Trepei com meu irmão no meu noivado II

03/05/2009 00:00

 

Despejamos meu noivo e seus familiares e em minutos estávamos entrando em um motel com meu coração aos pulos.
Meus seios dançavam enquanto eu arfava só de experimentar meu irmão desabotoando carinhosa e lentamente cada botão de minha blusa. Com a blusa já no chão eles pareciam querer saltar do sutiã subindo e descendo ao ritmo de minha descontrolada respiração. Meu irmão mais velho olhava para mim examinando todo meu corpo com um olhar tão sensual que parecia me acariciar.
Seus braços correram em volta de minha cintura e frente a frente comigo ele flertava me deixando sedenta por seus beijos que eu buscava conquistar e ele evitava. Sem me tocar ele deixou minha saia cair ao chão e ficou me olhando quase inteiramente nua.
Eu estava excitada e me sentia ao mesmo tempo acanhada com aquela exposição. Ele então me pediu que tirasse o sutiã. Aquilo mexeu comigo de forma inusitada. Sem maiores estímulos e exposta eu teria que mostrar meu seio ao meu irmão.
Lá estava ele, sorriso nos lábios, se divertindo com o meu acanhamento e observando cada detalhe do meu corpo que agora estava trêmulo de tesão e acanhamento. Afinal ele era meu irmão mais velho e isso agora, não sei por que, pesava em minha consciência.
Ele se divertia com a situação. Ficou de pé. Aproximou-se de mim, sem me tocar, girou ao redor de meu corpo olhando-o de alto a baixo. Passou um dedo por meu braço que se arrepiou e assim se manteve por longo tempo. Ajoelhou-se diante de mim, olhando em meus olhos.
- Desde que fui embora só penso em você! – falou Paulo me admirando.
- Eu sabia que você seria minha. Quantas noites me masturbei pensando na “minhainha”. Eu sabia que você se entregaria totalmente a mim. Que sentiria um tesão irresistível por mim. Sonhava com você desejando ser mais que minha irmã, você, em meus sonhos, queria ser minha puta.
- Meu sonho vai aos poucos, em um só dia, se realizando. Que delícia ver você trêmula e vibrando em minha presença. Que delícia ver sua lubrificação escorrendo perna abaixo por minha causa.
Ele falou e passou um dedo em cada coxa recolhendo a prova de meu prazer e simultaneamente colocou um dedo em sua boca e outro na minha. Agora meu braço e minhas coxas estavam extremamente arrepiados.
Ele ficou mais uma vez de pé e meu corpo quase que quicava de prazer, tesão e acanhamento. Seu dedo acariciou de leve minha face que também se arrepiou. Seus dedos seguiram o corte de meu decotado sutiã e os bicos que já estavam intumescidos retesaram-se assustadoramente ficando com os mamilos mínimos e como se fossem pedras, chegava a doer desejando serem sugados e acariciados por aquele homem que me corrompia por ser meu irmão.
Eu tinha que acabar com aquele suplício e seguir para a nova etapa que me assustava e me atraía. Tomei coragem e quando ele se afastou lhe ofereci o espetáculo desejado. Soltei nas costas o sutiã e deixei-o cair naturalmente roçando lentamente nos bicos durinhos como nunca eu vira.
O prazer que aquela visão provocou em Paulo fez meu corpo inteiro se arrepiar só com o seu olhar prazeroso. Ele seguiu para o banheiro tirando toda sua roupa e de lá me chamou – eu ficara imóvel.
- Flavinha, venha aqui sua porquinha que eu vou te ensinar a tomar banho.
Girei meu corpo e sem mais saber andar caminhei antegozando até o Box onde ele, com a pica dura, apontando para o teto, me esperava com um ar paternal.
Quando cheguei perto de Paulo ele se antecipou até mim, me agarrou pelos cabelos como fazia em nossa infância e brigando com aquela garotinha entre puxões de cabelos e palmadas fortes foi me levando lentamente até o box.
- Irmãzinha safada, porquinha. Parece uma pirainha perto dos garotos. Esfrega-se em qualquer um. Vamos sua porquinha. Vamos aprender a tomar banho. Vou te ensinar a lavar essa bucetinha nojenta que cheira a bacalhau. Esse cuzinho cheirando a merda. - ele estava mudando o vocabulário, continuava a agredir a irmã, mas não mais a menininha. Ele se apaixonara não pela menina, mas pela mulher que ele não viu acontecer. Longe, não pode acompanhar a mudança e agora seu desejo sexual estava exacerbado e distorcido. Ele era só paixão. Irmão apaixonado. Homem fissurado.
