no banco de trás. Paulo segue diretamente para o mesmo motel da noite passada. Pega a chave do mesmo quarto e sem permitir qualquer palavra estaciona o carro, abaixa a porta da garagem, abre a porta para um trêmulo Renato e ordena que ele me leve de colo para dentro. Segue na frente e nos deixa ali, os dois, sem entender nada.
Paulo fica dentro do quarto nos esperando e não sendo capaz de desacatá-lo Renato me pega no colo e me leva para o quarto onde encontramos Paulo sentado na poltrona.
- Para ai mesmo e deixa-a assim, no seu colo. - ordena.
Levanta-se. Aproxima-se. Faz carinho nos cabelos de Renato dizendo para ele se acalmar senão não vai conseguir ter tesão. Em seguida acaricia meu rosto e me dá um estalinho na boca.
- Renato, você hoje vai descobrir a causa deste seu ciúme doentio. Presta atenção nos seus sentimentos enquanto observa isso.
Paulo então me beija a boca ardentemente e eu, sem conseguir resistir, retribuo sentindo minha respiração se acelerar de forma indisfarçável.
- Não fale nada ainda. Continue observando.
Paulo ergue minha perna, levanta meu vestido e passa a beijar minha xaninha em toda sua extensão e só para quando eu sem resistir já estou rebolando no colo do Renato e gemendo francamente.
- Agora, "Minhainha", tira a calça dele e receba seu troféu.
Renato tentou, por acanhamento da presença de Paulo, resistir. Mas não seria a primeira vez que eu ia chupá-lo e prossegui. Quando a calça desceu, eu fiquei assustada e constrangida. A pica estava duríssima sem que eu a tivesse tocado.
- Pode chupar e agradecer a ela por ela gostar de vê-la tendo prazer com outro homem. - disse Paulo sorrindo amigavelmente para nós dois.
Enquanto eu chupava a pica de Renato, Paulo arrumou os travesseiros no pé da cama. Foi até nós, pegou-me, me fez deitar de lado com a cabeça no travesseiro, trouxe Renato para pertinho e eu pude chupar confortavelmente.
- Agora pare de chupar e vamos fazê-lo gozar no seu rosto sem qualquer outro estímulo?
Eu parei e ele abriu minhas pernas e pedindo toda a atenção de Renato para a sua língua e para as expressões de prazer de sua noiva começou a me chupar deliciosamente. Quando ele aprisionou meu grelinho em seus lábios sugando fortemente enquanto passava a língua numa carícia leve e suave eu enlouqueci e quase voltei a chupar o Renato, pois sua pica saltitava a centímetros de minha boca.
Paulo então pediu ao Renato:
- Posso enfiar o dedinho no cuzinho dela enquanto chupo essa bucetinha deliciosa?
Para meu espanto a resposta veio ansiosa e imediata.
- Pode, pode. Enfia todinho.
Ele falava e a pica dele ficava ainda mais durinha, mais vermelha e mais saltitante.
Minutos depois, comigo já nas raias da loucura vem nova consulta de Paulo.
- Renato, eu acho que se eu enfiar meu polegar na bucetinha dela agora ela vai gritar e gozar para valer. Posso enfiar?
- Enfia logo o dedão nessa putinha. Faz ela gozar gostoso.
Paulo fez charme. Trouxe o dedão até meus lábios, ansiosos para chupar a pica de Renato caem de boca naquele polegar como se fosse um delicioso caralho. Quando ele afastou o dedo veio uma nova ordem:
- Dá só um beijinho bem molhado nessa piquinha para agradecer já que ela vai esporrar todo seu rosto.
Eu beijei, mas só dei um beijinho mesmo. Quando beijava a pica de Renato senti minha bucetinha ser invadida e os dois dedos, um no meu cu e o outro na minha buceta brincarem ao ritmo das fortes lambida no grelo e me entreguei ao orgasmo que já vinha me alucinando e contraindo até minha alma. Suspirei fundo e quando meu grito ecoou acanhado no quarto do motel Renato ejaculou fortes jatos em meu rosto fazendo meu grito se soltar de vez, sem acanhamentos. Meu corpo entrou em convulsão espontânea e sem mais resistir agarrei a pica de Renato para beber as suas últimas gotas.