A água já estava morna e fluindo forte do chuveiro onde ele me empurrou me mantendo sob a água pelos cabelos que ele agarrava e puxava fazendo meu corpo girar para facilitar suas fortes palmadas. Aquilo me transtornava e eu já não sabia o que eram os sentimentos que me afetavam até que ele me abraça inteiramente colado em mim e continua me batendo com palmadas na bundinha me fazendo experimentar um novo tipo de orgasmo que cresce à medida que ele me morde, me aperta os bicos dos seios, me dá palmadinhas seguidas, fortes e carinhosas no grelo, me aperta a polpa da bunda, engole todo meu seio e arrastando os dentes e sugando forte afasta o rosto de mim até que meu seio se liberte da forte sucção.
Essa mistura: de dor, leve e comedida; com carícias estimulantes; seus abraços e mordidas nos lugares certos, essa mistura louca de amor e ódio, paixão e repulsa, estão me fazendo gozar intensamente de forma diferente de tudo que eu poderia experimentar ou imaginar.
Em dado momento ele me toma no colo. Gira meu corpo sob a água morna. Ergue-me. Começa a me chupar toda a buceta, lamber o olhinho do meu cu que pisca involuntariamente e, de cabeça para baixo, só me resta retribuir engolindo aquela piroca que fica a altura de meus lábios me desafiando.
Concentro-me e me empenho em dar prazer ao meu irmão que em um só dia me deu mais prazer e orgasmo do que eu experimentara nos meus vinte anos. Cada orgasmo com ele valia mais do que todos os que eu experimentara com Renatinho ou sozinha em masturbações desajeitadas.
Eu chupava aquela pica e tentava engolir ela inteira até quase engasgar. Aos poucos ela ia entrando sempre um pouco mais. Lambia a glande, o prepúcio, descia por seu corpo sugando-o. Brincava com as bolas que só cabia uma de cada vez em minha boca. Voltava a chupar a cabeçorra.
Eu estava me concentrando em conseguir engolir aquela pica inteira quando ele enfiou seu polegar em meu cuzinho sem avisos ou piedade. O susto, o prazer, meu grito de dor ou espanto, fez a piroca, por inteira, toda, completa, invadir minha boca, alcançar minha garganta e se alojar de tal forma que não houve engasgo e meu prazer foi tanto que esqueci da dor e tentei mantê-la ali enquanto meu fôlego e músculos permitissem. Ela pulsava e começou a ganhar volume enquanto o dedo polegar se alojava totalmente dentro do meu cu iniciando um vai vem lento e cadenciado.
Paulo abandonou todas as outras carícias e aprisionou com seus lábios o entorno do meu clitóris sugando-o e sua língua castigava meu grelinho deliciosamente enquanto ele se movimentava fazendo sua pica quase sair da minha boca para logo alcançar minha garganta e ele estava engrossando a cada instante. Quando ele explodiu dentro da minha boca parou tudo e só gritou:
- Não perca uma só gota. Pode engolir tudinho irmãzinha putinha, pirainha, sacaninha, “minhainha”!
Eu apertava os lábios ao redor daquela pica que pulsava e jorrava fortes jatos com medo de perder uma gotinha que fosse. Ali, sob a água morna, de cabeça para baixo, confesso: Não foi fácil! Mas eu estremecia e meu corpo todo vibrava com um novo prazer. O prazer de dar prazer ao meu irmão mais velho, ao meu macho, ao meu dono.
Depois de me deixar sugá-lo até a última gota ele foi para baixo do chuveiro e eu lhe dei um banho completo, da cabeça aos pés. Quando pensei que havíamos terminado foi a vez dele de me banhar carinhosamente, cuidando com o mesmo carinho e cuidado cada parte de meu corpo sem destacar nenhuma.
Enquanto ele me enxaguava sua ereção se anunciou mais uma vez. Ele se enxugou rapidamente e pegou aquela toalha enorme e felpuda do motel, me envolveu todo o corpo e de colo me levou para a cama onde me colocou de pé e só ali passou a me enxugar. Enxugou meus cabelos, minha cabeça, meu peito, seios e barriga, as costas, as pernas e por fim minha bundinha com mais carinho do que o oferecido a qualquer outra parte.
Ele juntou os travesseiros, me fez deitar de frente sobre eles de forma que minha bundinha ficou exposta totalmente oferecida para ele. Então senti seus lábios acariciarem meu grelinho, sua língua fazê-lo ficar durinho outra vez. Só quando o grelinho estava vermelhinho ele desceu para a vagina. Sua língua tentava introduzir-se no canal vaginal me arrancando gritinho de prazer. Ele não se descuidava. Logo voltava ao meu grelinho mantendo-o sempre e sempre excitado ao máximo.
Aquilo já estava me contagiando. Logo eu estaria gozando francamente. Senti então sua língua em meu cuzinho, contornando sua entrada e forçando uma penetração impossível. Impossível para aquele homem não existia. Seu polegar abria caminho e sua língua vinha logo atrás me enlouquecendo com suas carícias para logo voltar ao clitóris e à vagina.
Fui relaxando, me envolvendo, me entregando totalmente ao prazer. Estava tão absorta em minhas sensações que só percebi a mudança quando me senti forçada decisivamente e recebi em meu cu a cabeçorra daquela piroca ingrata que gostava de me machucar.
Com a cabeça da piroca encaixada em meu cu ele muda de posição e eu fico por cima, literalmente sentada sobre aquela pica dura enquanto ele sem apoiar meu corpo, meu peso, dedica-se inteiramente a brincar com as duas mãos em minha vulva inteira e no entorno de meu cu.
- Dança Flavinha, dança na minha piroca, dança. – ele pedia com carinho.
Eu estava no auge, pronta para gozar. Gemia. Respirava com grande dificuldade e em grande baforadas de ar. Ele arrancava de mim gritos de prazer e eu não alcançava o desejado gozo. Era só ele se anunciar que ele fugia de minha vagina e passava a acariciar meu corpo, meus cabelos e minha face, brincando comigo e sempre me pedindo para continuar a dançar.
De repente ele ergue minhas pernas e faz meus braços perderem o apoio no seu corpo e a pica escorrega inteira para dentro de mim que entro imediatamente em um orgasmo intenso, indescritível.
Ele ergue meu corpo com o seu apóia meu peso e me estoca velozmente me fazendo arrepiar a partir do cu. Eu nunca imaginei que meu cu poderia me fazer gozar tanto. Quando o gozo final se anuncia ele me enche de palmadas na bunda e palmadinhas no meu clitóris duríssimo e totalmente exposto (eu nem sabia que ele conseguia ficar tão para fora). Com isso o orgasmo se intensifica e não me oferece alívio.
O gozo parece eterno, interminável e insaciável. Quando parece que vem o relaxamento a satisfação lá vem ele com palmadas e palmadinhas. Xingando-me ao pé do ouvido. Eu estava vivendo minha maior loucura e não poderia supor que ainda podia ficar melhor e mais intenso um gozo tão fenomenal.
No melhor da festa, quando acredito que vou finalmente relaxar de prazer, meu celular toca e ele sem parar de me estocar se estica, pega meu telefone, me diz que é o corninho do Renatinho.
Ao ouvir a expressão: “o corno do Renatinho” meu coração dispara e meu cuzinho pisca descontrolado.
- Você gostou da ligação dele minha putinha? – disse rindo.
- Seu cuzinho está me apertando mais forte! – Vou atender!
- Não, não! Por favor, não!
- Alô! Renatinho?! Sou eu, Paulo. Eu sei... sei. Entendo. Ainda não fomos para casa. Pode ficar com ciúme, pois estamos só nós dois comemorando aniversário e noivado.
Enquanto ele falava me estocava furiosamente e dava pancadinhas no meu grelinho que estava adorando se surrado se expondo cada vez mais.
- Quer falar com ela? – falar como se eu mal conseguia respirar?
- Só um minutinho que vou passar para ela.
Ele me deitou mais uma vez nos travesseiros, ficou em pé na cama e veio bem de cima me enfiando aquela gostosura bem fundo em meu cuzinho. Deu umas três estocadas e só então me entregou o celular.
Num fio de voz, tentando disfarçar a falta de ar, o tesão e conter meus gemidos atendo a ligação com um acanhado:
- Alô.
- Onde vocês estão, me diz que vou até aí.
Paulo acariciava deliciosamente minhas costas e estocava-me o cu fundo e lentamente irradiando um calor intenso pelo meu corpo inteiro. O gozo já estava mais uma vez se anunciando.
- Melhor não Renato. Paulo está com uma saudades de nove anos e quer saber tudo que... que aconteceu!
Quase gemi sentindo ele acelerar aos poucos seus movimentos.