Os dedos estavam dentro de mim me enlouquecendo, mas a língua me abandonou e no num momento de breve consciência vou ver o que está acontecendo e Renato está punhetando Paulo para ele também ejacular no meu rosto e logo sinto também os jatos quentes de Paulo nos meus cabelos, rosto e corpo. Meu orgasmo, ao ver meu noivo punhetando meu irmão, meu macho, para fazê-lo gozar em mim reacendeu-se e se manteve com a volta dos lábios de Paulo para a minha vulva e as lambidas de Renato limpando-me o rosto e beijando-me a boca.
Quando me rendi inerte Paulo ficou conversando com Renato alguma coisa que mais ou menos queria dizer o seguinte:
Renato você não é ciumento, seu fetiche é ser corno. Você é um depravado e seu prazer é ver sua mulher ter prazer com você ou com qualquer outro. Basta você pensar que ela está te traindo com alguém para você sentir tesão. Por isso você fica fantasiando essa traição, para ter tesão e se masturbar pensando nisso.
A única parte que eu me lembro mesmo foi o final:
- Confessa que suas punhetas sempre são pensando em alguém comendo "Minhainha". Confessa isso a ela e você vai se sentir melhor. - disse Paulo ao Renato.
Juro que eu pensei que tendo a certeza de que Renato gostava de me ver com outro homem ia ficar enojada dele, mas nada, cada vez eu olhava mais apaixonada para ele. Seu amor era tanto e tão forte que ele desejava meu prazer, minha felicidade a qualquer custo, mesmo sendo humilhado por outro homem.
Renato confessou:
- Às vezes me masturbo pensando nisso. - sua voz estava abafada pelo acanhamento.
- Em quanto tempo você se recupera e fica novamente excitado depois de gozar, Renato?
- É rápido, em menos de uma hora.
- Bem, terminamos a menos de dez minutos. Vamos colocar a prova seu fetiche. Vamos ao banho. Siga-nos.
Paulo me estendeu a mão e seguimos nus para o banho. Ele pediu ao Renato para deixar a água do chuveiro bem morninha para sua noivinha ter relações sexuais com seu maninho em baixo do chuveiro. Enquanto Renato testava a água Paulo me beijava, sugava meus seios, apertava minha bunda, minhas carnes com força.
Renato avisou que a água estava boa. Paulo pegou meus cabelos e me enchendo de deliciosas palmadas na bunda foi me levando para o banho me excitando ainda mais ao me chamar de maninha fujona.
- Anda "Minhainha" vamos para o banho, não vou deixar você fugir desta vez. - palmadas. Vou lavar essa bundinha bem lavada sua porquinha - palmadas.
Ao meu ouvido ele segreda: - Veja só como ele já dá os primeiros sinais de ereção. - e muda completamente sua atuação.
Paulo passa a me acariciar com delicadeza. Lava meus cabelos, desce ensaboando toda minha costa, lava minha bundinha, desce pelas coxas, lava demoradamente meus pés, beija-lhes os dedos, um a um e, assim, recheando meu corpo de beijos e carícias, vai subindo deixando minha vagina aguada por não ter recebido um mínimos de sua atenção.
Do rosto, com mil beijinhos nos ombros, orelha, face, olhos, nariz, boca, queixo, pescoço, colo e seios.
Ele só abandona meus seios quando mais nada eles têm a ser arrepiados, todos os poros estão eriçados e o bico mais que intumescidos.
Nesta hora Renato já está em máxima ereção e Paulo desce me fazendo cócegas na barriga e para justamente na vulva.
Então fecha o chuveiro e pede ajuda a Renato e os dois passam a me enxugar enquanto vão me levando para o quarto. No quarto me deitam na cama e Paulo pede a Renato que me possua com o máximo de carinho, delicadeza e atenção, para que ele se revele um verdadeiro amante esquecendo-se do seu próprio prazer para alcançar, sugar, retirar de mim o meu mais supremo orgasmo.
Paulo nos deixa a sós, volta ao banheiro para seu próprio banho e quando retorna ao quarto me vê envolvida pelo prazer que Renato está me proporcionando.
- Como você pode ver Renato, você gosta de dar prazer a ela, mas o seu maior prazer é vê-la tendo prazer com outro alguém, "traindo" você, gozando com outro macho na sua frente.
- Vou fazer você também alcançar seu maior prazer. Fique atento.
Ele coloca Renato deitado na cama e me faz cavalgar sobre ele. Quando já estamos envolvidos naquele ritmo ele sobe na cama, prende meu corpo e começa sua atuação.
- Os dois, agora, calados. Vocês estão fazendo sexo antes do casamento e merecem ser punidos. Deite sobre o peito dele. Deixe-o ir mais fundo dentro de você e empine essa bunda.
- Agora Renato, pegue minha pica e coloque na entrada do cuzinho dela. Isso... Assim mesmo!
- Vai abrindo a bundinha dela para facilitar minha penetração que eu vou arrombar esse cuzinho antes de você experimentá-lo.
- Molha bem esse dedo de cuspe e passa em volta da minha pica para lubrificar e facilitar esse arrombamento.
- Isso mesmo! Põe a mão e sente o cuzinho dela está cedendo e a cabecinha aos pouco está entrando.
Eu vou sentindo o ânus se alargar aos poucos e meu cu vai sendo invadido e de repente sinto a cabeça da pica do meu irmão presa no meu cuzinho que pisca alucinado.
As lágrimas correm pela face de Renato e eu digo a ele que estou adorando. Ele responde com o mais lindo sorriso.
- Agora segura minha pica e vai sentindo ela sumir nesse cuzinho que ia ser só seu. Sente como ela gosta de engolir minha piroca inteirinha. Veja no rosto dela o prazer que ela está sentindo.
- Agora falta pouquinho. Vou tirar para enfiar um pouco mais rápido.
Paulinho tira a pica inteira e recomeça o processo enquanto meu noivo, com a pica saltitando dentro de mim, chora e ajuda com as mãos a nova penetração.
- Agora sim entrou todo. Sinta-meeu bombeando para ir o mais profundo que eu puder.
Eu gemia, rebolava e enlouquecia. Avisei que ia gozar.
- Você, corninho. Fica ai bem paradinho. Você tem que saber que ela está gozando só comigo, entendeu?
Falou e desencadeou um ritmo frenético arrombando meu cuzinho a cada estacada mais forte, mais rápida e mais profunda. Eu desnorteada, sentindo o auge do meu gozo chegando, começo a xingar ao meu irmão, xingar Renato que virou Renatinho, Corninho, Babaquinha enquanto Paulo é o gostosão, meu machão, irmão tesudo, meu garanhão.
O gozo chega fulminante e Paulo não perdoa e me faz gozar intensamente. Quando eu relaxo caindo sobre meu noivo ele me reacende dizendo que vai gozar e pede a Renato para ajudá-lo me fazendo gozar novamente. Os dois conseguem entrar em uma doida cadência, a princípio um dentro um fora e repentinamente os dois dentro os dois fora e eu não consigo para de gozar.
Paulo me incentivava a gozar mais e mais enquanto proibia Renato de gozar.
- Atenção. - falou Paulo interrompendo seus movimentos. - Fiquem atentos e não parem. - ele saiu de dentro de mim.
- Agora capriche Renato. Goza com essa putinha enquanto eu gozo em vocês.
Falou e deixou seus jatos caírem sobre nossos corpos enquanto Renato experimentava um enrijecimento em todo seu corpo e uivava enquanto explodia dentro de mim tão abundante que eu sentia a porra escorrer para fora de mim.
Deixamos-nos ali deitados por longos minutos enquanto Paulo voltou ao chuveiro. Humildes decidimos e fomos juntos agradecer a Paulo pela nossa primeira e maravilhosa aula. Renato nunca experimentara um orgasmo. Ele sempre gozou, mas desta vez ele sentiu um prazer tão intenso que só poderia ser um orgasmo masculino, coisa que ele pensava nem existir.
Hoje, casados, já experimentamos os mais diversos parceiros e Renato continua só alcançando seu orgasmo com outro homem me dando prazer. Mas nosso parceiro preferido, de longe, continua sendo Paulo, que além de ser meu macho é também meu irmão - e que irmão gostoso!

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Toca de Lobo

 

 

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