- Deixa de ser tola, pergunta a ele se ele não gostaria da minha cmpanhia.
- Melhor não.
- Pergunta, por favor. – fiquei com pena e só para satisfazê-lo perguntei ao Paulo pois sabia que ele iria dar uma boa desculpa.
Paulo tomou o telefone e mais uma vez falou diretamente com Renato.
- Renatinho; eu iria adorar sua presença aqui agora. Acho mesmo que entre muitas outras coisas deliciosas e maravilhosas até mesmo a dançar com ela eu ia te ensinar.
- O que? Você já sabe dançar muito bem com ela! Então vem pra cá que eu quero ver vocês dançando. Espera que eu vou passar o telefone para ela.
Eu estava em desespero e o gozo não se aplacava, pelo contrário, tudo se contraía freneticamente dentro de mim. Peguei o telefone com o coração na boca de tão acelerado.
Antes que eu falasse qualquer coisa senti Paulo me pegar pelos cabelos e saindo de meu cu se enfiar inteiro na minha bucetinha que ainda ardia dolorida. Fui nas nuvens.
- Renato! – eu falava chorando de prazer. – Vem pra cá... ver como eu... ahhh! Estou feliz com o... o... o Paulo assim pertinho de mim, vem. Você vai adorar... ou mo... morrer Uiiííí´! Morrer de ciúme.
Eu tinha abandonado todo o meu disfarce gemendo, arfando e chorando de prazer com aquela piroca deliciosa dentro da minha ardida bocetinha me levando ao auge de um prazer interminável e crescente.
- Mas vem correndo, Renato. Vem logo! Vem que eu to gozando muiiiiiiiiito!
Quando Paulo percebeu que meu gozo finalmente acontecia e que eu confessava estar gozando ao meu noivo se transformou numa locomotiva usando todo o curso de sua pica que praticamente saia de dentro de mim e no mesmo instante batia fundo, bem fundo e deliciosamente na entrada do meu útero.
- Flavinha; não estou gostando da brincadeira. Vocês beberam demais! É melhor ir para casa.
Enquanto Renato falava eu senti o primeiro jato de esperma se espalhar na minha bunda, o segundo já foi dentro do meu cu e eu estava gozando desesperadamente.
- Aiiiiiiii! Meu corninho... Que trepada! ...deliciosa! Vou... vou Aiiiii! ...estourar de tanto Ummmmmmmmm! ...tanto gozo!
- Flávia! Para já com isso! O que seu irmão vai pensar?
- Ele está goz... esporrando ...agora ...no meu cuzinho! Nem... nem Aiiiiii! ...nem vai ouvir, meu cor... corninho!
Eu estava curtindo o melhor gozo da minha vida. Estava me deliciando em gozar com meu irmão e contar ao meu noivo do meu prazer. Estava louca e realmente me realizando sexualmente pela primeira vez na minha vida!
Paulo socava meu cuzinho deixando dentro dele uma ejaculação gosmenta que a tudo lubrificava tornando ainda mais deliciosa aquela penetração anal.
- Flávia! Para!
- Re... natinho! Uau! ...eu preciso... preciso te contar... Eu nununca gozei taaaaantoooo em minha vida ...como hoje. Gozei no ...meu quarto, no se-seu carro eeeeeeee.... quando eu pen... sei que nada de no-no-novo - goza TUDO Paulo! – nada novo iria acontecer gozei chupando a pica do meu irmão com seu dedo enfiado no meu cu e sua boca sugando minha buceta e meu grelinho e agora ele está saído de meu cuzinho, todo esporrado e voltando pra minha bucetinha aflita e dolorida de tanto fuder.
Eu falava entre lágrimas e gemidos. Eu falava gaguejando, buscando ar. Eu falava gozando e sem medir palavras.
- Essa foi sua pior brincadeira. Falo com você amanhã quando já estiver sóbria.
Renato bateu o telefone me dando oportunidade que curtir um restinho de gozo que ainda sobrara, de sentir meu irmãozinho, meu maravilhoso macho, satisfeito e curtir o prazer de gozado falando com o homem que eu amo e com quem quero me casar. Mas ele vai ter muito que aprender com o Paulo se quiser mesmo casar comigo. Não sei como vou fazer mas ele vai ter que assistir atento a tudo isso que eu vivi hoje em outro dia. E tomara que seja logo!

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Toca de Lobo

Tópico: Trepei com meu irmão no meu noivado II

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